<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764</id><updated>2012-02-16T04:33:24.594-02:00</updated><title type='text'>Walter Jr</title><subtitle type='html'>Este é um espaço para partilhar pensamentos e momentos!
Seja benvindo!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>328</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-5792226633529190297</id><published>2011-11-05T07:37:00.000-02:00</published><updated>2011-11-05T07:37:45.482-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 17px; "&gt;&lt;font class="chapeu" style="color: rgb(102, 102, 102); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; font-weight: bold; "&gt;DOSSIÊ&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="titulomateria" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 22px; font-style: normal; font-weight: bold; font-variant: normal; "&gt;Álcool e jovens&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="olho" style="color: rgb(102, 102, 102); font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 15px; font-style: italic; line-height: 18px; font-weight: normal; font-variant: normal; "&gt;O consumo de bebidas alcoólicas por adolescentes é um problema que desperta preocupação no mundo todo. A discussão é de grande importância para a saúde pública, sendo necessária a atenção das autoridades, profissionais da saúde, pais e educadores&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="credito" style="font: normal normal bold 11px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(127, 127, 127); "&gt;Por Arthur Guerra de Andrade / Natália Gomes Ragghianti / Lúcio Garcia de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table width="100" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 17px; "&gt;&lt;img name="[i190920]" src="http://portalcienciaevida.uol.com.br/esps/edicoes/52/imagens/i190920.jpg" alt="Shutterstock" title="Shutterstock" width="745" height="475" style="text-decoration: none; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;O consumo de bebidas alcoólicas por adolescentes (12 a 17 anos) e adultos jovens (18 a 24 anos) é um sério problema que desperta grande preocupação no mundo todo. Ao contrário do que muitos acreditavam no passado, na fase de transição entre a infância e a vida adulta, o sistema nervoso central dos jovens ainda se encontra em desenvolvimento. Desta maneira, suas vias neuronais podem se tornar mais suscetíveis aos danos causados pelo álcool, levando ao comprometimento de várias funções.&lt;br /&gt;Em um período repleto de mudanças físicas, psicológicas e sociais, sob os efeitos do álcool, os jovens ficam mais propensos a comportamentos de risco. Nota-se, ainda, que uma série de fatores individuais, sociais e econômicos, principalmente a família e colegas, influencia o uso de álcool pelo jovem. No Brasil, segundo dados do II Levantamento Domiciliar Sobre o Uso de Drogas Psicotrópicas no Brasil, 2005, cerca de 54% e 79% dos jovens de 12-17 anos e de 18-24 anos, respectivamente, já haviam experimentado alguma bebida alcoólica em sua vida (uso de álcool na vida). Nestas mesmas faixas etárias, a dependência de álcool foi de 7,0% e de 19,2%, respectivamente. Essas altas prevalências ilustram a relevância do tema em nosso país.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;table width="745" border="1" cellspacing="0" cellpadding="2"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 17px; "&gt;&lt;table width="100" border="0" align="left" cellpadding="2" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 17px; "&gt;&lt;img name="[i190928]" src="http://portalcienciaevida.uol.com.br/esps/edicoes/52/imagens/i190928.jpg" alt="SCX.HU" title="SCX.HU" width="200" height="177" style="text-decoration: none; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#004689"&gt;Má influência familiar&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria da Saúde informou que adolescentes que bebem demais são influenciados pelos pais. A pesquisa foi realizada pelo Centro de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas (CRATOD), e envolveu mais de 500 pacientes entre 12 e 17 anos, dos quais 86% são do sexo masculino. Desses, 256 afirmaram ter parentes que também fazem uso abusivo de álcool. O estudo mostra ainda que 4,36% dos entrevistados referem o álcool como droga que mais consomem. Ainda segundo a pesquisa, dos entrevistados que apontaram o álcool como droga principal, 22% começaram a beber aos 13 anos de idade e 15% aos 11&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;table width="100" border="0" align="right" cellpadding="2" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 17px; "&gt;&lt;img name="[i190929]" src="http://portalcienciaevida.uol.com.br/esps/edicoes/52/imagens/i190929.jpg" alt="Shutterstock" title="Shutterstock" width="250" height="265" style="text-decoration: none; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="legenda" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 17px; font: normal normal normal 11px/normal Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Em crianças submetidas a estresse elevado, o início da ingestão de álcool é mais precoce e o risco de consumo frequente pode ser maior. Tal dinâmica pode ser observada entre as crianças em situações de rua no Brasil&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#004689"&gt;Pesquisa revela&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizou uma pesquisa nacional entre estudantes da 9ª série do Ensino Fundamental (Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar 2009, PeNSE), com média de idade entre 13 e 15 anos, e os resultados foram alarmantes. A taxa de uso de álcool na vida foi de 71,4%, sendo que 22% dos escolares responderam que já beberam até se embriagar.&lt;br /&gt;Nos últimos 20 anos, observou-se que a exteriorização de emoções (comportamentos agressivos, impulsivos, ou descontrolados) e, em menor grau, a interiorização das mesmas (comportamentos ansiosos ou depressivos), duas características detectáveis na infância, são potenciais marcadores de uma predisposição para o uso precoce de álcool, que está associado ao histórico de consumo abusivo e de dependência de álcool. Por exemplo, foi estimado que indivíduos que iniciam o consumo de álcool antes dos 16 anos de idade possuem risco 1,3 a 1,6 vezes maior de desenvolver dependência alcoólica, e que cada ano de atraso no início da ingestão de álcool seria capaz de gerar uma redução de 14% no risco para a dependência alcoólica. Assim, a idade de início do uso de álcool é um dos principais pontos de referência para avaliar os possíveis riscos de problemas associados. Em paralelo, vários pesquisadores sugerem que tal efeito seria decorrente do fato de que a idade de início modera a influência de outros fatores (hereditários e ambientais) sobre o uso dessa substância.&lt;br /&gt;Em crianças submetidas a situações de estresse elevado, o início da ingestão de álcool é mais precoce e o risco de consumo frequente pode ser maior. Tal dinâmica pode ser observada entre as crianças em situações de rua no Brasil: constatou-se que 33% dos jovens de 9 a 11 anos de idade e 77% dos jovens de 15 a 18 anos de idade consumiam álcool.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#004689" size="4"&gt;"Estima-se que indivíduos que iniciam o consumo de álcool antes dos 16 anos de idade possuem risco 1,3 a 1,6 vezes maior de desenvolver dependência alcoólica"&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#004689" size="4"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-5792226633529190297?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/5792226633529190297/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/11/dossie-alcool-e-jovens-o-consumo-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/5792226633529190297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/5792226633529190297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/11/dossie-alcool-e-jovens-o-consumo-de.html' title=''/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-1031075083830946138</id><published>2011-11-05T07:28:00.000-02:00</published><updated>2011-11-05T07:29:07.205-02:00</updated><title type='text'>Praticar exercícios reduz efeito de gene da obesidade, diz estudo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://cs.i.uol.com.br/cienciaesaude/2011/11/03/homem-fazendo-exercicio-1320351021712_300x230.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="230" width="300" src="http://cs.i.uol.com.br/cienciaesaude/2011/11/03/homem-fazendo-exercicio-1320351021712_300x230.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O risco de obesidade diminuiu em 22% nos pacientes com gene FTO e fisicamente ativos.Praticar exercícios diariamente reduz os efeitos do gene FTO, que aumenta as chances de desenvolver a obesidade. É o que aponta estudo publicado na revista PLoS Medicine.Segundo o estudo, o risco de desenvolver a doença caiu em 27% entre os adultos que tinham o gene FTO, mas eram fisicamente ativos, isto é, faziam pelo menos 30 minutos de exercícios físicos, como andar com o cachorro, cinco dias por semana.Pesquisadores analisaram dados de 45 estudos feitos anteriormente e que envolveram mais de 200 mil adultos para medir a interação entre o gene FTO, atividade física e índice de massa corporal.Cerca de 3/4 dos pacientes participantes do estudo eram fisicamente ativos e o risco de ficar obeso diminuiu em 22%. Já os que tinham o gene e não se exercitavam tinham 23% mais chances de desenvolver a doença.Segundo Ruth Loos, epidemologista da Universidade de Cambridge e autora do estudo, a descoberta mostra que mesmo as pessoas que já estão predispostas à obesidade são sensíveis aos benefícios de atividades físicas. "Isso vai contra a ideia de culpar a genética pelo excesso de peso", destaca ela.DiferençasAinda que a redução dos riscos de desenvolver obesidade tenha sido a mesma independente de sexo ou raça, o estudo notou que os efeitos eram mais nítidos entre os norte-americanos do que entre os europeus. De acordo com Loos, a diferença pode ser explicada por uma série de fatores, como o tipo de atividade física adotado em cada continente.Fonte: Do UOL Ciência e SaúdeEm São Paulo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-1031075083830946138?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/1031075083830946138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/11/praticar-exercicios-reduz-efeito-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/1031075083830946138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/1031075083830946138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/11/praticar-exercicios-reduz-efeito-de.html' title='Praticar exercícios reduz efeito de gene da obesidade, diz estudo'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-699762816456129402</id><published>2011-11-05T07:20:00.003-02:00</published><updated>2011-11-05T07:20:55.696-02:00</updated><title type='text'>Beber moderadamente aumenta risco de câncer de mama</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://cs.i.uol.com.br/cienciaesaude/2010/03/08/mulher-bebe-vinho-branco-1268081402724_300x230.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="230" width="300" src="http://cs.i.uol.com.br/cienciaesaude/2010/03/08/mulher-bebe-vinho-branco-1268081402724_300x230.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;As mulheres que bebem, mesmo moderadamente, têm maior risco de sofrer de câncer de mama que as demais, revela um estudo realizado nos Estados Unidos.Mulheres que consomem entre três e seis copos de bebida alcoólica por semana têm 15% mais risco de desenvolver câncer de mama que as abstêmias, afirma a pesquisa realizada pelas escolas de medicina de Brigham e de Harvard e pelo Women's Hospital.As mulheres que consomem em média dois copos diários de álcool têm 51% mais risco de desenvolver câncer, revela o estudo, publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA).A pesquisa envolveu 105.986 mulheres, que responderam a uma bateria de perguntas sobre sua saúde e consumo de álcool entre 1980 e 2008.O resultado apresenta um dilema para as pessoas que consomem pequenas doses diárias de álcool, como um copo de vinho, para cuidar do coração.Os autores do estudo destacam que a razão do aumento do risco de câncer de mama entre as mulheres que bebem permanece desconhecida, mas acreditam que há relação com o aumento dos hormônios sexuais nas que consomem bebidas alcóolicas.Fonte: www.uol.com.br/cienciaesaude&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-699762816456129402?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/699762816456129402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/11/beber-moderadamente-aumenta-risco-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/699762816456129402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/699762816456129402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/11/beber-moderadamente-aumenta-risco-de.html' title='Beber moderadamente aumenta risco de câncer de mama'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-2536417933467320168</id><published>2011-10-25T10:39:00.000-02:00</published><updated>2011-10-25T10:39:29.731-02:00</updated><title type='text'>As revelações sobre o cérebro adolescente</title><content type='html'>Novas pesquisas decifram as transformações cerebrais que acontecem na adolescência, explicam comportamentos típicos e sugerem como lidar com elesMônica Tarantino, Monique Oliveira e Luciani GomesO que faz uma garota de 14 anos passar o dia inteiro emudecida, trancada no quarto? Ou ir do riso à fúria em menos de um segundo? Pode ser realmente difícil entender a cabeça de um adolescente. Para ajudar nesta tarefa, a ciência está empreendendo um esforço fantástico. Nos Estados Unidos, ele está sendo capitaneado pelo Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos (NIMH). O órgão – um dos mais respeitados do mundo – está patrocinando uma linha de estudos focada na busca de informações para compreender o que está por trás das oscilações de humor e comportamentos de risco que marcam a adolescência. E as informações trazidas pelos estudos realizados até agora estão construindo uma nova visão da metamorfose sofrida pelos jovens. “O cérebro do adolescente não é um rascunho de um cérebro adulto. Ele foi primorosamente forjado por nossa história evolutiva para ter características diferenciadas do cérebro de crianças e de adultos”, disse à ISTOÉ o neurocientista americano Jay Giedd, pesquisador do NIMH e um pioneiro na investigação do cérebro adolescente.Giedd e seus colegas estão redefinindo os conceitos da medicina sobre essa fase da vida. Para eles, os tropeços da adolescência são sinais de que o cérebro jovem está procurando se adaptar ao ambiente. Nos primeiros 13 anos de pesquisa, os cientistas estudaram mudanças cerebrais ocorridas do nascimento até a velhice, na saúde e na doença. Descobriram que a adolescência é marcada por um aumento das conexões entre diferentes partes do cérebro. É um processo de integração que continuará por toda a vida, melhorando o trabalho conjunto entre as partes.&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9235743535101549.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="354" width="550" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9235743535101549.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;As pesquisas revelaram ainda que, nessa etapa, dá-se o fortalecimento e amadurecimento de algumas redes de neurônios (as células nervosas que trocam informações entre si) e o abandono de outras, menos usadas. Os estudos mostraram também que a onda de maturidade se inicia nas partes mais profundas e antigas, próximas do tronco cerebral, como os centros da linguagem, e naquelas ligadas ao processamento de emoções como o medo. Depois, essa onda vai subindo rumo às áreas mais recentes do cérebro, ligadas ao pensamento complexo e à tomada de decisões. Entre elas estão o córtex pré-frontal, o sulco temporal superior e o córtex parietal superior, envolvidos na integração de informações enviadas por outras estruturas do órgão. Essa evolução explica, em parte, por que nesse período da vida a impulsividade e os sentimentos mais viscerais são manifestados com tanta facilidade, sem passar pelo filtro da razão.Na tentativa de elucidar por que os jovens atravessam o período de crescimento como se estivessem em uma montanha-russa, um dos aspectos mais estudados é a tendência de se expor a riscos. No começo da empreitada científica para decifrar os segredos do cérebro adolescente, acreditava-se que a falta de noção do perigo iminente estivesse associada à falta de amadurecimento do córtex pré-frontal, área ligada à avaliação dos riscos que só atinge o desenvolvimento pleno por volta dos 20 anos. O avanço das pesquisas, porém, está demonstrando que por volta dos 15 anos os jovens conseguem perceber o risco da mesma forma e com a mesma precisão que um adulto.Se sabem o que está acon­tecendo, por que os jovens se colocam em situações ameaçadoras? Embora as habilidades básicas necessárias para perceber os riscos estejam ativas, a capacidade de regular o comportamento de forma consistente com essas percepções não está totalmente madura. “Na adolescência, os indivíduos dão mais atenção para as recompensas em potencial vindas de uma escolha arriscada do que para os custos dessa decisão”, disse à ISTOÉ Laurence Steinberg, professor de psicologia da Universidade Temple, especializado em desenvolvimento adolescente e autor de “Os Dez Princípios Básicos para Educar seus Filhos”. Steinberg é um dos mais destacados estudiosos da adolescência na atualidade.&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9235706042973946.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="438" width="500" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9235706042973946.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A afirmação do pesquisador está sustentada em exames de imagem que assinalam, no cérebro adolescente, uma intensa atividade em áreas ligadas à recompensa. Por recompensa, entenda-se a sensação prazerosa que invade o corpo e a mente após uma vitória, como ganhar no jogo ou ser reconhecido como o melhor pelo grupo. Esse processo coincide com alterações das quantidades de dopamina, um neurotransmissor (substância que faz a troca de mensagens entre os neurônios) muito importante na experiência do prazer ou recompensa. “Isso parece afetar o processo de antecipação do prêmio, de tal forma que os adolescentes se sentem mais animados do que os adultos quando percebem a possibilidade do ganho”, diz o psicólogo americano.Ele também foi buscar na teoria da evolução a justificativa para o mecanismo cerebral que premia os jovens com sensações agradáveis por se arriscarem. “No passado, levavam vantagem sobre outros da espécie aqueles que se deslocavam e assumiam riscos em busca de um lugar com mais alimento”, pontua. “A busca por novidade e fortes emoções representaria, à luz da teoria da evolução, um sinal da capacidade de adaptação dos seres humanos a novos ambientes.” Nosso cérebro teria aprendido esse caminho e estaria reproduzindo-o até hoje. Descobertas ainda mais recentes mostram que a recompensa mexe profundamente com o cérebro. “Todas as áreas do cérebro são afetadas quando uma atitude é recompensada ou penalizada socialmente”, disse à ISTOÉ Timothy Vickery, um dos autores de um trabalho recente publicado na revista “Neuron”.Paralelamente à configuração cerebral, existem as contribuições do mundo contemporâneo para a tendência ao prazer imediato. “Talvez as dificuldades da vida futura e do mercado de trabalho, por exemplo, levem o jovem a uma situação de viver o prazer imediato. Daí a busca pela bebida, pela droga, pelo sexo e tudo o mais no sentido de se aproveitar a vida”, diz o hebiatra (médico especializado em adolescentes) Paulo César Pinho Ribeiro, da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. De fato, por volta dos 15 anos, dá-se o pico da busca por emoções fortes. A psiquiatra Ana Cecília Marques, presidente da Associação Brasileira do Estudo de Álcool e Drogas, defende uma ação firme nesse momento. “Os pais devem assumir o seu papel e não deixar que os jovens fumem ou bebam”, diz.&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9236104360178256.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="492" width="500" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9236104360178256.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O caminho para enfrentar essa questão é o diálogo. No Colégio Peretz, em São Paulo, a estratégia de conversar longamente sobre os riscos do consumo de álcool e drogas existe há dez anos. “A proposta é acompanhar os jovens e esclarecer as dúvidas que surgem durante esse período”, diz Evelina Holender, coordenadora do projeto.A busca de emoções e o desejo de ser aceito e admirado pelos outros – duas características do adolescente – podem se converter numa mistura explosiva. O psicólogo Steinberg demonstrou claramente esse mecanismo com o auxílio de um jogo de videogame cuja proposta era dirigir um carro pela cidade no menor tempo possível. No percurso, os sinais mudavam de verde para amarelo quando o carrinho se aproximava. Se o competidor cruzasse o sinal antes de ele ficar vermelho, ganhava pontos. Se ficasse no meio da pista ou na faixa, perdiam-se muitos pontos. Ao disputarem os jogos a sós em uma sala, os jovens assumiram riscos na mesma proporção que os adultos. Mas com a presença de um ou mais amigos no ambiente houve mudança nos resultados. “Nessa circunstância, os adolescentes correram o dobro dos riscos dos adultos”, observou o pesquisador.O papel do grupo na adolescência também está sendo examinado. “Por volta dos 15 anos, registra-se o pico de atividade dos neurônios-espelho, células ativadas pela observação do comportamento de outras pessoas e que levam à sua repetição”, diz o neurologista Erasmo Barbante Casella, do Hospital Albert Einstein e do Instituto da Criança da Universidade de São Paulo. Esse é um dos motivos pelos quais os jovens adotam gestos e roupas similares. Além disso, há a grande necessidade de ser aceito pelos amigos e o peso terrível da rejeição. “É uma fase na qual a identidade não está absolutamente constituída, e o grupo acaba sendo o meio para experimentar e também uma lente pela qual o adolescente lê o mundo”, diz a psicóloga Joana Novaes, da PUC-Rio de Janeiro. Estudos apontam que há também uma grande quantidade de oxitocina, hormônio relacionado às ligações sociais e formação de vínculos, circulando no organismo, o que favoreceria a tendência de andar em turma.&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9236050593816919.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="455" width="600" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9236050593816919.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Afora o prazer de correr perigo e dos altos e baixos humorais, a adolescência pode ser vista como uma fase de altíssima resiliência, que é a capacidade de se adaptar e sobreviver às dificuldades. Mas há desvantagens. O lado complicado é que o adolescente que passa por tantas transformações está mais vulnerável ao aparecimento de alterações como depressão, ansiedade e transtornos alimentares como a anorexia e a bulimia. Na semana passada, um estudo do NIMH feito com 10 mil jovens com idades entre 13 e 18 anos revelou que 12% apresentavam sintomas de fobia social, um transtorno de ansiedade que afasta os jovens do convívio. No estudo, 5% dos jovens confundiam os sintomas da alteração com timidez.Ainda não se sabe qual é o impacto do grande volume de novas informações na conduta prática adotada por pais e profissionais ligados aos jovens, como professores e psicólogos. Mas já existem algumas mudanças em curso. Com base em algumas das descobertas, no Hospital Israelita Albert Einstein e no Instituto da Criança, por exemplo, Casella procura orientar os pais a prestar mais atenção às companhias dos filhos. “Existe realmente uma tendência a copiar comportamentos. E os pais precisam interferir nisso”, diz o especialista.É sabido também que o universo de possibilidades do cérebro adolescente será mais amplo se a criança tiver recebido suporte emocional e familiar, boa alimentação e acesso à educação. “Como na construção de uma casa, o resultado é melhor quando se tem bons alicerces. Por isso é importante estar atento ao desenvolvimento infantil”, disse à ISTOÉ o pediatra Jack Scho­noff, diretor do Centro de Desenvolvimento Infantil da Universidade de Harvard (EUA). Quem passou por carências também tem uma espécie de segunda chance para acertar o passo do desenvolvimento na adolescência, embora com limitações. “Não é possível voltar atrás, mas dar os estímulos adequados ao adolescente irá ajudá-lo a chegar mais perto do seu potencial máximo”, disse Schonoff. Na semana passada, o especialista veio ao Brasil para lançar uma parceria com a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, envolvida em iniciativas para o desenvolvimento integral da criança.&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9235805692626831.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="347" width="500" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9235805692626831.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Por mais que as crises se sucedam, se uma boa comunicação tiver sido cultivada ano após ano, haverá maior proximidade entre pais e filhos. “A crise é um sinal de saúde. O adolescente deve contestar e confrontar os pais, porque isso faz parte da reformulação pela qual ele está passando”, diz a psicanalista da infância Ana Maria Brayner Iencarelli, do Rio de Janeiro. Outra opção que se tem mostrado eficiente para auxiliar os adolescentes a atravessar esse período da vida são cursos que orientam sobre como criar coletivamente, planejar um evento, montar um show ou criar um blog, por exemplo. Não é por acaso que iniciativas estão se popularizando mundialmente. Pesquisas da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, referendam essa diretriz. “Adolescentes engajados em atividades que exigem criatividade aprendem a planejar e lidar com situações inesperadas”, diz Reed Larson, professor do departamento de Desenvolvimento Humano e Comunitário da universidade americana. &lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9236715940077814.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="1199" width="642" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9236715940077814.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9236291477938478.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="860" width="642" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9236291477938478.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9236198827546537.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="921" width="642" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9236198827546537.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Fonte: www.istoe.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-2536417933467320168?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/2536417933467320168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/10/as-revelacoes-sobre-o-cerebro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2536417933467320168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2536417933467320168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/10/as-revelacoes-sobre-o-cerebro.html' title='As revelações sobre o cérebro adolescente'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-8586505785080935896</id><published>2011-10-25T10:17:00.002-02:00</published><updated>2011-10-25T10:17:56.445-02:00</updated><title type='text'>Vitória do bê-á-bá</title><content type='html'>Levantamento da Academia Brasileira de Ciências mostra que método menos usado no Brasil é mais eficiente na alfabetizaçãoJoão Loes&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9227246299262910.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="303" width="483" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9227246299262910.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;LEITURAAlfabetizados pelo método fônico participam de roda de leitura em escola de SergipeA discussão é antiga. De um lado estão os defensores do método global construtivista de alfabetização e do outro os entusiastas do método fônico. Historicamente, o Brasil tem recorrido mais ao primeiro do que ao segundo (leia quadro) na hora de ensinar as crianças a ler. Não sem a oposição ferrenha dos entusiastas do método fônico, que acabam de ganhar um poderoso aliado na disputa pela prevalência entre os educadores. Nesta semana, será divulgado um levantamento feito sob a tutela da Academia Brasileira de Ciências com base em 75 estudos internacionais que mostra, entre outras coisas, a maior eficiência do método fônico.A dificuldade que o jovem brasileiro tem para ler, demonstrada em testes nacionais e internacionais, pode ser um indicativo dos problemas do método mais usado atualmente. Além disso, estudos científicos com base em análises por ressonância magnética e neuropsicologia durante a alfabetização comprovam que começar ensinando os fonemas e seus correspondentes gráficos, como reza o método fônico, amplia a capacidade de leitura da criança. “O raciocínio é simples: para aprender a dirigir você não começa na avenida Paulista na hora do rush”, exemplifica Fernando Capovilla, professor titular do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). “É mais ou menos isso que os partidários do método global construtivista apregoam, enquanto nós queremos começar na rua tranquila, com orientações diretas até que se construa segurança.” Experiências de sucesso do sistema fônico em países como os Estados Unidos e a França também são lembradas pelos partidários do sistema.Para os defensores do método construtivista, porém, a questão é mais complexa. “Saber ler não indica, obrigatoriamente, que se compreende o que está sendo lido”, ressalva Claudemir Belintane, professor da Faculdade de Educação da USP na área de metodologia do ensino de língua portuguesa. Para ele, quando se fala em alfabetização, é preciso levar em conta muito mais do que fonemas e grafismos. E o método global construtivista, por princípio, inclui o universo do aluno. Na prática, o dia a dia da escola vai além das disputas acadêmicas. “Nós professores fazemos o que é possível”, admite Maria Isabel Azevedo Noronha, docente e presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo. “E eu não conheço nenhum método que dê conta, sozinho, da alfabetização”, diz.  &lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9227281492169693.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="491" width="550" src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9227281492169693.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Fonte: www.istoé.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-8586505785080935896?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/8586505785080935896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/10/vitoria-do-be-ba.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/8586505785080935896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/8586505785080935896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/10/vitoria-do-be-ba.html' title='Vitória do bê-á-bá'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-1745367142410568290</id><published>2011-10-20T23:01:00.002-02:00</published><updated>2011-10-20T23:05:24.982-02:00</updated><title type='text'>Apenas 30% dos cânceres vêm de genes herdados</title><content type='html'>DÉBORA MISMETTIEDITORA-ASSISTENTE DE SAÚDENesta segunda-feira, o pai do ator Reynaldo Gianecchini, 38, que faz tratamento contra um câncer linfático, morreu em consequência de um tumor no pâncreas.O caso do pai, que tinha 72 anos, e do filho enfrentando a doença ao mesmo tempo pode indicar um componente hereditário da doença.Mas só uma minoria dos tumores têm causas hereditárias. De acordo com o oncologista Bernardo Garicochea, coordenador da unidade de aconselhamento genético do Hospital Sírio-Libanês, só 30% dos tumores são determinados por um conjunto de genes herdados da família. &lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11293197.gif" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="1160" width="635" src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11293197.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; Editoria de Arte / Folhapress  Do total, em torno de 5% estão ligados a mutações específicas. Os médicos já conhecem algumas dessas mutações em trechos de DNA definidos. As mutações nos genes chamados de BRCA1 e 2, por exemplo, estão fortemente ligadas a tumores de mama, ovário, pele e pâncreas.Quem tem esse tipo de mutação carrega o que os médicos chamam de síndrome. A de Lynch, por exemplo, causa tumores no intestino. Outras, como a de Li-Fraumeni, dão origem a vários tipos de tumor na mesma família."O médico pode analisar o padrão de tumores que ocorre na família e pedir um teste genético para identificar a síndrome", afirma o médico.Testes desse tipo só estão disponíveis na rede privada. Para saber quais são os pacientes que precisam desse tipo de teste, os médicos observam alguns sinais: o número de pessoas na família que tiveram câncer; o número de familiares que tiveram o mesmo tipo de tumor; se há pessoas em que a doença apareceu cedo (câncer de mama antes dos 40 anos, por exemplo) e se uma pessoa teve dois tipos diferentes de tumor em seguida ou em dois lados do corpo de forma independente."Achando o defeito genético no doente, procuramos o mesmo defeito nas outras pessoas. É como uma lista telefônica, você já sabe em que página está o que você procura", afirma Goricochea.ETNIAPertencer a alguns grupos étnicos também pode aumentar o risco de desenvolver determinados tumores.Segundo a geneticista Fernanda Teresa de Lima, responsável pelo serviço de oncogenética do hospital Albert Einstein, descendentes de judeus ashkenazi (da Europa Central ou Oriental), têm maior risco de carregar as mutações no BRCA1 e 2.Garicochea lembra também que os negros têm risco maior de tumor de próstata e devem ser acompanhados mais de perto quando aparece algum caso na família.PREVENÇÃOQuando os médicos encontram um caso de risco, é possível tomar medidas preventivas, de acordo com a síndrome que a pessoa tem.Uma das principais providências é aumentar a frequência de exames periódicos, como colonoscopias, mamografias e testes para tumor de próstata, dependendo da região do corpo que estiver em risco. O aumento da atividade física também é uma estratégia importante.Alguns remédios podem ser usados para evitar tumores. O tamoxifeno, que interfere na atividade do hormônio feminino estrogênio, por exemplo, reduz o risco de câncer de mama. A aspirina, em doses baixas, pode prevenir o tumor de intestino.Em casos de alto risco, o médico pode recomendar uma cirurgia preventiva, como a retirada parcial ou total das mamas, do intestino ou da tireoide, por exemplo.Goricochea diz que, apesar de não haver motivo para pânico, a ocorrência de câncer em parentes deve ser investigada. "É importante traçar o histórico familiar. Algumas pessoas acham que não têm muitos casos na família mas, quando vão investigar, acabam descobrindo."Fonte: www.folha.com/equilibrioesaude&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-1745367142410568290?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/1745367142410568290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/10/apenas-30-dos-canceres-vem-de-genes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/1745367142410568290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/1745367142410568290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/10/apenas-30-dos-canceres-vem-de-genes.html' title='Apenas 30% dos cânceres vêm de genes herdados'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-7522594884500477930</id><published>2011-10-09T21:55:00.000-03:00</published><updated>2011-10-09T21:55:16.660-03:00</updated><title type='text'>Publicidade influencia escolhas alimentares das crianças</title><content type='html'>DA EFE&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSRO41JmKm_w23h2ByF6sxxaCmNOSrmyAfRCjZIxx_IsIYXRX-1_w" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="173" width="243" src="http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSRO41JmKm_w23h2ByF6sxxaCmNOSrmyAfRCjZIxx_IsIYXRX-1_w" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A publicidade influencia as escolhas alimentares das crianças, principalmente quando os pais permanecem neutros, de acordo com um estudo publicado nesta quinta-feira pela revista "Journal of Pediatrics".A pesquisa, coordenada por Christhoper Ferguson e outros especialistas da Texas A&amp;M International University, foi realizada com 75 crianças entre três e cinco anos. Elas foram divididas em dois grupos para assistir desenhos animados, entre os quais foram inseridos diferentes anúncios.&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTkytLj8MFS7hFE7hHb5YBjDHgWtyP5xScX18n6Ym5HlcEQFF0eRg" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="194" width="259" src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTkytLj8MFS7hFE7hHb5YBjDHgWtyP5xScX18n6Ym5HlcEQFF0eRg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O primeiro grupo viu um comercial de batatas fritas e o segundo, um no qual apareciam pedaços de maçã. Após os anúncios, a cada criança eram mostrados dois cupons: um com batatas fritas e outro com maçãs.Entre as crianças que viram o anúncio das batatas, 71% escolheram o cupom onde aparecia essa comida, de acordo com os pesquisadores. Porém, essa percentagem desceu para 55% quando as crianças foram motivadas por seus pais a escolherem a opção mais saudável, as maçãs."O estímulo dos pais para comer algo saudável ajudou a reparar a mensagem dos anúncios, mas seu efeito foi menor do que tínhamos antecipado", declarou Ferguson.Já entre as crianças que viram o anúncio das maçãs, apenas 46% escolheu as batatas fritas e essa percentagem desceu para 33% quando foram encorajados por seus pais a escolherem o alimento mais saudável.&lt;b&gt;"As crianças foram claramente influenciadas pelos anúncios que viram. No entanto, os pais não são impotentes para influir nos hábitos alimentares de seus filhos", destacou Ferguson.&lt;/b&gt;O especialista acrescentou que os pais "ganham vantagem se são consistentes com suas mensagens a longo prazo sobre alimentação saudável". Fonte: www.folha.com/equilibrioesaude&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-7522594884500477930?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/7522594884500477930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/10/publicidade-influencia-escolhas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/7522594884500477930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/7522594884500477930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/10/publicidade-influencia-escolhas.html' title='Publicidade influencia escolhas alimentares das crianças'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-4662578512558099074</id><published>2011-10-07T17:03:00.000-03:00</published><updated>2011-10-07T17:03:11.806-03:00</updated><title type='text'>Lipoaspiração não combinada com exercícios pode levar ao aumento da gordura entre os órgãos</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://m.i.uol.com.br/estilo/2011/04/12/barriga-dieta-regime-alimentacao-corpo-boa-forma-gordura-localizada-1302643706343_200x285.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="285" width="200" src="http://m.i.uol.com.br/estilo/2011/04/12/barriga-dieta-regime-alimentacao-corpo-boa-forma-gordura-localizada-1302643706343_200x285.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;    Mulheres sedentárias que fizeram o procedimento tiveram um ganho de gordura visceral de 10%    Mulheres sedentárias que fizeram o procedimento tiveram um ganho de gordura visceral de 10%    Teste seus conhecimentos sobre a lipoaspiraçãoDeixar de fazer exercícios regulares depois de ter feito uma lipoaspiração pode levar ao aumento significativo da gordura visceral, aquela que fica entre os órgãos e está associada a doenças cardiovasculares. A conclusão é de um estudo da USP (Universidade de São Paulo).A tese, da pesquisadora Fabiana Braga Benatti, da Escola de Educação Física e Esporte, contou com a participação de 36 mulheres. Elas tinham o IMC (Índice de Massa Corporal) abaixo de 30 e passaram por uma lipoaspiração na região abdominal.O grupo foi igualmente dividido em “mulheres treinadas” e “mulheres sedentárias”. Dois meses depois da cirurgia, o primeiro foi submetido à uma série de exercícios de força e aeróbicos, três vezes por semana, durante quatro meses. O segundo permaneceu sem fazer atividades regulares. Uma bateria de exames foi feita antes e depois do processo e serviu se base para toda a pesquisa.No grupo das mulheres sedentárias, o ganho da massa visceral foi de 10%. O fato não foi percebido pelas pacientes, pois o aumento desta gordura interna do corpo é dificilmente identificado no dia a dia, já que não representa grandes proporções em termos visuais. Isso aumenta a importância do estudo, já que dificilmente estes dados seriam alcançados se não por um acompanhamento detalhado durante o pós-operatório.Já no grupo de mulheres treinadas, não houve aumento da gordura visceral. O treinamento físico preveniu este aumento. Uma possível explicação para isso é o fato deste tipo de gordura ser metabolicamente ativo e responder ao aumento das concentrações de adrenalina que ocorrem durante o exercício físico.Além disso, o treinamento físico preservou o gasto energético das mulheres treinadas, o que pode ter contribuído para seus efeitos benéficos observados.Peso recuperadoO peso foi recuperado em ambos os grupos. “A cirurgia não tem como objetivo a redução de peso, que diminui em média 1%. A pretensão da lipoaspiração é retirar a gordura localizada e modelar o corpo do paciente”, explica a pesquisadora à Agência USP de Notícias.No caso das mulheres sedentárias, contudo, o peso retornou possivelmente pelo novo ganho de massa gorda, favorecida pelo estilo de vida levado. O metabolismo se esforça para manter uma constante e isso inclui o peso.A diminuição do gasto energético durante dietas restritivas normalmente é atribuída à perda de massa magra. Como não se percebeu perda de massa magra durante o estudo, este resultado foi considerado inesperado. “Acreditamos que tenha a ver com a perda de massa gorda”, diz.A retirada de massa gorda ocasiona, ainda, a queda nos níveis do hormônio adiponectina, que tem efeito benéfico no corpo. Ele regula a sensibilidade da insulina que, quando alterada, pode gerar uma série de consequências danosas para o corpo, dentre elas a mais conhecida é a diabetes.Ao contrabalancear os efeitos da lipoaspiração, a pesquisadora diz que o que deve ser feito é um esclarecimento sobre os efeitos colaterais causados pela cirurgia. “Metabolicamente falando, não vimos nada de benéfico na cirurgia. Ela é um procedimento puramente estético”, conclui. O aumento da gordura visceral e dos riscos que isso traz podem ser evitados, mas para isso é preciso atentar e esclarecer, tanto para médicos quanto para pacientes, a real necessidade de fixação de uma série de exercícios na rotina do pós-operatório.&lt;b&gt;Fonte&lt;/b&gt;: Do UOL Ciência e Saúde*Em São Paulo* Com informações da Agência USP de Notícias&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-4662578512558099074?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/4662578512558099074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/10/lipoaspiracao-nao-combinada-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/4662578512558099074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/4662578512558099074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/10/lipoaspiracao-nao-combinada-com.html' title='Lipoaspiração não combinada com exercícios pode levar ao aumento da gordura entre os órgãos'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-1161076137944994896</id><published>2011-09-20T10:01:00.003-03:00</published><updated>2011-09-20T10:01:54.105-03:00</updated><title type='text'>Estudos mostram que passar horas malhando pode até engordar</title><content type='html'>IARA BIDERMANDE SÃO PAULO Se já é chato perceber que as longas horas passadas na academia não consumiram um grama do seu peso, descobrir que o treino pode engordar é péssimo.A pior hipótese foi comprovada na Universidade de South Wales, na Austrália. O estudo conduzido pelo médico Steve Boutcher, do programa de pesquisas em exercícios, comparou dois grupos de 45 mulheres com 20 anos e um pouco acima do peso.Suplemento esportivo também engorda, diz fisiologista britânicoAs do grupo que fez um treino curto (20 minutos) de alta intensidade na bicicleta perderam em média 2,5 quilos em 15 semanas. As que treinaram por 40 minutos, pedalando em velocidade regular e contínua, ganharam 500 gramas no período.Outro trabalho, da Universidade do Oeste da Escócia, comparou os resultados obtidos com o treino curto intenso e o tradicional, longo e moderado, em 57 adolescentes, concluindo que o segundo leva sete vezes mais tempo para reduzir a gordura.Para ter uma amostra maior, pesquisadores do Waikato Institute of Technology e da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, juntaram 22 estudos sobre o tema. O levantamento mostrou que a perda de gordura é até duas vezes maior na atividade de alta intensidade feita por curtos períodos.&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11262538.jpeg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="220" width="300" src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11262538.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Alexandre Rezende/FolhapressO advogado Sergio dos Santos, 38, na pista da academia Bio Ritmo, em SPO advogado Sergio dos Santos, 38, na pista da academia Bio Ritmo, em SPHá dois anos, o advogado Sergio José dos Santos, 38, combinou boca fechada com treinos curtos e intensos para perder 20 dos 106 quilos que tinha na época. Atingiu seu objetivo.Já mais magro, o advogado mudou a maneira de malhar: começou a passar várias horas na academia, fazendo exercícios menos puxados de forma contínua, por um tempo maior."Eu gostava, saía muito disposto. Mas comecei a ganhar peso de novo. Parece que você se acostuma com o exercício, e o organismo estoca gordura de qualquer coisa que você come", diz ele, que há 20 dias voltou aos treinos de menor duração e maior intensidade. "Já estou emagrecendo", afirma.A malhação mais longa e moderada pode ser engordativa porque deixa a pessoa com muito mais fome quando acaba de treinar, levando-a a exagerar na comida sem perceber.MAIS FOMECientistas da Universidade de Munique sugerem que a culpa é do aumento da secreção de um hormônio chamado grelina, que desperta a sensação de fome no cérebro. Eles identificaram que a secreção desse hormônio aumenta bastante na atividade de longa duração. Nos treinos curtos, os níveis de grelina permanecem estáveis: aquela vontade de enfiar o pé na jaca não é despertada depois do exercício."O treino intervalado de alta intensidade queima muito mais gordura do que ficar horas na esteira em atividade moderada", diz o professor de educação física Carlos Klein, da consultoria Movimente-se, de São Paulo.Treino o quê? Intervalado, porque combina o exercício feito por alguns segundos quase no limite da capacidade máxima da pessoa (um "tiro" de corrida, por exemplo), seguido de descanso por mais ou menos o dobro de tempo.Na pesquisa neozelandeza, foram pedaladas rapidíssimas por oito segundos, seguidas de 12 segundos de descanso.A disputa para definir qual tipo de treino queima mais gordura não é nova. Até pouco tempo, a conclusão era a oposta: ficar mais tempo se exercitando em intensidade moderada era o canal para emagrecer.Isso porque, como a gordura é fonte de energia lenta, seria preciso treinar mais e em menor intensidade para usá-la como combustível.Na atividade de alta intensidade, a gordura também é mobilizada, só que em menor proporção comparada aos carboidratos. Mesmo assim, o gasto total é maior, diz Mauro Guiselini, mestre em educação física pela USP.A estratégia para treinar quase à exaustão é intercalar atividade e descanso. "Ninguém aguenta muito tempo", diz Saturno de Souza, diretor-técnico da Bio Ritmo.A vantagem é que, assim, a queima de gordura continua por mais tempo no pós-exercício, segundo Guiselini."Para perder um quilo você precisa gastar 7.000 calorias a mais do que as consumidas", diz o médico Turíbio Leite de Barros, da Unifesp."O aluno come bolo de chocolate com chantili, mas o prejuízo não se paga em duas horas de esteira."Um erro clássico é fazer horas de aeróbico, nada de musculação e eliminar carboidratos da dieta. "Aí o corpo usa proteína como fonte de energia e perde massa muscular. Qualquer carboidrato ingerido será transformado em gordura", diz Guiselini.Leite de Barros diz que o treino intervalado e intenso é menos monótono do que o "devagar e sempre".Isadora Brant/Folhapress&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11262543.jpeg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="220" width="300" src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11262543.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O arquiteto Reynaldo Rosemberg, 44, na acadeima Rebook, em São PauloO arquiteto Reynaldo Rosemberg, 44, na acadeima Rebook, em São PauloOutra vantagem, para o ator Gustavo Fernandes, 34, são os resultados. "Passar horas na academia não funcionou para mim." Há nove meses, faz o treino curto e focado, três vezes por semana. "Estou quase no peso."O arquiteto Reynaldo Rosemberg, 44, tem experiência semelhante. "Eu treinava cinco vezes por semana, ficava uma hora na esteira. Agora, faço aeróbico de 20 minutos e perco muito mais calorias."Muito bom, mas se esse treino emagrece mais, também machuca mais: aumenta o risco de tendinite, lesão articular, inflamações. "Na velocidade, é mais comum a pessoa fazer o exercício na postura errada, prejudicando toda a organização do corpo", alerta Leite de Barros.&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11262660.jpeg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="779" width="635" src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11262660.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Editoria de arte/folhapress 	Fonte: www.folha.com/equilibrioesaude&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-1161076137944994896?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/1161076137944994896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/09/estudos-mostram-que-passar-horas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/1161076137944994896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/1161076137944994896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/09/estudos-mostram-que-passar-horas.html' title='Estudos mostram que passar horas malhando pode até engordar'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-3988677083230081486</id><published>2011-08-01T18:07:00.003-03:00</published><updated>2011-08-01T18:10:06.043-03:00</updated><title type='text'>Especialistas indicam melhores formas de cuidar dos músculos</title><content type='html'>Comer espinafre pode não ser a melhor forma de garantir a saúde dos seus músculos/ &lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://oglobo.globo.com/fotos/2011/08/01/01_MVB_ESP_ESPINAFRE.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 370px;" src="http://oglobo.globo.com/fotos/2011/08/01/01_MVB_ESP_ESPINAFRE.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Foto: Simone Marinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RIO - Para muitas pessoas, falar em músculos traz à mente a imagem de uma pessoa obcecada pela boa forma malhando numa academia, ou Popeye devorando uma lata de espinafre. Mas aumentar a força muscular é algo com que todas as pessoas deveriam se preocupar, dizem os especialistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A maioria dos adultos sabe da importância dos ossos e de manter a saúde das articulações, mas poucos prestam atenção nos músculos - diz Tom Crisp consultor médico esportivo no Royal London Hospital, no Reino Unido. - Eles nos permitem nos mover e são os andaimes do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os músculos consistem em fibras de proteína pequenas que se juntam para formar tecido. Há mais de 650 músculos no corpo. Saiba abaixo as melhores formas de cuidar deles:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espinafre não deixará você mais forte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espinafre é rico em ferro, essencial para o crescimento dos músculos. Mas, apesar do que o Popeye poderia dizer, comer o vegetal não é uma boa forma de ficar mais forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O ferro é necessário para a formação da hemoglobina, parte dos glóbulos vermelhos que fornece oxigênio para os músculos - diz Thompson. - O espinafre contém 2,7 mg de ferro por 100g, mas as folhas também têm ácido oxálico, que impede o intestino de absorver o nutriente. As melhores fontes são sementes de girassol (5,3mg por 100g), carne bovina (6,1mg/100g) e damascos (6,3mg/100g).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comer pão da mesma forma que você come carne:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os carboidratos são mais importantes que as proteínas, especialmente para quem faz exercícios regularmente, diz o nutricionista Alex Thompson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O tecido muscular precisa de proteína para crescer e reparar-se. Mas nós precisamos apenas de meio grama de proteína para cada quilo que pesamos. Um adulto médio pode obter isso comendo um peito de frango e um pequeno filé de salmão, por exemplo. Para um vegetariano, dois ovos mexidos, um punhado de nozes e um copo de 250ml de leite são suficientes. A prática intensa de exercícios esgota os níveis de carboidratos armazenados pelo corpo. Se os músculos não têm energia suficiente, eles estarão mais propensos a lesões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thompson recomenda uma dieta com 50% de carboidratos complexos, incluindo arroz integral, legumes e pão integral, com alguma fruta seca rica em açúcar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Um cardápio assim garante uma boa quantidade de vitamina B e magnésio para a liberação de energia para os músculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se de da hidratação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desidratação, especialmente depois de suar, pode indicar que o corpo tem poucos eletrólitos - os elementos necessários para transmissão nervosa, equilíbrio de fluidos e movimentos musculares. Baixos níveis de eletrólitos podem causar cãibras e irregularidade nos batimentos cardíacos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Normalmente você vai precisar repor eletrólitos após uma hora de intenso movimento ou quando estiver suando muito. Beba um repositor energético ou adicione uma pitada de sal em um copo de água - explica Thompson. - Comer laranja e bananas, que contêm altos níveis de potássio, ou nozes, que contêm magnésio, pode ajudar também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitas mensagens conflitantes sobre a quantidade adequada de líquido que se deve beber. Isso varia de acordo com o estilo de vida das pessoas, quantidade de exercícios, tipo de dieta, mas uma boa medida é a cor da urina, que deve ser clara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comece toda atividade física com aquecimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é apenas uma grande quantidade de exercício que requer aquecimento, até mesmo uma hora cuidando do jardim requer um cuidado prévio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se você usa alguma parte do seu corpo repetidamente por 20 minutos ou mais, dedique 10% do seu tempo a aquecê-lo - explica a fisioterapeuta Sammy Margo. - Se você for ficar abaixado no jardim toda a tarde, por exemplo, estique as pernas e os braços e girar os tornozelos antes.&lt;br /&gt;Use ou perca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você não usar seus músculos, eles vão se deteriorar em tamanho e força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Trinta minutos de exercícios aeróbicos todos os dias, como uma caminhada ou natação, aumenta a circulação, trazendo nutrientes para os múculos para mantê-los saudáveis - explica Crisp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2011/08/01/especialistas-indicam-melhores-formas-de-cuidar-dos-musculos-925027381.asp#ixzz1ToVOS3id&lt;br /&gt;© 1996 - 2011. Todos os direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.oglobo.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-3988677083230081486?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/3988677083230081486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/08/especialistas-indicam-melhores-formas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/3988677083230081486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/3988677083230081486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/08/especialistas-indicam-melhores-formas.html' title='Especialistas indicam melhores formas de cuidar dos músculos'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-5713767498873512722</id><published>2011-07-23T19:21:00.007-03:00</published><updated>2011-07-23T19:31:25.986-03:00</updated><title type='text'>Meu filho, você não merece nada</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A crença de que a felicidade é um direito tem tornado despreparada a geração mais preparada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTTcrcAp7urCOVv_nTtUWO53kMEeF_V_ru14oU-Kf3fXPATeDEy"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 223px; height: 226px;" src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTTcrcAp7urCOVv_nTtUWO53kMEeF_V_ru14oU-Kf3fXPATeDEy" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Outras colunas de Eliane Brum: O amor que sabe do tempo e do vento; A coluna que (quase) ninguém lê; "Minhas raízes são aéreas"; Na pele do outro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,50334665,00.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 220px;" src="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,50334665,00.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ELIANE BRUM&lt;br /&gt;Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).&lt;br /&gt;E-mail: elianebrum@uol.com.br&lt;br /&gt;Twitter: @brumelianebrum&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: revistaepoca.globo.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-5713767498873512722?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/5713767498873512722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/07/meu-filho-voce-nao-merece-nada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/5713767498873512722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/5713767498873512722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/07/meu-filho-voce-nao-merece-nada.html' title='Meu filho, você não merece nada'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-3194494039605587110</id><published>2011-07-23T18:19:00.002-03:00</published><updated>2011-07-23T18:22:59.806-03:00</updated><title type='text'>Má alimentação deixa adolescentes doentes mais cedo, diz pesquisa</title><content type='html'>Má alimentação deixa adolescentes doentes mais cedo, diz pesquisa&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/619/464/img.terra.com.br/i/2011/07/23/1963615-8060-rec.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 619px; height: 464px;" src="http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/619/464/img.terra.com.br/i/2011/07/23/1963615-8060-rec.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;. Foto: Getty Images&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As adolescentes estão comendo menos de três porções de frutas e legumes todos os dias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;Autoridades de saúde britânicas alertam para um problema que vem atingindo as adolescentes da Inglaterra. Segundo relatório do Departamento de Saúde daquele país, divulgado pelo jornal Daily Mail, as adolescentes estão comendo menos de três porções de frutas e legumes todos os dias, o que favorece o surgimento de problemas de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro fator importante é o de que as jovens também estão evitando carnes, privando-se de nutrientes essenciais como ferro. Com este desequilíbrio nutricional, os jovens acabam enfrentando doenças mais comuns na vida adulta, como câncer, doenças cardíacas, derrames e diabetes. De acordo com o relatório, apenas uma em cada treze adolescentes come a quantidade indicada de frutas e legumes e quase metade não come ferro o suficiente, nutriente que ajuda a combater infecções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, as dietas das jovens costumam ser ricas em gorduras saturadas, o que aumenta dramaticamente o nível de colesterol, o que pode provocar derrames e ataques cardíacos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo outra pesquisa realizada no Reino Unido com mais de dois mil adultos e crianças, os meninos costumam comer mais frutas e legumes do que as meninas. Especialistas alertam que a ditadura da beleza que exige magreza das mulheres pode colaborar para este cenário de má alimentação, já que as meninas tendem a ignorar a merenda escolar e refeições em família para ficarem mais magras e, por causa disso, acabam privando-se do consumo de carnes e vegetais. Porém, quando ficam com fome mais tarde, elas tendem a recorrer a alimentos calóricos como batatas fritas e chocolates.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras pesquisas realizadas no país apresentaram dados ainda mais alarmantes, como o fato de uma em cada sete meninas considerarem o fato de tomar pílulas de emagrecimento e uma a cada vinte admitirem o uso de laxantes para perder peso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.terra.com.br/saude/nutricao&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-3194494039605587110?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/3194494039605587110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/07/ma-alimentacao-deixa-adolescentes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/3194494039605587110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/3194494039605587110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/07/ma-alimentacao-deixa-adolescentes.html' title='Má alimentação deixa adolescentes doentes mais cedo, diz pesquisa'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-8852920850897481856</id><published>2011-06-09T22:19:00.004-03:00</published><updated>2011-06-09T22:22:50.395-03:00</updated><title type='text'>Filhos de divorciados têm queda nas notas</title><content type='html'>Pesquisa indica que baixo desempenho na escola é 50% maior para quem tem pais separados&lt;br /&gt;06 de junho de 2011&lt;br /&gt;Mariana Lenharo - Jornal da Tarde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crianças que passam pela experiência do divórcio dos pais durante os três primeiros anos do Ensino Fundamental correm mais risco de ter pior  desempenho em matemática e menos habilidades sociais. Também estão mais propensas a sentimentos de ansiedade, solidão, baixa autoestima e tristeza. A  conclusão é de um estudo da University of Winsconsin-Madison, publicado na edição deste mês da revista científica American Sociological  Review. E, para o Brasil, essa relação também vale.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.estadao.com.br/fotos/PaisDivorciados_Amanda_ArqPessoal_288.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 288px; height: 212px;" src="http://www.estadao.com.br/fotos/PaisDivorciados_Amanda_ArqPessoal_288.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Amanda, 13 anos, com o pai: aulas extras de matemática após o divórcio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com um levantamento feito pelo Instituto Glia com 5.961 crianças e adolescentes de 17 Estados do País, filhos de pais divorciados têm 50% mais riscos de ter baixo desempenho escolar e estão 100% mais expostos a problemas de saúde mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estudante Amanda Marciano Rodrigues Paulino, de 13 anos, por exemplo, se enquadra nessa estatística. Após a separação dos pais, ela mudou de escola algumas vezes e precisou de aulas extras de matemática. Para acompanhar melhor a disciplina, o jeito foi apelar para o método Kumon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Um fator está relacionado ao outro”, analisa o médico Marco Antonio Arruda, diretor do Instituto Glia. “Crianças com problemas em áreas de saúde mental (afetiva, emocional) têm maior risco de baixo desempenho escolar e dificuldades sociais.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação de educadores e terapeutas de família ouvidos pelo Jornal da Tarde, mais importante do que ter pais casados é garantir à criança a possibilidade de viver em um ambiente familiar harmônico e saudável. “O que observamos na prática pedagógica é que, quando há problemas na estrutura familiar, independentemente do estado civil dos pais, surgem problemas importantes – ou no aspecto social, ou na aprendizagem”, observa a pedagoga Viviane Verdasca, coordenadora do Ensino Fundamental I do Colégio São Luís.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo da University of Winsconsin-Madison se baseou em dados de uma pesquisa anterior que analisou 3.585 crianças americanas desde que entraram no jardim de infância até o quinto ano do Ensino Fundamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No total, 142 crianças passaram pelo divórcio dos pais entre o primeiro e o terceiro ano. Apesar de não apresentarem diferença de desempenho em relação ao teste de leitura, elas se mostraram menos aptas quando submetidas ao exame de matemática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a observação de seus professores, os filhos de pais divorciados também apresentaram menos habilidades sociais durante e após o processo de separação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as aptidões avaliadas estavam a de fazer e manter amigos, ajudar outras crianças, expressar sentimentos, ideias e opiniões de um jeito positivo e mostrar-se sensível ao sentimento dos outros. Apenas no período em que se deu o divórcio, sentimentos de solidão, tristeza e ansiedade foram mais prevalentes nesse grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novas famílias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o educador Sílvio Barini Pinto, diretor do Colégio São Domingos, é comum observar mudanças de comportamento e  desempenho nos alunos quando o divórcio é recente. “Com as novas configurações familiares se generalizando, as crianças encontram em suas relações colegas da  mesma idade e possibilidade de trocas de experiências sobre essa realidade”, diz. “Assim, aprendem uns com os outros formas de lidar com pais e mães  separados, com padrastos e madrastas, com irmãos de pais diferentes.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.estadao.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-8852920850897481856?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/8852920850897481856/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/06/filhos-de-divorciados-tem-queda-nas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/8852920850897481856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/8852920850897481856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/06/filhos-de-divorciados-tem-queda-nas.html' title='Filhos de divorciados têm queda nas notas'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-3850993069700252402</id><published>2011-06-06T18:09:00.002-03:00</published><updated>2011-06-06T18:13:48.771-03:00</updated><title type='text'>Jovens de classe média adotam a preguiça como profissão</title><content type='html'>CARLOS MINUANO&lt;br /&gt;COLABORAÇÃO PARA A FOLHA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andréa M., 22, formada em gastronomia, revela sua receita predileta: levar a vida em banho-maria. "Em plena quarta-feira, fui à praia com uma amiga. Se eu estivesse trabalhando, isso não seria possível", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheça jovens brasileiros que são arroz de protesto&lt;br /&gt;Foo Fighters volta ao besteirol no videoclipe de 'Walk'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualidades não faltam a Andréa. Além do talento na cozinha, fala espanhol fluente. Mas, no currículo, há somente quatro experiências que não somam mais do que seis meses de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela conta que, para espantar a monotonia, sai três ou quatro vezes por semana. Seu roteiro inclui bares e baladas na Vila Madalena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andréa admite que os seus pais não concordam muito com sua situação atual. "Vivem me dizendo para ir trabalhar. Mas agora, no inverno, prefiro é ficar embaixo das cobertas."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andréa está entre os 3,4 milhões de brasileiros com menos de 24 anos que não estão nas salas de aula e nem atuando no mercado formal de trabalho. O número é um estudo recente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas).&lt;br /&gt;                                                         Editoria de arte / Folhapress&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://f.i.uol.com.br/folha/folhateen/images/11154858.jpeg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 270px; height: 780px;" src="http://f.i.uol.com.br/folha/folhateen/images/11154858.jpeg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;                                  10 mandamentos da preguiça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria desses jovens, porém, não está longe do mercado de trabalho por preguiça. Há todo tipo de razão: rapazes fora do mercado por causa do serviço militar, jovens mães, portadores de deficiência física ou mental, dependentes químicos e, é claro, gente que procura emprego e não acha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses 3,4 milhões representam menos de 15% dos brasileiros entre 18 e 24 anos. É um valor bem menor do que os quase 50% de jovens desempregados na Espanha, por exemplo, onde surgiu a geração "ni-ni", de "ni estudian, ni trabajan".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andréa, porém, está confortável com a sua situação de "ni-ni", ao contrário dos jovens espanhóis, que vão às ruas protestar. Ela não é, claro, a única jovem com boa formação que optou, com a anuência dos pais, pelo ócio como forma de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Bruno Wolfsdorf, 21, por exemplo, as férias também duram o ano inteiro. "Meu dia começa às 13h, horário que costumo acordar, depois vou para o videogame ou computador", diz. Ele acabou de chegar de um mochilão de um ano na Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele também estudou gastronomia e fala inglês, espanhol e hebraico. Diz não querer ficar muito tempo sem fazer nada, mas não reclama. "Não está ruim, o que pega mesmo é na hora da grana."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jovem costuma sair todos os dias nos bairros Itaim Bibi, Vila Madalena e Morumbi. A grana, lógico, vem do bolso dos pais. Ele não tem carro próprio, mas isso não é problema. "Em casa sempre tem um na garagem que eu posso usar."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a psicóloga Kênia Piacentini, esse estilo de vida pode ser consequência do comportamentos dos pais dos jovens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"São geralmente pessoas com dificuldade de se verem independentes dos filhos, gerando uma proteção exagerada que faz com que esses jovens se acomodem, cria dependência."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EMPRESAS PODEM VER COM MAUS OLHOS PASSADO DE ÓCIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida mansa pode trazer prejuízos no futuro, diz o gerente de relacionamento da Foco Talentos, Gustavo Nascimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Um período curto de descanso pode ser algo natural, mas [se houver exagero] as oportunidades talvez se tornem mais escassas. Organizações preferem investir em jovens talentos que se preparam desde cedo." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.folha.com/folhateen&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-3850993069700252402?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/3850993069700252402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/06/jovens-de-classe-media-adotam-preguica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/3850993069700252402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/3850993069700252402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/06/jovens-de-classe-media-adotam-preguica.html' title='Jovens de classe média adotam a preguiça como profissão'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-2138758458764776158</id><published>2011-06-05T19:31:00.004-03:00</published><updated>2011-06-05T19:33:59.570-03:00</updated><title type='text'>Uma boa noite de sono não é um luxo; é uma necessidade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://n.i.uol.com.br/jornais/selos/tnyt.gif"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 104px; height: 19px;" src="http://n.i.uol.com.br/jornais/selos/tnyt.gif" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Jane E. Brody &lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://n.i.uol.com.br/noticia/2011/05/25/sono-1306358175593_300x420.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 420px;" src="http://n.i.uol.com.br/noticia/2011/05/25/sono-1306358175593_300x420.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nos meus anos de juventude, eu via o sono como um mal necessário, como uma forma de a natureza sabotar o meu desejo de encaixar o máximo de atividades possível num dia de 24 horas. Eu costumava pegar o voo noturno da Califórnia, por exemplo, e passava o dia seguinte tranquilamente (ou pelo menos eu achava) com menos de quatro horas desconfortáveis de sono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas minha negligência estava me cobrando um preço que eu não estava gostando muito. Meu marido chamava nossas noites no balé e no teatro de “as sonecas mais caras da Jane”. Eventualmente, desistimos de comprar ingressos. Dirigir também era perigoso: eu caí no sono duas vezes enquanto estava no volante, e por pouco não sofri um acidente. Hoje eu percebo que vivia num estado crônico de falta de sono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero mais cochilar nos eventos culturais, e não tenho mais meu marido para me acordar enquanto dirijo. Também não quero comprometer minha capacidade de pensar e reagir. Conforme revelou uma pesquisa citada recentemente na The New York Times Magazine: “as pessoas com falta de sono não sabem julgar bem nossa necessidade de sono. Nós não somos tão perspicazes quanto achamos que somos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos mostraram que as pessoas funcionam melhor depois de sete a oito horas de sono, então meu objetivo agora é dormir sete horas ininterruptas, a quantidade associada com a menor taxa de mortalidade. Mas na maioria das noites, alguma coisa interfere, e me mantém acordada além do horário que eu estipulei para apagar às luzes, às 22h – uma tarefa doméstica importante, um e-mail que exige uma resposta urgente e elaborada, uma carta de condolências que eu não encontrei tempo para escrever durante o dia, um longo artigo que preciso ler.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre há alguma coisa.&lt;br /&gt;O que nós mantém acordados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que dificilmente sou a única. Entre 1960 e 2010, a noite de sono média dos adultos nos Estados Unidos caiu de mais de oito horas para seis horas e meia. Alguns especialistas preveem que essa redução continue, por conta de distrações como e-mails, mensagens de texto e mensagens instantâneas, e das compras online.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idade pode ter um efeito prejudicial sobre o sono. Numa pesquisa por telefone realizada em 2005 com 1.003 adultos de 50 anos ou mais, a Organização Gallup descobriu que apenas um terço dos adultos mais velhos tinham uma boa noite de sono todos os dias, menos da metade dormia mais de sete horas e um quinto dormia menos de cinco horas por noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o avanço da idade, ocorrem mudanças naturais na qualidade do sono. As pessoas podem levar mais tempo para dormir, e tendem a ficar sonolentas mais cedo e também a acordar mais cedo. Elas passam mais tempo nos estágios mais leves do sono e menos tempo num sono restaurador profundo. O sono REM, durante o qual a mente processa emoções e memórias e alivia o estresse, também diminui com a idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os hábitos que arruínam o sono normalmente acompanham o envelhecimento: menos atividade física, menos horas ao ar livre (a luz do sol é o principal regulador do sono e da vigília), menor atenção à dieta, tomar medicamentos que podem prejudicar o sono, cuidar de um parceiro com doença crônica, ter um parceiro que ronca. Algumas pessoas usam álcool na esperança de que ele induza ao sono; na verdade, ele o perturba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acrescente a esta lista uma série de problemas de saúde que tiram o sono, como a artrite dolorosa, diabetes, depressão, ansiedade, apneia do sono, ondas de calor nas mulheres e aumento da próstata nos homens. Nos últimos anos de vida, meu marido sofreu da síndrome das pernas inquietas, que o obrigava a levantar e andar no meio da noite até que os sintomas desaparecessem. Numa noite recente, eu fiquei acordada durante horas com cãibras na perna que simplesmente não iam embora.&lt;br /&gt;Sono de beleza e mais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma boa noite de sono é bem mais do que um luxo. Seus benefícios incluem melhorias na concentração, memória de curto prazo, produtividade, humor, sensibilidade à dor e na função imunológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você se preocupa com a aparência, uma quantidade maior de sono pode até torná-lo mais atraente. Num estudo publicado na internet em dezembro pela revista BMJ, pesquisadores da Suécia e Holanda reportaram que 23 adultos com falta de sono pareciam estar, aos olhos de observadores não treinados, menos saudáveis, mais cansados e menos atraentes do que pareceram depois de uma noite inteira de sono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez mais importante que isso, perder sono pode fazê-lo engordar – ou, pelo menos, deixá-lo mais gordo do que você seria se dormisse bem. Num estudo de pesquisadores de Harvard envolvendo 68 mil mulheres de meia idade acompanhadas por 16 anos, aquelas que dormiam cinco horas ou menos por noite pesavam 2,5 quilos a mais – e tinham 15% mais chances de se tornarem obesas – do que as mulheres que dormiam sete horas todas as noites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michael Breus, psicólogo clínico e especialista do sono em Scottsdale, Arizona, e autor de “O Plano de Dieta do Médico do Sono”, aponta que à medida que a duração média do sono diminuiu nos Estados Unidos, o peso médio dos norte-americanos aumentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há motivos plausíveis para pensar que esta é uma relação de causa e efeito. Pelo menos dois fatores podem estar envolvidos: mais horas acordados em casas cheias de comida e lanches; e possíveis mudanças nos hormônios lepitina e grelina, que regulam o apetite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num estudo publicado em 2009 pelo The American Journal of Clinical Nutrition, o Dr. Plamen D. Penev, endocrinologista da Universidade de Chicago, e coautores exploraram o consumo e os gastos de calorias de 11 voluntários saudáveis que passaram períodos de 14 dias num laboratório de sono. Todas as estadias ofereceram acesso ilimitado a salgados apetitosos. Durante uma estadia, os voluntários – cinco mulheres e seis homens – ficaram limitados a 5,5 horas de sono por noite, e durante as outras, tiveram 8,5 horas de sono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora os indivíduos tenham comido a mesma quantidade de alimentos durante as refeições, nas noites mais curtas, eles consumiram uma média de 221 calorias a mais em lanches do que consumiram quando tiveram mais horas de sono. Os lanches que comiam tinham alto teor de carboidratos, e os indivíduos não gastaram mais energia do que nas noites mais longas. Em apenas duas semanas, o lanche extra à noite podia acrescentar quase 450 gramas ao peso do corpo, concluíram os cientistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses pesquisadores não encontraram mudanças significativas nos níveis dos hormônios lepitina e grelina no sangue dos participantes, mas outros descobriram que as pessoas que dormiam menos tinham níveis mais baixos de lepitina, que suprime o apetite, e níveis mais altos de grelina, que estimula o aumento do consumo de calorias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falta de sono também pode afetar o funcionamento de um grupo de neurônios no hipotálamo do cérebro, onde outro hormônio, a orexina, está envolvido na regulação do comportamento alimentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo: resista à tentação de fazer mais uma tarefa no fim do dia. Se os problemas de saúde prejudicam seu sono, busque um tratamento que possa minimizar esse efeito. Se você tem dificuldade de dormir ou costuma acordar durante a noite e não consegue voltar para a cama, você pode tentar tomar suplementos de melatonina, o indutor natural do sono no corpo. Eu o deixo ao lado da minha cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se tudo mais falhar, tente tirar um cochilo durante o dia. Os cochilos podem melhorar o funcionamento do cérebro, a energia, o humor e a produtividade.&lt;br /&gt;Tradução: Eloise De Vylder&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: www.uol.com.br/noticias/internacional&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-2138758458764776158?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/2138758458764776158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/06/uma-boa-noite-de-sono-nao-e-um-luxo-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2138758458764776158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2138758458764776158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/06/uma-boa-noite-de-sono-nao-e-um-luxo-e.html' title='Uma boa noite de sono não é um luxo; é uma necessidade'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-2883907420094184552</id><published>2011-06-03T22:28:00.003-03:00</published><updated>2011-06-03T22:33:48.862-03:00</updated><title type='text'>Pesquisa: tempo de corrida pode prever a saúde do coração</title><content type='html'>Tempo para percorrer uma milha (1,6km) correndo pode ser um bom indicador da saúde cardíaca em longo prazo&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://i0.ig.com/fw/2t/s1/rc/2ts1rc848bxyjc1r08ryk9q4w.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 316px; height: 237px;" src="http://i0.ig.com/fw/2t/s1/rc/2ts1rc848bxyjc1r08ryk9q4w.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em quanto tempo você consegue correr uma milha (1,6km)? Para pessoas na meia-idade, essa simples medida de aptidão física pode ajudar a prever o risco de problemas cardíacos conforme envelhecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dois estudos separados, pesquisadores da Southwestern Medical School, na Universidade do Texas, e do Cooper Institute, em Dallas, analisaram níveis de condicionamento físico de mais de 66 mil pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No geral, a pesquisa mostrou que esse nível, numa pessoa de meia-idade, é um forte indicador da saúde do coração em longo prazo – sendo tão confiável quanto fatores tradicionais de risco, como colesterol ou pressão sanguínea. Os dois estudos foram publicados no mês passado, nas publicações “Circulation” e “Journal of the American College of Cardiology”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas pesquisas, a aptidão física foi medida usando testes cuidadosamente monitorados sobre a esteira, para avaliar resistência cardiovascular e fadiga muscular. Ao analisar os dados, porém, os pesquisadores sugeriram que os resultados da esteira poderiam ser traduzidos em tempos médios de corrida – oferecendo uma fórmula simples para médicos e indivíduos classificarem seu condicionamento na meia-idade e preverem riscos cardíacos em longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quando você tenta definir o condicionamento físico, o que ele significa?”, questionou Jarett D. Berry, professor de medicina interna e cardiologia na Southwestern Medical School e coautor de ambos os artigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Neste dois estudos, o tempo para correr 1.609 metros na meia-idade é fortemente associado ao risco de doenças cardíacas quando se é mais velho. Os exercícios que você faz na casa dos 40 anos são altamente relevantes ao seu risco cardíaco quanto tiver 80”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Berry adverte que mais estudos são necessários antes que os tempos de milha (nos EUA o sistema métrico é diferente e uma milha equivale a 1,6km) possam ser usados como referencial aceitável para o risco cardiovascular. Ainda assim, ele aponta que o ritmo de corrida de uma pessoa é uma medida de condicionamento fácil de entender, e um bom ponto de partida para medir a aptidão física geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir dos dados do estudo, Berry calculou que um homem na casa dos 50 anos que corre 1,6km em 8 minutos ou menos (ou 9 minutos ou menos para uma mulher) mostra um alto nível de condicionamento. Percorrer o mesmo trecho em 9 minutos para homens e 10min30 para mulheres é um sinal de condicionamento moderado, enquanto homens que não conseguem correr 1,6km abaixo de 10 minutos e mulheres que passam dos 12 minutos entram na categoria de baixo condicionamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As categorias fazem uma grande diferença no risco de problemas cardíacos, segundo o estudo: aqueles no grupo de alto condicionamento tinham um risco de 10% de desenvolver problemas cardiovasculares ao longo da vida, frente a 30% no grupo de baixo condicionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Berry afirma que a aptidão física varia amplamente com idade e sexo e que as estimativas de tempo por milha são apenas bons referenciais para que pacientes e médicos comecem a discutir o condicionamento físico. Segundo ele, no geral uma milha em 10 minutos para um homem de meia-idade e em 12 minutos para um mulher na mesma etapa sugerem um bom nível de condicionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A principal descoberta destes estudos é que seu nível de aptidão, quando jovem, é um forte indicador do risco de doenças cardíacas dali a 30 ou 40 anos”, explicou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se estamos tentando desmembrar isto em implicações práticas, seria a velocidade em que você consegue correr. O risco cardíaco aumenta acentuadamente em cada minuto a mais que se leva para correr uma milha”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Timothy Church, professor do Centro de Pesquisa Biomédica Pennington, em Baton Rouge, Louisiana, disse que mais pesquisas são necessárias para validar a ideia de que o tempo para correr uma milha se relaciona às categorias de risco no estudo original. Entretanto, ele concorda que os especialistas em exercícios precisam desenvolver uma maneira melhor de explicar exatamente o que o condicionamento físico representa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não se pode olhar para uma pessoa e deduzir se ela está ou não em forma”, disse Church. “O que é estar em forma? De um ponto de vista de fatores de risco, seria evitar um baixo condicionamento”. Ele também lançou mais uma nota de cautela sobre os referenciais de tempo de milha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Fico preocupado quando as pessoas testam seu condicionamento por conta própria”, afirmou. “Não quero que um homem sedentário de 45 anos saia pela rua correndo uma milha o mais rápido que pode”.&lt;br /&gt;Mesmo assim, Church explicou que a maior parte dos benefícios de saúde do exercício vem da transição de condicionamento baixo a moderado e o desafio é encontrar uma forma de se comunicar e motivar as pessoas da categoria inferior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Você deve saber se pertence à categoria imprópria”, garantiu Church. “Se você é fisicamente inativo, se fica sentado 18 horas por dia e se fica exausto subindo um lance de escadas. Se seu destino fica a dois quarteirões e você acaba esperando 20 minutos por um táxi, então sua categoria é fora de forma”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Berry concordou que os referenciais de tempo de milha podem não ser bons indicadores para todos os indivíduos, dado que algumas pessoas em ótima forma têm limitações físicas que as impedem de correr rapidamente. A questão mais importante, segundo ele, é que a maioria das pessoas não tem uma ideia clara de seu próprio lugar no espectro da aptidão física e não conhecem os riscos que um condicionamento ruim representa à saúde no geral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo pessoas que fazem caminhadas regulares, três vezes por semana, podem ter uma ideia superestimada sobre seu nível de aptidão, disse ele, acrescentando: “Você pode cumprir as diretrizes para atividades físicas, mas não necessariamente está em forma”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, embora níveis modestos de exercícios sejam melhor do que nada, “levantar-se do sofá é o primeiro passo, mas uma atividade vigorosa surte um efeito muito mais palpável em seu nível de condicionamento físico”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Por Tara Parker-Pope&lt;br /&gt;Fonte:The New York Times* | 03/06/2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-2883907420094184552?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/2883907420094184552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/06/pesquisa-tempo-de-corrida-pode-prever.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2883907420094184552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2883907420094184552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/06/pesquisa-tempo-de-corrida-pode-prever.html' title='Pesquisa: tempo de corrida pode prever a saúde do coração'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-1456840970474415698</id><published>2011-05-27T12:14:00.002-03:00</published><updated>2011-05-27T13:02:29.112-03:00</updated><title type='text'>Um em cada cinco jovens tem pressão alta, aponta pesquisa</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://veja.abril.com.br/assets/pictures/12874/130710-Home-Coracao-size-598.jpg?1279060169"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 595px; height: 336px;" src="http://veja.abril.com.br/assets/pictures/12874/130710-Home-Coracao-size-598.jpg?1279060169" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa americana mostra que números atuais podem estar subestimados&lt;br /&gt;Sistema circulatório&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pressão alta: mais jovens são atingidos pelo distúrbio do que pesquisas anteriores mostravam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A hipertensão (pressão arterial alta) é, em geral, uma doença que não apresenta sintomas até ocorrer uma lesão em algum órgão. Por isso, mesmo com uma prevenção simples, baseada na prática regular de exercícios, dieta e medicamentos de controle, a pressão arterial elevada é muitas vezes fatal - trata-se da segunda principal causa de morte nos Estados Unidos, por exemplo. E, agora, uma nova pesquisa americanda indica que o problema é muito maior do que se pensava entre a população jovem: um em cada cinco jovens adultos entre 24 e 32 anos de idade teria pressão alta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma equipe de pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill comparou seus resultados com uma publicação do governo federal, feita pelo National Health and Nutrition Examination Survey, que apontou apenas 4% dos adultos jovens com pressão alta. Segundo a Universidade da Carolina do Norte, o número chega a 19% dos pacientes - somente a metade sabia da doença por médicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos os resultados foram definidos sob os mesmo parâmetros: uma leitura de pressão arterial de 140 por 90 milímetros de mercúrio ou mais. A pressão arterial normal é considerada 120 por 80 ou inferior. Contudo, ninguém explica a diferença das estimativas de hipertensão entre os dois levantamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As descobertas indicam que muitos jovens correm o risco de desenvolver doenças cardíacas, mas não sabem que têm hipertensão", disse Quynh Nguyen, um estudante de doutorado na University da Carolina do Norte em Chapel Hill, cujo estudo aparece em linha na revista Epidemiology. A relação entre pressão arterial alterada e consumo de sódio, principal causador do problema, não foi estudada pelos pesquisadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Instituto de Medicina, por meio da Academia Nacional das Ciências, declarou, no ano passado, que a pressão arterial - condição que aumenta o risco de derrames e ataques cardíacos - é uma "doença negligenciada", que custa aos cofres americanos cerca de 73 bilhões de dólares por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo da Universidade de North Carolina analisou, em 2008, mais de 14 mil homens e mulheres, entre 24 e 32 anos, a partir do Estudo Nacional Longitudinal de Saúde do Adolescente, conhecido como Add Health, financiada pelo National Institutes of Health.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O que temos é uma observação nova e precisamos examinar as contradições dos números. O estudo não muda a revisão da política e avaliação de saúde. Ele é apenas um sinal de que precisamos analisar com mais detalhes os dados", diz Steven Hirschfeld, médico do Instituto Nacional de Saúde Infantil e Desenvolvimento Humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Com Agência Reuters)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.veja.com.br/saude&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-1456840970474415698?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/1456840970474415698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/05/um-em-cada-cinco-jovens-tem-pressao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/1456840970474415698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/1456840970474415698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/05/um-em-cada-cinco-jovens-tem-pressao.html' title='Um em cada cinco jovens tem pressão alta, aponta pesquisa'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-6936245755771727409</id><published>2011-05-26T22:26:00.004-03:00</published><updated>2011-05-26T22:31:47.286-03:00</updated><title type='text'>Jantar em família previne obesidade</title><content type='html'>Fazer ao menos 3 refeições por semana com os pais diminui a taxa de distúrbios alimentares nas crianças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26 de maio de 2011 | 8h 16&lt;br /&gt;Verônica Dantas - Jornal da Tarde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filha de pai hipertenso e de mãe preocupada com sua saúde, Maria Luiza Felippe Ferreira, de 12 anos, já cansou de ouvir que a alimentação saudável é para o seu bem. O que ela não sabia é que uma pesquisa divulgada neste mês pelo Pediatrics, jornal oficial da Academia Americana de Pediatria, mostrou que fazer pelo menos três refeições semanais em família ajuda a controlar a ingestão de alimentos com calorias vazias, reduz a obesidade e afasta crianças e adolescentes da anorexia e bulimia.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.estadao.com.br/fotos/jantarp.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 288px; height: 212px;" src="http://www.estadao.com.br/fotos/jantarp.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;José Patrício/AE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rita e o marido com a filha Maria Luiza, de 12 anos: regras rígidas na hora das das refeições&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo Is Frequency of Shared Family Meals Related to the Nutritional Health of Children and Adolescents? acompanhou os hábitos alimentares de 182.836 crianças e jovens com idades entre 2,8 anos e 17,3 anos e constatou redução de 12% em sobrepeso no grupo acostumado a almoçar ou jantar com a família. Apontou também um consumo 20% menor de alimentos ricos em calorias e a diminuição de 35% no desenvolvimento de distúrbios alimentares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mãe de Maria Luiza, Rita Felippe Ferreira, conta que a filha sempre esteve abaixo do peso e sua preocupação não é com sobrepeso, mas com o elevado triglicérides verificado em seu sangue num exame feito há dois anos. "Se eu já pegava no pé dela, agora pego mais", diz, lembrando que o marido, Nilton Carlos de Oliveira, é hipertenso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como não gosta de verdura e raramente ingere frutas, a menina, de 1,66 m e 47 quilos, reclama um pouco do rigor alimentar mantido pelos pais, mas já aprendeu que almoço e jantar são momentos sagrados e deve estar acompanhada da família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ela reclama, me chama de chata, mas sabe o que deve e o que não deve comer", diz a mãe, acrescentando que, às vezes, cede um pouco. No almoço de ontem, por exemplo, Maria Luiza queria pastel e batata frita, mas teve de escolher um deles: comeu pastel. Na casa dela as regras são claras: fazer as refeições diante da TV não é permitido. Comer rápido e deixar a mesa às pressas, também não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sentar à mesa para fazer as refeições pode fazer muita diferença na vida de uma pessoa", afirma o professor livre docente de Pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Rubens Feferbaum. No Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Infantil Sabará, onde o nutrólogo também trabalha, a recomendação que costuma passar aos pacientes é para que tenham disciplina com os horários das refeições. "Essa coisa de comer de qualquer jeito e em qualquer lugar pode levar a alguns distúrbios nutricionais", observa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opinião de Feferbaum, não há uma receita de refeição ideal para crianças, jovens ou adultos. "Alimentação adequada é aquela que segue a tradição da casa", garante. "Comer carnes, legumes, verduras, raízes e frutas é uma necessidade do organismo para processar os macro e os micronutrientes. Essa variedade é que é importante."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de trazer benefícios nutricionais, a refeição com os pais, garantem os especialistas, também favorece a saúde emocional das crianças e os vínculos familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma em cada três crianças está acima do peso no País&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009 sobre o estado nutricional da população mostra que a frequência de sobrepeso e obesidade entre as crianças de 5 a 9 anos apresentou aumento expressivo nas duas últimas décadas: uma em cada três tem excesso de peso, segundo o IBGE. Entre os adolescentes, 20% estão acima do padrão da Organização Mundial da Saúde. O excesso de peso, que engloba sobrepeso e obesidade, afetava 10,9% dos meninos de 5 a 9 anos em 1974-1975, chegou a 15% em 1989 e alcançou 34,8% nesta última POF. Nas meninas, o padrão foi semelhante: 8,6%, 11,9% e 32%. A maior concentração de crianças acima do peso é do Sudeste, mas o problema atinge pessoas nas cinco regiões, de todos os grupos de renda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa, que ouviu e realizou medições em 188.461 pessoas de todas faixas etárias e de renda do País, mostrou ainda que no grupo das famílias com maior renda quase metade dos meninos (46,2%) apresentava excesso de peso, ante 26,5% na faixa dos 20% mais pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas refeições, diálogo e proximidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O hábito saudável de reunir a família ao redor de uma mesa para se alimentar, conversar sobre o dia de cada um e dar boas risadas ficou perdido no passado na maior parte dos lares brasileiros. "Um come na sala, outro na cozinha", comenta a especialista em nutrição e alimentação infantil, Vera Lúcia Perino Barbosa. "Para falar com os filhos hoje em dia tem de mandar um torpedo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a experiência de quem preside o Instituto Movere - que oferece prevenção e tratamento para obesidade infantil e já atendeu mais de 1,5 mil crianças e adolescentes desde 2004 - Vera conta que os pais costumam chegar ao instituto afirmando que o filho está com problema de obesidade. "O que alguns pais não lembram é que os filhos são o reflexo deles. Quem faz as compras e quem cozinha não é a criança."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opinião dela, o ritual de reunir a família é fundamental, mas o que será servido também deve ser observado com atenção. "Nada é proibido, mas alimentos embutidos (salame, salsicha, linguiça, hambúrguer) não devem estar no cardápio de uma criança. No máximo, podem aparecer muito raramente", ensina. "A gordura desses alimentos com certeza vai aumentar o colesterol da criança ou transformá-la em hipertensa no futuro."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprendizado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A auxiliar de dentista Priscila Alice dos Santos de Paula, 31 anos, conta que começou a reunir a família à mesa num esforço conjunto para controlar o peso do filho. Há cinco meses, com o início do tratamento de Guilherme - 10 anos, 1, 58m e 70 quilos -, Priscila resolveu mudar os hábitos alimentares da casa toda. A outra filha, de 5 anos, e também o marido tiveram de se adequar aos horários fixos das refeições e ao cardápio saudável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das principais mudanças foi excluir o refrigerante. Agora, o líquido só é permitido aos fins de semana e, mesmo assim, não pode ser de cor escura porque, segundo ela, engorda mais. "Quando o marido foge à regra, o Guilherme chama a atenção dele."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa que Priscila aprendeu foi a importância de olhar para o alimento e mastigar muito antes de engolir. "O que sacia nossa fome é o cérebro", diz ela. "Qualquer coisa que se faça comendo não entra como informação para o cérebro", acrescenta Vera. "Sem essa informação, a pessoa vai sentir fome mais rápido."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.estadao.com.br/saude&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-6936245755771727409?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/6936245755771727409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/05/jantar-em-familia-previne-obesidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/6936245755771727409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/6936245755771727409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/05/jantar-em-familia-previne-obesidade.html' title='Jantar em família previne obesidade'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-1359954466136297079</id><published>2011-05-26T17:46:00.002-03:00</published><updated>2011-05-26T17:55:54.781-03:00</updated><title type='text'>Solidão é doença e vivemos epidemia; teste a sua</title><content type='html'>GUILHERME GENESTRETI&lt;br /&gt;DE SÃO PAULO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solidão virou epidemia. Há mais casas habitadas por uma única pessoa e estamos confiando menos uns nos outros, dizem as pesquisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, está cada vez mais difícil ficar sozinho. Basta um clique, e centenas de amigos invadem nossos computadores nas redes sociais.&lt;br /&gt;Daniel Marenco/Folhapress&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11144454.jpeg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 550px; height: 367px;" src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11144454.jpeg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A atriz Maristela Vanini, 39, que mora em São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estar imerso na internet ou ser rodeado de parentes não muda o quadro "epidêmico", diz o psicólogo americano John T. Cacioppo, que é diretor do Centro de Neurociência Cognitiva e Social da Universidade de Chicago (EUA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele é autor de "Solidão ""A Natureza Humana e a Necessidade de Vínculo Social" (Ed. Record), livro que reúne quase 20 anos de suas pesquisas sobre o tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mote é o seguinte: a espécie humana evoluiu graças às relações entre os indivíduos e ao apoio mútuo ao longo do tempo. A solidão vai na direção contrária à da evolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ela é como a dor ou a fome. É sinal de que algo não vai bem e que precisamos reforçar os vínculos sociais", afirmou Cacioppo à Folha, por telefone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estudos que o autor conduziu, com estudantes da Universidade do Estado de Ohio (EUA) e um grupo de adultos mais velhos, apontaram que os solitários têm uma qualidade de sono pior do que os demais e estão mais propensos a doenças cardiovasculares e infecciosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A explicação também tem um quê darwinista: "A solidão crônica coloca a pessoa em estado de alerta constante, porque ela tem que se defender sozinha", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como resultado, o solitário passa mais tempo com altas concentrações de cortisol, hormônio ligado ao estresse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O psicoterapeuta Roberto Golgkorn, que também escreveu um livro sobre o tema, "Solidão Nunca Mais" (Ed. Bertrand Brasil), concorda com o colega. Para ele, uma sociedade sem troca de afetos não consegue evoluir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Deve haver um fio que costure a identidade de todos, como em um formigueiro, que mais parece um organismo, enquanto as formigas são as células", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÓ NA MULTIDÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atriz Maristela Vanini, 39, diz que sabe o que é ser solitária na companhia dos outros. Desde os cinco anos, quando ouvia discos do Carpenters em seu quarto, ela afirma se sentir só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela mora com os pais, que a apoiam. "Mas me sinto incompreendida. Em casa não se fala sobre sentimentos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus pais não viram a primeira vez em que ela subiu em um palco como profissional, dez anos atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu cheguei toda animada para contar aquela emoção, mas estavam todos dormindo. Solidão não é opção", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o psiquiatra Geraldo Massaro, nem toda solidão é negativa. "A pessoa pode sair enriquecida da solidão, mesmo com sofrimento. Ela pode refletir sobre a própria vida, amadurecer."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o vendedor de livros Leonardo Minduri, 35, a solidão é "nobre".&lt;br /&gt; Pedro Silveira/Folhapress &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11144458.jpeg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 550px; height: 299px;" src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11144458.jpeg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O vendedor de livros Leonardo Minduri, 35, de Belo Horizonte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estou na sociedade por obrigação. Se eu tivesse outra opção, estaria na montanha, isolado", conta ele, que se diz um eremita urbano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há cerca de dois anos, Minduri juntou dinheiro, colocou barraca e fogareiro na mochila e caiu na estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alternando entre ônibus e carona, ele partiu de Belo Horizonte, onde mora, e foi até Punta Arenas, no Chile.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Minduri, só embarcaram livros: Rimbaud, Nietzsche, Schopenhauer e Fernando Pessoa. "Prefiro a companhia deles do que a das pessoas", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de seis meses vagando, Minduri começou a trocar mensagens com uma moça que conheceu pela internet. Hoje, eles namoram. Mas ela vive a 150 km de distância dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CANTO SAGRADO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orlando Colacioppo, 45, mora há duas décadas sozinho no centro de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele diz não sentir falta de ter alguém com quem desabafar em casa. "Para discutir os problemas, existem os amigos e os botecos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso dele tem respaldo estatístico. Nos últimos 20 anos, segundo o IBGE, o número de casas habitadas por uma única pessoa passou de 7% para 12% no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quanto mais convivência, mais atrito. Eu quero é curtir meu isolamento, no meu canto sagrado", afirma Orlando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O designer já dividiu o apartamento com uma namorada por dois anos, mas diz que repetir a experiência seria difícil. "Se eu cair de amores, espero que ela tenha uma casa só dela."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REDES SOCIAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compensar solidão física com centenas de amigos no Facebook não resolve, segundo o psicólogo Cacioppo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É como tentar matar a fome com aperitivo", compara. "A interação ali é eletrônica, a pessoa não é parte da vivência do amigo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Sherry Turkle, psicóloga e professora do Massachusetts Institute of Technology (EUA), muitos optam pelos relacionamentos na rede por medo de contato íntimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estar conectado dá a ilusão de termos companhia sem as demandas de uma amizade", disse ela à Folha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Turkle, autora do livro "Alone Together", lançado no início do ano, nos EUA, a tecnologia mudou a nossa experiência de solidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Para fazer uma reflexão, precisamos 'postar' nosso pensamento. Assim, não cultivamos a capacidade de ficar sozinhos, de refletir por nós mesmos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jelson Oliveira, professor de filosofia da PUC do Paraná, concorda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não sabemos mais ficar sozinhos e buscamos nos ocupar a toda hora, como se ficar sozinho fosse perda de tempo. Ocupamos o silêncio com o barulho".&lt;br /&gt; Editoria de Arte/Folhapress  &lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11144420.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 635px; height: 1794px;" src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11144420.gif" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.folha.com/equilibrioesaude&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-1359954466136297079?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/1359954466136297079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/05/solidao-e-doenca-e-vivemos-epidemia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/1359954466136297079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/1359954466136297079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/05/solidao-e-doenca-e-vivemos-epidemia.html' title='Solidão é doença e vivemos epidemia; teste a sua'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-9109105126379230824</id><published>2011-05-26T17:27:00.002-03:00</published><updated>2011-05-26T17:35:14.783-03:00</updated><title type='text'>Obesidade é socialmente contagiosa, diz estudo</title><content type='html'>DE SÃO PAULO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obesidade é socialmente contagiosa, diz um estudo da Universidade do Estado do Arizona (EUA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os autores da pesquisa, antropólogos, o fato de que a obesidade se espalha entre amigos e parentes já era conhecido. Eles queriam observar como isso acontecia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles entrevistaram 101 mulheres e 812 de seus amigos mais próximos e parentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comparando o índice de massa corporal dessas mulheres aos de seus parentes e amigos, os pesquisadores confirmaram que o risco de obesidade aumenta se a rede de contatos da pessoa tem mais obesos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipe examinou três possibilidades para a disseminação da obesidade por meio de conexões sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas têm a ver com ideias compartilhadas sobre o que é peso adequado para essas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Você pode saber o que seus amigos acham que é um peso aceitável e mudar seus hábitos para alcançar essa meta. Ou você pode não concordar com o que seus amigos pensam mas se sentir pressionado a atingir esse ideal. Ou, ainda, você pode formar uma noção de peso adequado observando os corpos de seus amigos e parentes, o que acaba mudando seus hábitos de alimentação e exercícios.", afirma Daniel J. Hruschka, antropólogo e líder do estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fator de influência mais forte foi a observação, segundo os pesquisadores. Mesmo assim, sua ação é limitada. Outros fatores como comer e se exercitar junto com os amigos podem ser mais importantes do que os mecanismos analisados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo analisou também o estigma da obesidade. As voluntárias foram questionadas sobre se preferiam ser obesas ou ter problemas como alcoolismo ou herpes. Em muitos casos, as mulheres preferiam sofrer desses problemas a serem gordas. Cerca de 25% delas preferiam ter depressão grave à obesidade, e 14,5% preferiam ser cegas do que gordas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Esse estudo é importante porque mostra que apesar de o agrupamento de pessoas obesas ser uma realidade, não são as ideias similares sobre peso ideal que causam isso", afirmou Alexandra Brewis, uma das autoras do trabalho. "Precisamos nos concentrar no que as pessoas fazem juntas e não no que elas pensam." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.folha.com/equilibrioesaude&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Adiposidade de contagia: Amizade com obeso eleva chance de também ficar obeso em 171% &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_n9_vdklTM9c/TGu81RnuHfI/AAAAAAAASa4/GQHyzLGs2j0/s400/sem_futuro_gordos.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 399px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_n9_vdklTM9c/TGu81RnuHfI/AAAAAAAASa4/GQHyzLGs2j0/s400/sem_futuro_gordos.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Adiposidade de contagia: Amizade com obeso eleva chance de também ficar obeso em 171%&lt;br /&gt;A obesidade aumentou substancialmente nos últimos 30 anos, gerando diversas hipóteses sobre o fenômeno mundial. Talvez uma das mais criativas que já ouvi é a de que a obesidade seria transmitida por uma forma de contágio social. Estariam os seus amigos te deixando gordinho? Por incrível que pareça, a resposta parece ser positiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia de redes sociais influenciando no comportamento humano vem de um colega meu na Universidade da Califórnia em San Diego, James Fowler, e de seu colaborador de Harvard, Nicholas Christakis. Juntos, desenvolveram uma série de pesquisas sobre o assunto e publicaram os resultados no livro “Connected”, que recomendo com veemência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados mostram que, se uma pessoa fica obesa, as pessoas relacionadas com ela aumentam significativamente as chances de também ficarem obesas. Surpreendentemente, o maior efeito não é entre pessoas da mesma família ou que vivem na mesma casa, mas entre amigos. Não aquele conhecido, ou colega superficial, mas aquele que tem um significado real para você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se seu melhor amigo torna-se obeso, suas chances de também ficar obeso nos próximos dois anos aumentam em 57%. Caso aquela pessoa também o considere como um melhor amigo, a probabilidade salta para 171%. Entre irmãos, a chance de um ficar obeso caso o outro engorde é de 40%, e entre casais, de 35%. Pessoas do mesmo sexo têm mais influência sobre a outra do que pessoas do sexo oposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados saíram de um banco de dados de outra pesquisa, sobre as chances de doenças cardíacas, com dados acumulados durante 32 anos e que envolveu 12.067 adultos. Os autores conseguiram mapear as conexões sociais desses indivíduos, elaborando a base para o estudo da obesidade. Desse mesmo banco de dados, puderam concluir que a diminuição do tabagismo não foi responsável pela epidemia de obesidade nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As causas dessa observação também foram investigadas. Uma das razões excluídas foi a de que nos pareamos com pessoas fisicamente parecidas, com peso semelhante. Efeitos contextuais, como geografia, presença de uma academia ou McDonald’s na esquina também foram eliminados. O impacto das redes foi independente de a pessoa morar no mesmo continente ou na mesma vizinhança. O efeito parece ser mesmo causal e não apenas consequência do ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A explicação parece estar no inconsciente do que denominamos “obeso”. De alguma forma, o cérebro interpreta a norma de saúde baseando-se naqueles com quem interagimos. Essa interpretação influencia no quanto comemos, nos exercitamos ou mesmo o que consideramos estar fora do peso ideal. Isso mostra que as redes sociais parecem muito mais fortes do que imaginamos, superando até mesmo a ação da mídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fowler tem confirmado seus achados usando ferramentas online de redes sociais como o Facebook. Ele usa as fotos dos usuários para estimar o índice de gordura da pessoa e os amigos para montar e analisar a rede. Até agora, os dados estão aparentemente confirmados em diversas partes do mundo, dando suporte à influência social no controle do peso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As implicações dessas conclusões são profundas. Os efeitos da rede são observados mais nitidamente nos três primeiros níveis de separação (no amigo do amigo do amigo). Decisões de saúde devem, portanto, considerar esse tipo de dinâmica. Assim, quando ajudamos uma pessoa a perder peso, estamos na realidade ajudando outras ao mesmo tempo. Perder peso em um grupo de amigos também parece ser mais eficiente do que tentar sozinho. O mesmo vale para parar de fumar, começar a prática de exercícios etc. Outra implicação é que não só a obesidade é contagiosa socialmente, mas também a magreza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tudo em biologia é mais complexo do que se imagina. Uma nota aos leitores que sairiam correndo para cortar a intimidade com os amigos gordinhos: cada amigo que você tem, independente do peso, contribui para transformá-lo em uma pessoa mais feliz e viver mais tempo. Mais vale ajudar o seu amigo a perder peso do que perdê-lo de vez. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;G1/Spiral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Matéria postada no blog http://gentesemfuturo.blogspot.com/2010/08/adiposidade-de-contagia-amizade-com.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-9109105126379230824?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/9109105126379230824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/05/obesidade-e-socialmente-contagiosa-diz.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/9109105126379230824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/9109105126379230824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/05/obesidade-e-socialmente-contagiosa-diz.html' title='Obesidade é socialmente contagiosa, diz estudo'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_n9_vdklTM9c/TGu81RnuHfI/AAAAAAAASa4/GQHyzLGs2j0/s72-c/sem_futuro_gordos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-6782377931392821760</id><published>2011-05-26T12:41:00.002-03:00</published><updated>2011-05-26T12:46:11.475-03:00</updated><title type='text'>Câncer de boca causado por sexo oral avança no Brasil</title><content type='html'>CLÁUDIA COLLUCCI&lt;br /&gt;DE SÃO PAULO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma década, dispararam no país os casos de câncer de boca e orofaringe relacionados à infecção por HPV (papilomavírus humano), transmitidos por sexo oral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O índice de tumores provocados pelo vírus é três vezes superior ao registrado no fim da década de 1990. Não há um aumento do número total de casos, mas sim uma mudança no perfil da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes, cânceres de boca e da orofaringe (região atrás da língua, o palato e as amígdalas) afetavam homens acima de 50 anos, tabagistas e/ou alcoólatras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, atingem os mais jovens (entre 30 e 45 anos), que não fumam e nem bebem em excesso, mas praticam sexo oral desprotegido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma recente análise publicada no periódico "International Journal of Epidemiology" mostra que, quanto maior o número de parceiras com as quais pratica sexo oral e quanto mais precoce for o início da vida sexual, mais risco o homem terá de desenvolver câncer causado pelo HPV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAIS CASOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Hospital A.C. Camargo, em São Paulo, 80% dos tumores de orofaringe têm associação com o papilomavírus. Há dez anos, essa associação existia em 25% dos casos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O HPV já está presente em 32% dos tumores de boca em pacientes abaixo dos 45 anos ""antes, o índice era de 5%. Por ano, o hospital atende 160 casos desses tumores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O aumento dos tumores por HPV é real, e não porque houve melhora do diagnóstico. Os casos relacionados ao tabaco vêm caindo, mas o HPV está ocupando o lugar", diz o cirurgião Luiz Paulo Kowalski, do A.C. Camargo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira), 60% dos 96 casos de câncer de orofaringe atendidos em 2010 tinham relação com o HPV. As mulheres respondem por 20% dos casos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Começa-se a notar um maior número de mulheres com esse câncer, por causa do sexo oral desprotegido", diz o oncologista Gilberto de Castro Júnior, do Icesp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Hospital de Câncer de Barretos, no interior paulista, casos ligados ao HPV respondem por 30% dos cânceres da orofaringe, um aumento de 50% em relação à década passada, segundo o cirurgião André Lopes Carvalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A maioria dos nossos pacientes tem o perfil clássico, de homens mais velhos que bebem e fumam. Mas estamos percebendo uma virada." O Inca (Instituto Nacional de Câncer) desenvolve seu primeiro estudo sobre o impacto do HPV nos tumores orais. Segundo o cirurgião Fernando Dias, coordenador da área de cabeça e pescoço do instituto, o HPV de subtipo 16 é o que mais provoca câncer da orofaringe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O HPV está criando um novo grupo de pacientes. Por isso, é preciso reforçar a necessidade de fazer sexo oral com preservativo." O Inca estima que, por ano, o país registre 14 mil novos casos de câncer de boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os especialistas, a boa notícia é que os tumores de orofaringe relacionados ao HPV têm um melhor prognóstico em relação àqueles provocados pelo fumo.&lt;br /&gt;Paulo Kowalski afirma que eles respondem melhor à quimioterapia e à radioterapia e, muitas vezes, não há necessidade de cirurgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VACINA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vacina contra o HPV não é aprovada para homens no Brasil. Nos EUA, onde foi liberada, a imunização masculina não protege contra o HPV 16, o tipo que mais causa câncer de boca e de orofaringe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, só mulheres entre 9 e 26 anos têm indicação para a vacina contra quatro tipos de HPV, entre eles o 16. Mas a imunização só existe na rede privada, ao custo médio de R$ 900. &lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11145180.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 550px; height: 1210px;" src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11145180.gif" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.folha.com/equilibrioesaude&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-6782377931392821760?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/6782377931392821760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/05/cancer-de-boca-causado-por-sexo-oral.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/6782377931392821760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/6782377931392821760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/05/cancer-de-boca-causado-por-sexo-oral.html' title='Câncer de boca causado por sexo oral avança no Brasil'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-3801988154463719585</id><published>2011-05-15T18:44:00.003-03:00</published><updated>2011-05-15T19:16:24.389-03:00</updated><title type='text'>Bastam 15 minutos por dia e...adeus, dor!</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Conheça agora um programa de atividades físicas personalizado, que ajuda a aplacar dores crônicas nos ombros, de cabeça, nos joelhos, nas costas e até as terríveis cólicas menstruais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;por Rita Trevisan | Fotos Fabio Mangabeira&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/94/imagens/i253280.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 304px;" src="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/94/imagens/i253280.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esqueça o chazinho e o analgésico de sempre. Para amenizar as dores que andam atrapalhando a sua vida, uma das estratégias mais eficientes é malhar. "O exercício físico aumenta a produção de uma substância chamada beta-endorfina, cuja estrutura é muito parecida com a da morfina, a responsável pelo alívio das dores e pela sensação de euforia e bem-estar que sentimos após a atividade", explica José Kawazoe Lazzoli, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os benefícios de mexer o corpo também ajudam a prevenir complicações. É o que ensina o ortopedista Arnaldo José Hernandez, chefe do grupo de Medicina do Esporte e Cirurgia do Joelho do Hospital das Clínicas da USP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A prática regular permite um ganho de flexibilidade. Além disso, no caso dos joelhos e de outras articulações, o fortalecimento dos músculos que dão sustentação a essas estruturas diminui muito o risco de lesões e traumas", diz Hernandez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que existem exercícios específicos para tratar cada problema. Com base na análise criteriosa de cada quadro, feita por especialistas no assunto, VivaSaúde chegou a um plano completo, elaborado pelo educador físico e fisiologista do exercício Lincoln Lima, professor da Fórmula Academia. Se praticado por 15 minutos diários, diariamente, o treino será capaz de aliviar as dores crônicas de maneira significativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DESCANSO PARA OS OMBROS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Causas do problema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A incômoda sensação que limita a movimentação dos braços é uma resposta do organismo à dobradinha predisposição genética + maus hábitos. A postura descuidada, o uso de bolsas pesadas de um lado só e a própria falta de exercícios é o que nos faz travar. "Podem surgir inflamações em decorrência de uma lesão na musculatura, como a bursite e a tendinite. Outras doenças como a calcificação, a capsulite adesiva e a instabilidade articular também provocam a dor, mas são raras", diz o ortopedista Sergio L. Checchia, diretor da Sociedade Mundial de Cirurgia do Ombro e Cotovelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  SEGUNDA-FEIRA Caminhada leve&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ORIENTAÇÕES: caminhe em local plano, de preferência num parque. Ande em uma velocidade razoável, num ritmo um pouco mais acelerado do que faria se estivesse apenas passeando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  TERÇA-FEIRA Alongamento&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/94/imagens/i253281.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 520px;" src="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/94/imagens/i253281.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 1: em pé, braços estendidos, joelhos semiflexionados. Estenda o braço esquerdo em direção à lateral direita do corpo e apoie o cotovelo esquerdo com a mão direita. Segure por 60 segundos e retorne. Repita com o outro braço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 2: em pé, coloque as pontas dos dedos nos ombros e os cotovelos para fora. Eleve os cotovelos até o seu limite e segure por 60 segundos. Volte à posição inicial e faça o movimento inverso. Repita 10 vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 3: ainda com as mãos nos ombros, empurre os cotovelos para trás o máximo que conseguir e segure por 60 segundos. Depois, volte à posição inicial e faça o movimento inverso. Repita 10 vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 4: em pé com joelhos semiflexionados, levante os ombros o mais alto que puder e segure por 60 segundos. Então, solte os braços completamente e de uma vez só. Repita 10 vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;POR QUE O EXERCÍCIO FAZ BEM?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Em 2009, a Revista Brasileira de Fisioterapia publicou um estudo demostrando que o exercício reduz a dor musculoesquelética, principalmente na região dos ombros, quando envolve movimentos resistidos, supervisionados e aplicados por período igual ou superior a dez semanas", esclarece o fisiologista Ricardo Zanuto. Também vale a pena investir em exercícios de alongamento. "Que é fundamental para prevenir lesões", completa Checchia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  QUARTA-FEIRA Caminhada leve&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  QUINTA-FEIRA Fortalecimento muscular&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/94/imagens/i253282.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 401px; height: 395px;" src="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/94/imagens/i253282.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 5: estenda os braços ao lado do corpo e flexione os cotovelos na lateral. Segure um pesinho em cada mão, eleve os braços para o alto, até que as mãos se encontrem acima da cabeça. Repita 10 vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 6: deitado com uma perna sobre a outra, cotovelo apoiado no solo. Com a outra mão, segure o pesinho, esticando o braço para a frente e para a lateral. Faça 10 vezes e troque de lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 7: braços estendidos, segure um pesinho em cada mão. Então, eleve os braços estendidos para o lado, na lateral, até a altura dos ombros. Em seguida, eleve os braços estendidos para a frente. Repita 10 vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  SEXTA-FEIRA Caminhada leve&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  SÁBADO Alongamento (exercícios 1 a 4)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  DOMINGO Fortalecimento muscular (exercícios 5 a 7)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;POR QUE O EXERCÍCIO FAZ BEM?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Em 2009, a Revista Brasileira de Fisioterapia publicou um estudo demostrando que o exercício reduz a dor musculoesquelética, principalmente na região dos ombros, quando envolve movimentos resistidos, supervisionados e aplicados por período igual ou superior a dez semanas", esclarece o fisiologista Ricardo Zanuto. Também vale a pena investir em exercícios de alongamento. "Que é fundamental para prevenir lesões", completa Checchia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ALÍVIO PARA A DOR DE CABEÇA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Causas do problema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A predisposição genética, aliada a fatores ambientais como o estresse diário e o abuso de analgésicos, pode tornar crônicas e insuportáveis as dores de cabeça. Mas as cefaleias e enxaquecas também são consequência de outras doenças de base, como traumatismos, processos de acidente vascular cerebral (AVC), alterações de pressão sanguínea, entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;POR QUE O EXERCÍCIO FAZ BEM?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Um estudo publicado pelo periódico científico Arquivos de Neuropsiquiatria mostrou que a prática regular de exercícios pode melhorar a cefaleia, a qualidade de vida e, consequentemente, diminuir o impacto e as limitações impostos pela dor. Outro estudo, que mereceu menção na Revista Medicina, de Ribeirão Preto (SP), apontou que praticantes de exercícios físicos relataram menor frequência nos episódios de enxaqueca. Essa última, contou com pacientes portadores de diabetes tipo 1, 2 e com indivíduos saudáveis, e os resultados foram positivos em todos os grupos", relata o fisiologista Ricardo Zanuto, que também é nutricionista e professor de educação física das Faculdades Integradas de Santo André.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Eliana Melhado, da Sociedade Brasileira de Cefaleia, de maneira geral, os exercícios de intensidade leve a moderada são os mais indicados para aliviar os sintomas das dores primárias, aquelas que não têm relação com outra doença: "Durante a atividade física nosso organismo libera mediadores químicos que equilibram a vasodilatação, além de neurotransmissores, como a beta-endorfina". Além disso, o alongamento da região dos ombros, pescoço e face diminuem a tensão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  SEGUNDA-FEIRA Caminhada leve&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ORIENTAÇÕES: caminhe em local plano, de preferência num parque. Ande em uma velocidade razoável, num ritmo um pouco mais acelerado do que faria se estivesse apenas passeando.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/94/imagens/i253283.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 401px; height: 550px;" src="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/94/imagens/i253283.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  TERÇA-FEIRA Alongamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 1: em pé, pernas afastadas e coluna ereta. Entrelace os dedos, posicione as mãos atrás da nuca e leve a cabeça, com suavidade, em direção ao peito. Permaneça por 60 segundos e retorne à posição inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 2: em pé, com a mão direita, segure a cabeça do lado esquerdo, empurrando-a em direção ao ombro direito. Fique nessa posição por 60 segundos e retorne, devagar. Faça o mesmo do outro lado. É importante que, durante o movimento, os ombros não se mexam e que você sinta um alongamento do pescoço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 3: agora, na mesma posição, abaixe os braços e faça pequenos círculos com o pescoço, girando-o para um dos lados, 60 segundos. Depois, repita o mesmo movimento no outro sentido, pelo mesmo intervalo de tempo. Faça o movimento lentamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 4: em pé, mantenha os braços estendidos ao lado do corpo. Olhando para a frente, leve os dois braços para trás, sem forçar, e olhe para o teto. Permaneça por 60 segundos e retorne à posição inicial, soltando bem os braços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produção: Janaina Rezende / Modelo: Milena Barbosa (Agência Ello Model) / Ela veste top e calça Track&amp;Field, colchão Movement&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  QUARTA-FEIRA Caminhada leve&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  QUINTA-FEIRA Relaxamento&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/94/imagens/i253284.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 401px; height: 212px;" src="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/94/imagens/i253284.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 6: deitado de barriga para cima e sentindo-se bem confortável, feche os olhos e expire pela boca, até soltar todo o ar que for possível. Concentre-se no abdome e imagine-o encolhendo enquanto expira. Então, inspire lentamente pelo nariz e imagine que o abdome se expande. Prenda a respiração por cinco segundos e, em seguida, expire ainda mais devagar, recomeçando o exercício novamente. Repita cinco vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 7: permaneça deitado e contraia apenas os dedos dos pés. Observe a sensação de estar tenso. Segure por cinco segundos e, então, relaxe os dedos. Agora perceba a diferença entre estar tenso e relaxado. Repita esta experiência com cada parte do corpo - pé, batata da perna, joelho... até chegar ao rosto. Observe como todo seu corpo ficará mais leve, após ser submetido à tensão e, logo em seguida, ao relaxamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  SEXTA-FEIRA Caminhada leve&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  SÁBADO Alongamento (exercícios de 1 a 5)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  DOMINGO Relaxamento (exercícios 6 e 7)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alongamento&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/94/imagens/i253285.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 299px; height: 616px;" src="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/94/imagens/i253285.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 5: em pé, rotacione os ombros, girando-os para trás, de modo que apenas ombros e braços se mexam e o tronco permaneça estável, por 60 segundos. Depois faça o movimento inverso, girando os ombros para a frente, pelo mesmo período de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exercícios de intensidade leve aliviam os sintomas das dores primárias, aquelas que não têm relação com outra doença&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;REDUZA O INCÔMODO NO JOELHO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Causas do problema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, mais uma vez, é a influência genética, associada a fatores ambientais, como a má postura e a sobrecarga, o que leva ao aparecimento das dores crônicas. "Em adultos jovens, os traumas provocados por alguns tipos de esportes também estão entre as causas mais comuns de problemas. Já na terceira idade, as dores são, em geral, consequência do desgaste progressivo da cartilagem, que caracteriza a artrose", explica o ortopedista Arnaldo José Hernandez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alongamento&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/94/imagens/i253286.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 485px;" src="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/94/imagens/i253286.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 1: em pé, apoie as duas mãos na parede, mantenha os pés paralelos, pernas afastadas. Então, leve uma das pernas atrás da outra e flexione o joelho que está à atrás. O outro joelho deve permanecer estendido atrás. Ambos os pés devem estar totalmente apoiados no solo e com as pontas voltadas para a frente. Segure por 60 segundos e repita com a outra perna.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;POR QUE O EXERCÍCIO FAZ BEM?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estudo publicado na Revista Brasileira de Medicina Esportiva, liderado por um grupo de pesquisadores do departamento de Ortopedia e Traumatologia da Unicamp, verificou a efetividade dos exercícios resistidos no tratamento da síndrome da dor femoropatelar, um dos problemas de joelho mais comuns. No total, 24 voluntários portadores da síndrome foram submetidos a oito semanas consecutivas de exercícios, divididos em três treinos por semana, em dias alternados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo concluiu que a atividade física promoveu melhora da funcionalidade da articulação e redução da intensidade da dor em todos os participantes", relata Ricardo Zanuto. Além da carga extra de neurotransmissores benéficos que os exercícios jogam na corrente sanguínea, a melhora da autoestima e o controle do peso são também consequências diretas dessas práticas regulares. "Os exercícios com peso ainda vão trabalhar a musculatura das pernas, para que ela funcione como um amortecedor, diminuindo a sobrecarga sobre os joelhos", explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  SEGUNDA-FEIRA Caminhada leve&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ORIENTAÇÕES: caminhe em local plano, de preferência num parque. Ande em uma velocidade razoável, num ritmo um pouco mais acelerado do que faria se estivesse apenas passeando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  TERÇA-FEIRA Alongamento&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/94/imagens/i253287.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 209px;" src="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/94/imagens/i253287.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 2: em pé, com os braços estendidos, apoie a perna esquerda na parte mais alta do encosto da cadeira, de modo que o pé fique na linha do quadril. Então, mantendo as pernas estendidas, leve as mãos em direção à ponta do pé esquerdo e a cabeça em direção ao joelho. Segure por 60 segundos e repita com a perna direita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 3: em pé, pernas afastadas e braços estendidos ao longo do corpo. Projete o corpo para a frente, flexionando o quadril e deixando os braços cair para baixo, como se quisesse tocar o chão. Deixe o corpo relaxar, mantendo pernas e braços estendidos. Segure por 60 segundos e retorne à posição inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 4: em pé, pernas afastadas e braços estendidos, apoie a mão direita na parede e flexione o joelho direito para trás, até conseguir segurar a ponta do pé direito com a mão esquerda. Mantenha os dois joelhos bem próximos. Segure por 60 segundos e recomece o exercício, alternando as posições das pernas e braços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  QUARTA-FEIRA Caminhada leve&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  QUINTA-FEIRA Fortalecimento muscular&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/94/imagens/i253288.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 401px; height: 491px;" src="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/94/imagens/i253288.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 5: em pé, pés paralelos, pernas afastadas na largura do quadril. Avance uma das pernas à frente, mantendo a perna de trás apoiada na meia ponta. Então, flexione os joelhos até que o de trás se aproxime do solo. Retorne à posição inicial e recomece com a outra perna. Repita 10 vezes para cada perna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 6: em pé, com as pernas afastadas na largura do quadril, apoie as mãos no encosto de uma cadeira. Flexione o joelho esquerdo para trás, até que a sua perna forme um ângulo de 90°. Então, movimente-a como se fosse encostar o pé no glúteo, segurando o movimento e contraindo. Depois, retorne à posição inicial,. Conte 10 repetições para cada perna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 7: sentado, com as costas totalmente apoiadas numa cadeira, os pés no solo e as mãos ao lado das pernas, sobre o assento. Estenda uma das pernas até que ela atinja a altura do outro joelho e, então, retorne à posição inicial, flexionando-a novamente. Repita dez vezes para cada perna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 8: em pé, com as pernas afastadas na largura do quadril e os pés apontados para fora, formando um "V" entre eles. Apoie as duas mãos no encosto da cadeira. Em seguida, fique nas pontas dos pés e volte à posição inicial, porém, sem apoiar totalmente os pés no solo antes de recomeçar o movimento. Repita dez vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experimente fazer os exercícios com caneleiras. Isso ajuda a trabalhar a musculatura das pernas, para que ela funcione como um amortecedor, diminuindo a sobrecarga sobre os joelhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  SEXTA-FEIRA Caminhada leve&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  SÁBADO Alongamento (exercícios 1 a 4)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  DOMINGO Muscular (exercícios 5 a 8)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;LIVRE-SE DA DOR NAS COSTAS&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Causas do problema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma importante influência da genética no aparecimento dessas dores, porém é certo que elas podem se agravar bastante por conta do nosso descuido diário. "Fatores como o sedentarismo, as más posturas e a sobrecarga influenciam de maneira decisiva o quadro. Além disso, outras doenças degenerativas do complexo intervertebral podem estar provocando a dor e precisam ser avaliadas. É o caso da artrose e da hérnia de disco, por exemplo", diz o fisioterapeuta e osteopata Helder Montenegro, fundador do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;POR QUE O EXERCÍCIO FAZ BEM?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Universidades australianas e americanas estão na vanguarda de pesquisas que comprovam a importância do fortalecimento da musculatura no tratamento e na prevenção de dores na coluna vertebral. "Um artigo interessante da revista Orthopedy Clinical North American mostra que o fortalecimento do core (o conjunto de todos os músculos na região do tronco: os abdominais, os dorsais e os da pélvis) é uma medida eficiente para diminuir as dores na coluna, aumentando sua autonomia funcional", observa Ricardo Zanuto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O aumento da função e do tônus muscular, obtidos por meio dos exercícios específicos, melhora a capacidade de sustentação dessas estruturas e, consequentemente, diminui as contraturas persistentes, que são causas importantes de perpetuação da dor", explica o reumatologista Silvio Figueira Antonio, do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo. "Os músculos das costas também protegem os ossos da sobrecarga que recebem no dia a dia", complementa o fisioterapeuta Elder Camacho, da Equilíbrio Fit&amp;Fisio. Além dos exercícios resistidos, os aeróbios ajudam a melhorar as condições gerais do organismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  SEGUNDA-FEIRA Caminhada leve&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ORIENTAÇÕES: caminhe em local plano, de preferência num parque. Ande em uma velocidade razoável, num ritmo um pouco mais acelerado do que faria se estivesse apenas passeando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  TERÇA-FEIRA Alongamento&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/94/imagens/i253289.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 369px;" src="http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/94/imagens/i253289.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 1: de barriga para baixo, posicione a cabeça entre os braços. Então, curve as costas o máximo possível, projetando levemente o bumbum para baixo. Segure por 60 segundos e, então, olhe para o alto. Repita cinco vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 2: deitado de barriga para cima, joelhos flexionados, pés apoiados no solo. Estique os braços para cima, com os dedos entrelaçados. Deixe o joelho cair para o lado esquerdo, enquanto leva os braços à direita. Fique por 60 segundos e repita do outro lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 3: em pé, na frente de uma cadeira, coloque o calcanhar esquerdo sobre o assento. Ambos os joelhos ficam estendidos. Projete o corpo à frente, flexionando o quadril, tentando alcançar o pé com as duas mãos. Fique 60 segundos, repita e depois troque a perna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXERCÍCIO 4: sentado em uma cadeira, postura ereta, pés totalmente apoiados no solo. Apoie as mãos nos antebraços, à frente do corpo, e suba os braços até a altura dos ombros. Então, gire o tronco para a direita e permaneça por 60 segundos. Faça o mesmo do lado oposto. Repita duas vezes para cada lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  QUARTA-FEIRA Caminhada leve&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  QUINTA-FEIRA Fortalecimento muscular&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-3801988154463719585?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/3801988154463719585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/05/bastam-15-minutos-por-dia-eadeus-dor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/3801988154463719585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/3801988154463719585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/05/bastam-15-minutos-por-dia-eadeus-dor.html' title='Bastam 15 minutos por dia e...adeus, dor!'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-2671501970225016391</id><published>2011-05-08T10:45:00.002-03:00</published><updated>2011-05-08T11:14:38.176-03:00</updated><title type='text'>O infarto do novo século Problemas emocionais e ambientais, associados à predisposição genética, são gatilhos para doenças cardíacas</title><content type='html'>Uma forte dor no coração, como se ele rasgasse por dentro, subitamente. A frase parece apenas uma metáfora clichê, sempre acessível para descrever uma mágoa profunda, mas não física. O coração partido, porém, no auge do século 21, deixou de ser muleta dos sofredores e passou a fator de risco para problemas cardíacos. Dor de amor também pode matar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depressão e problemas emocionais, associados a uma predisposição genética, estão entre as causas de infartos em pacientes jovens, alerta Marcelo Ferraz Sampaio, cardiologista do Hospital Oswaldo Cruz, chefe do Laboratório de Biologia Molecular do Instituto Dante Pazzanese, em São Paulo e especialista no tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico revela que nos últimos anos, o índice de infartos atípicos no setor de emergência do hospital foi surpreendentemente alto. Além do fator numérico, os pacientes tinham características clínicas semelhantes: jovens, em sua maioria mulheres, saudáveis, mas com incidentes cardíacos severos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Observávamos, ao fazer a identificação da artéria, que o coração tinha infartado, mas não havia lesão. Começamos, então, a desvendar como essa artéria poderia ter provocado a restrição de fluxo por mais de 20 minutos, sem ter nenhum comprometimento.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao confrontar os pacientes com pesquisas internacionais, o especialista constatou que essas artérias sofrem um Sistema de Restrição Dinâmica ao Fluxo. A consequência e o processo são semelhantes ao que ocorre em um infarto tradicional, provocado pela conhecida lista de fatores de risco: obesidade, diabetes, hipertensão e cigarro. Neste caso, no entanto, o gatilho é emocional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como ocorre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A passagem de sangue é obstruída não pelas placas de gordura, mas por um estreitamento das paredes da artéria, responsável por interromper o fluxo. O mesmo evento é diagnosticado em casos de overdose de drogas como cocaína e crack, ou no uso de anabolizantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Também é possível que as plaquetas do sangue fiquem como se fossem 'tresloucadas', interrompendo o fluxo subitamente, gerando os infartos. Descobrimos que esses pacientes têm alteração da formação das plaquetas”, explica o especialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse mesmo processo ocorre em pacientes com depressão. “A doença emocional, em tese, não é fator de risco pra doença cardíaca, mas pode ser, em determinadas circunstâncias, o fator principal”, endossa Sampaio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coração rasgado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://i0.ig.com/fw/9p/ek/wl/9pekwlz93y9a3fwq5qzc8e6ey.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 316px; height: 237px;" src="http://i0.ig.com/fw/9p/ek/wl/9pekwlz93y9a3fwq5qzc8e6ey.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Foto: Guilherme Lara Campos / Fotoarena Ampliar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iris Galetti, física e professora de pintura, sofreu um infarto atípico grave em janeiro de 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Magra, saudável, ativa e aparentemente feliz. Os três adjetivos costumeiramente usados para definir a professora de física Iris Galetti também a mantinham fora do grupo de risco de mulheres com problemas cardíacos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em janeiro de 2008, durante uma reunião no colégio onde trabalhava, primeiro dia após as longas férias de verão, a professora sentiu um mal-estar pungente. Uma forte dor no peito e braços dormentes. A pressão, porém, ao ser medida na enfermaria do local de trabalho, estava normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com náuseas e dores no peito, ao chegar ao hospital, Iris descobriu que tinha infartado. Foram oito dias na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e mais uma semana no quarto, até receber alta. Aos 49 anos, ela tinha perdido boa parte do coração – o ventrículo esquerdo ficou com o músculo praticamente morto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Jamais pensei que eu poderia infartar. Minha família tem histórico de câncer, não de problemas cardíacos. Achei que os médicos estavam errados. Nunca fui hipertensa, sedentária, e tenho uma verdadeira obsessão por alimentação saudável.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, há mais de quatro meses Iris tentava digerir, sozinha, uma mágoa muito profunda. Nas palavras da professora, que prefere reservar a história, a decepção foi difícil de suportar. Por meses, o problema emocional ocupou boa parte de sua vida pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Depois do infarto eu me dei conta do que tinha ocorrido. Lembro que o médico que me atendeu quando fiz o segundo cateterismo disse que minha artéria tinha rasgado, como se uma lâmina a tivesse cortado, literalmente.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estresse da vida profissional e o excesso de responsabilidades, dentro e fora de casa, somados aos conflitos e decepções pessoais, transformaram-se em um coquetel venenoso para um coração normal, sem problema algum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fator genético&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A literatura médica mundial aponta que 15% dos infartos sem os fatores de risco tradicionais – cigarro, diabetes, obesidade e hipertensão – foram desencadeados por processos que começaram no âmbito psicológico. A matemática, porém, não é simplista e imediata. Para que o coração partido ultrapasse a metáfora é preciso que exista uma série de combinações genéticas e ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A analogia da chave e da fechadura é a maneira como Sampaio consegue traduzir os preceitos da medicina genética a seus pacientes. Nas palavras do médico, a predisposição dos genes nada mais é do que uma fechadura. “A porta está fechada. A chave é o estresse emocional, e a fechadura sua carga genética. Quando a chave certa encontra a porta certa, a doença aparece.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mapeamento genético, porém, não seria uma forma de prevenção. Embora o Projeto Genoma tenha mapeado todos os genes que existem no organismo humano, a medicina ainda não conseguiu antecipar quais combinações entre esses genes são responsáveis por desencadear as mais variadas doenças. A única forma de manter-se longe dos infartos, tradicionais ou atípicos, seria a manutenção da saúde, tanto mental quanto física, defende o médico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Hoje os alimentos não são mais saudáveis, passam por agrotóxicos para conservação. Não só comemos mal, como recebemos o alimento em pior estado. A falta de tempo é desculpa para tudo. A pressão do dia a dia faz com que o artifício de relaxamento e prazer seja uma comida calórica, gordurosa. O chocolate nos dá o prazer que não temos no trabalho, na família, na relação sexual. Esse comportamento social do mundo moderno gera pessoas mais expostas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência individual não serve apenas de alerta. Para contornar os problemas emocionais, Iris trocou a lousa pelos pincéis – ministra aulas de pintura em faiança para mais de 30 alunos, produz peças para venda e toca o próprio ateliê. O coração bate devagar, quase ao som do new age, música fundo de suas aulas, mas ela se define clinicamente como ótima: controla a alimentação, toma uma taça de vinho nos dias mais agradáveis, pratica atividade física regularmente - uma caminhada leve de 60 minutos - e aposta que ultrapassará a casa dos 100.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na receita médica, as indicações permanecem universais, e cabe a cada um achar seu componente pessoal: alimentação balanceada, atividade física regular, lazer, tranquilidade e terapia – esvaziar a mente dos problemas e não permitir que eles consumam o organismo – podem ajudar a blindar o coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.ig.com.br/saude/minhasaude&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-2671501970225016391?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/2671501970225016391/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/05/o-infarto-do-novo-seculo-problemas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2671501970225016391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2671501970225016391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/05/o-infarto-do-novo-seculo-problemas.html' title='O infarto do novo século Problemas emocionais e ambientais, associados à predisposição genética, são gatilhos para doenças cardíacas'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-2696028553711481655</id><published>2011-05-06T13:14:00.004-03:00</published><updated>2011-05-07T12:53:00.462-03:00</updated><title type='text'>Lipoaspiração faz gordura mudar de lugar, mostra pesquisa, e pode voltar um ano depois!</title><content type='html'>IARA BIDERMAN&lt;br /&gt;DE SÃO PAULO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma lipoaspiração pode reduzir a gordura de coxas e quadril. E, com o tempo, trazer novas curvas não desejadas, diz estudo da Universidade de Colorado, nos EUA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa, publicada no periódico "Obesity", mostrou que, em um ano, a gordura retirada das coxas volta a se acumular na parte superior do abdome e nos braços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os autores acompanharam 32 mulheres na faixa dos 36 anos, que tiveram suas circunferências corporais e percentuais de gorduras medidos. Dois meses após a lipoaspiração, elas tinham perdido 2% de gordura e quase o mesmo em circunferência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ano depois, as medidas foram reavaliadas. A gordura total voltou aos índices originais, mas concentrada na parte superior do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os pesquisadores, isso acontece porque o corpo "defende" suas reservas de gordura. Se as células adiposas são eliminadas de uma área, a gordura vai "inchar" células em outro lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Observamos isso na prática", diz Carlos Alberto Komatsu, presidente da SBCP-SP (regional paulista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica). Mas, para ele, os pesquisadores deveriam ter orientado as mulheres a mudar a alimentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se você come mais do que gasta, a gordura volta mesmo", afirma Komatsu.&lt;br /&gt; Editoria de Arte/Folhapress  &lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-FUafE28OgmQ/TcQhutszpOI/AAAAAAAAA30/5p-J8kF55I0/s1600/Lipo.gif"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 254px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-FUafE28OgmQ/TcQhutszpOI/AAAAAAAAA30/5p-J8kF55I0/s320/Lipo.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603640922780968162" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;INFLAMAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do acúmulo de gordura em outros lugares, a lipoaspiração pode ter outras consequências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo da SBCP-SP, ainda em andamento, mostra que, quando a retirada de gordura passa de três litros, os níveis de substâncias do corpo que sinalizam inflamação sobem bastante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Uma hora, a coisa desanda. Você mexe de um lado, sobe de outro", diz Komatsu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.folha.com/equilibrioesaude&lt;br /&gt;Com o "New York Times" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Gordura retirada na lipoaspiração pode voltar após um ano&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Adotar hábitos saudáveis é essencial para manter o resultado da cirurgia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gordura retirada durante uma lipoaspiração pode voltar um ano após a cirurgia, diz um estudo feito por cientistas da Universidade do Colorado e publicado no jornal especializado em problema de peso Obesity. Isso acontece principalmente quando as pessoas que passaram pelo procedimento têm um estilo de vida sedentário e continuam sem ter uma vida saudável após a cirurgia. Segundo os autores da pesquisa, mesmo que as áreas onde foi feita a lipoaspiração não voltem a ganhar gordura, outras partes do corpo começam a acumular tecido adiposo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, são realizadas mais de 140 mil lipoaspirações todos os anos, segundo dados do IBGE. Esse número faz do Brasil o segundo país que mais realiza lipoaspirações, perdendo apenas para os Estados Unidos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo foi feito com um grupo de 32 mulheres com idade entre 18 e 25 anos e com IMC (Índice de Massa Corpórea) menor do que 25, considerado um nível saudável. No decorrer do estudo, 14 voluntárias fizeram uma lipoaspiração sem mudar nenhum hábito em seu dia-a-dia após a cirurgia. Foram retirados cinco litros de gordura de cada uma das voluntárias, principalmente nas regiões dos quadris, coxas e abdômen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seis meses após o inicio no estudo, o grupo de mulheres que passou pela lipoaspiração apresentou uma redução na gordura corporal de 2,1%, enquanto o grupo de controle mostrou queda de 0,28%. Após um ano, os dois grupos apresentaram praticamente os mesmos níveis de gordura no corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os autores do estudo, a lipoaspiração é um procedimento seguro e que apresenta bons resultados, mas para que a gordura retirada não volte a acumular em outras partes do corpo é preciso ter hábitos saudáveis, como pratica de exercícios físicos e alimentação balanceada.  &lt;br /&gt;Riscos da lipoaspiração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lipoaspiração está sujeita às mesmas complicações que qualquer outro procedimento cirúrgico. Problemas com essa cirurgia acontecem quando a indicação do procedimento não é precisa. Frequentemente, a lipoaspiração também é a saída procurada por pessoas que estão acima do peso, o que não é o mais indicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A lipoaspiração não é um método de emagrecimento. É um procedimento destinado a remover gordura localizada, como as que se encontram debaixo dos braços, nos quadris e na região abdominal", explica o cirurgião plástico Ruben Penteado, especialista do Minha Vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro passo para não ter surpresas na hora da lipoaspiração é verificar se o profissional é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Depois, é conveniente conversar com pacientes que já foram operados por esse médico e verificar também se ele atua em bons hospitais e se a equipe dele é habilitada e treinada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ruben Penteado alerta que doenças cardíacas, alterações pulmonares, anemia, diabetes e hipertensão arterial precisam estar sob controle para que o paciente seja operado. Outra grande contraindicação diz respeito às alterações psicológicas, como depressão e doenças ligadas à autoimagem, como a anorexia e a bulimia. Nesses casos é preciso acompanhamento profissional psicológico antes da cirurgia.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://minhavida.uol.com.br/conteudo/13195-Gordura-retirada-na-lipoaspiracao-pode-voltar-apos-um-ano.htm &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.uol.com.br/equilibrioesaude&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-2696028553711481655?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/2696028553711481655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/05/lipoaspiracao-faz-gordura-mudar-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2696028553711481655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2696028553711481655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/05/lipoaspiracao-faz-gordura-mudar-de.html' title='Lipoaspiração faz gordura mudar de lugar, mostra pesquisa, e pode voltar um ano depois!'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-FUafE28OgmQ/TcQhutszpOI/AAAAAAAAA30/5p-J8kF55I0/s72-c/Lipo.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-6286813465447780255</id><published>2011-05-02T17:19:00.003-03:00</published><updated>2011-05-02T17:29:28.554-03:00</updated><title type='text'>Gordura removida por lipoaspiração retorna e se distribui por outras partes do corpo, mostra estudo.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcS3J0IbhVgIo8jfRPm31Q_nkbQngy1_yG9UL_sslJ4qlL1HHwFVgw"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 265px; height: 190px;" src="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcS3J0IbhVgIo8jfRPm31Q_nkbQngy1_yG9UL_sslJ4qlL1HHwFVgw" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RIO - Lipoaspiração é a forma mais rápida e polêmica de eliminar gordura da coxa e do quadril, um procedimento realizado há mais de 30 anos. Pesquisadores da Universidade de Columbia chegaram a uma conclusão inesperada sobre a operação: a gordura removida retorna toda, mas em partes diferentes do corpo. Um estudo mostrou que, um ano após o procedimento, a gordura removida retornou e foi distribuída pelos membros superiores - em volta dos ombros, braços e parte superior do abdômen.&lt;br /&gt;Rudolph Leibel, pesquisador de obesidade na Universidade de Columbia, disse ao "New York Times" que o corpo controla o número de células de gordura tão cuidadosamente quando controla a quantidade de gordura. Quando uma célula de gordura morre, o corpo produz uma nova para substituí-la. A lipoaspiração, no entanto, destrói a estrutura em rede sob a pele, o que pode ser o motivo para as células não retornarem no lugar de onde foram removidas. Por outro lado, o corpo compensa sua perda produzindo novas células de gordura em outras áreas.&lt;br /&gt;O estudo foi realizado com 32 mulheres com trinta e poucos anos de idade e peso médio. Apenas metade delas teve uma quantidade modesta de gordura removida de quadris e coxas por lipoaspiração, enquanto a outra parte fez dieta. Elas receberam a promessa de que poderiam realizar o procedimento a um custo reduzido, se ainda desejassem no fim do tempo de observação.&lt;br /&gt;Medidas das mulheres foram registradas após seis semanas, seis meses e um ano do estudo, o que revelou como o corpo "defende" a gordura. Após seis semanas, as pacientes operadas perderam 2,1% de gordura, contra 0,28% das mulheres no grupo da dieta, mas essa diferença desapareceu após um ano. Embora as coxas das que passaram por cirurgia tenham permanecido mais finas, após um ano, a gordura havia se acumulado na região do estômago.&lt;br /&gt;A lipoaspiração é um processo bastante agressivo, que consiste na introdução de um tubo sob a pele que suga a gordura. Coxas e abdomens - as áreas onde mais se realiza o procedimento - encolhem, apresentando um resultado que levaria meses de dieta para ser alcançado.&lt;br /&gt;Apesar dos resultados questionáveis, as mulheres que participaram do estudo estavam felizes com o tratamento, afirmaram os pesquisadores. Elas odiavam seus quadris e coxas e viram o resultado nesta região. As pacientes do grupo de controle também não se sentiram desencorajadas - mais da metade ainda optou por uma lipoaspiração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mulher/mat/2011/05/02/gordura-removida-por-lipoaspiracao-retorna-se-distribui-por-outras-partes-do-corpo-mostra-estudo-924361248.asp#ixzz1LEDhDlEG &lt;br /&gt;© 1996 - 2011. Todos os direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-6286813465447780255?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/6286813465447780255/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/05/gordura-removida-por-lipoaspiracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/6286813465447780255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/6286813465447780255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/05/gordura-removida-por-lipoaspiracao.html' title='Gordura removida por lipoaspiração retorna e se distribui por outras partes do corpo, mostra estudo.'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-5148886809047241915</id><published>2011-04-27T20:26:00.002-03:00</published><updated>2011-04-27T20:32:17.362-03:00</updated><title type='text'>Exercício intenso provoca mais queima de calorias após treino</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRl0TWKRl9dmX0p1gaB33lUSVqdcz3rzqctSUqwOJ-jfskX-9XNDA"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 160px; height: 160px;" src="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRl0TWKRl9dmX0p1gaB33lUSVqdcz3rzqctSUqwOJ-jfskX-9XNDA" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;GINA KOLATA&lt;br /&gt;DO "NEW YORK TIMES"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dependendo para quem se faz a pergunta, a resposta a esta questão tanto pode ser um dos maiores mitos dos exercícios físicos ou uma das grandes verdades menosprezadas: existe mesmo um efeito de queima de calorias adicionais após a malhação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma questão antiga saber se o metabolismo acelera ou não durante horas após o exercício físico. O tema foi estudado pela primeira vez há um século e, ao longo dos anos, estudo após estudo, a ideia tem sido testada com resultados ambíguos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns pesquisadores não encontraram efeitos após o exercício. Outros relataram efeitos tão pequenos que mal eram perceptíveis --um deles descobriu que triatletas masculinos queimavam apenas entre 12 e 30 calorias a mais após se exercitarem. Já outros constataram até 700 calorias adicionais gastas depois de uma longa e exaustiva sessão de ginástica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A última investida vem de uma investigação recente relatada pela publicação "Medicine &amp; Science in Sports &amp; Exercise". A autora principal, Amy A. Knab, da Appalachian State University, afirma que seu estudo é superior aos anteriores em função de um projeto cuidadoso. E os resultados são boas novas mais ou menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Knab e seus colegas recrutaram dez homens, com idades entre 22 e 33 anos, que aceitaram passar dois períodos de 24 horas numa câmara metabólica, uma saleta que mede o gasto calórico de quem está dentro dela. Nem todos os homens eram atletas, mas precisavam ser capazes de pedalar uma bicicleta com vigor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira visita à câmara, eles tinham de permanecer completamente parados, sentados numa cadeira e movendo apenas os músculos ligados à alimentação introduzida por meio de uma câmara de compressão. À tarde, eles podiam se alongar durante dois minutos por hora. Eles deveriam dormir às 22h30. Às 6h30, eram acordados e dispensados. Em média, os voluntários queimaram 2.400 calorias nesse dia totalmente sedentário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda visita à câmara acontecia dois dias depois. O processo era o mesmo, com uma exceção. Às 11h, eles pedalavam numa bicicleta ergométrica durante 45 minutos em alta intensidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exercício em si queimou em média 420 calorias, segundo Knab e seus colegas. Só que o mais interessante eram as calorias gastas depois. Nas 14 horas seguintes, os homens gastaram 190 calorias adicionais, aumentando o gasto calórico em 37%. "Foi uma surpresa." A pesquisadora achava que mais calorias poderiam ser queimadas, mas ela não esperava tantas nem por tanto tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela suspeita que um dos motivos desse efeito tão pronunciado se deve ao fato de o exercício ser muito intenso. Os homens passaram por um ciclo de 70% da VO2 max, a quantidade máxima de oxigênio que a pessoa pode inalar durante o exercício --um esforço que os faz respirar forte demais para conversar. E eles precisavam manter essa taxa por 45 minutos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo diferente, também usando a câmara metabólica, testou os efeitos do exercício moderado e não constatou a queima adicional. Nesse caso, os voluntários se exercitaram a 50% da VO2 max, nível que ainda permite uma conversação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claude Bouchard, cientista do Centro de Pesquisa Biomédica Pennington de Baton Rouge, Louisiana, investigou o efeito pós-exercício com métodos convencionais, usando bocal e protetor nasal ou uma espécie de capuz ventilado, para determinar o oxigênio inspirado e o dióxido de carbono exalado. A partir dessas medidas, os pesquisadores podem calcular as calorias consumidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Bouchard, eles descobriram que quando os exercícios são feitos da forma correta (e muitos não o são), calorias extras são queimadas horas após o esforço --mas somente quando os voluntários se exercitavam com a mesma intensidade e durante o mesmo tempo que as cobaias do estudo de Knab. Caso se exercitassem com intensidade maior ainda, queimariam ainda mais calorias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQKE3c9bFvubJi4r58fnC0c9MUn9phvYdJSRzl6qtQj3rR3w7mW"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 195px; height: 258px;" src="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQKE3c9bFvubJi4r58fnC0c9MUn9phvYdJSRzl6qtQj3rR3w7mW" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um livro recente que Bouchard e um colega editaram comenta dois estudos que constataram o efeito. Os pesquisadores descobriram que se os voluntários corressem a 70% da VO2 max ou pedalassem a 75% dela, eles poderia queimar entre 300 e 700 calorias adicionais depois do fim do exercício, embora 700 calorias fossem incomuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não está claro por que calorias extras são queimadas depois de um período de exercício intenso, diz Bouchard. Parte do efeito pode se dever ao metabolismo energético após o exercício --o corpo começa a usar mais gordura e menos carboidratos na sequência de uma sessão forte de exercícios. Vários hormônios liberados durante o exercício permanecem elevados no sangue, acelerando o metabolismo. E as calorias adicionais podem ser consumidas quando o corpo reabastece o estoque de glicogênio, o açúcar armazenado nos músculos. Contudo, de modo geral, o efeito continua um mistério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja qual for a causa, garantem os pesquisadores, as calorias adicionais queimadas após o exercício podem ajudar as pessoas a perder peso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, quem pode perder maior quantidade de peso talvez sofra mais fazendo o exercício que gera a queima extra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diretriz usual para a saúde geral é de 30 minutos de exercício moderado na maior parte da semana, o que é possível para a maioria das pessoas e deve melhorar a saúde cardíaca, mesmo que não queime calorias a mais. Segundo Bouchard, "esse é o tipo de exercício moderado que nós recomendamos esse é o alvo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.folha.com/equilibrioesaude&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-5148886809047241915?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/5148886809047241915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/04/exercicio-intenso-provoca-mais-queima.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/5148886809047241915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/5148886809047241915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/04/exercicio-intenso-provoca-mais-queima.html' title='Exercício intenso provoca mais queima de calorias após treino'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-7721458949484132026</id><published>2011-04-26T10:21:00.003-03:00</published><updated>2011-04-26T10:46:50.396-03:00</updated><title type='text'>Armadilhas no quarto podem prejudicar a qualidade do sono</title><content type='html'>TV, claridade, temperatura e alimentação podem atrapalhar na hora de dormir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Fernando Menezes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter um sono de qualidade é essencial para a manutenção do bem-estar e da saúde, e por isso, quando a qualidade do sono não é das melhores, o nosso corpo logo dá sinais. Segunda dados da Organização Mundial da Saúde, 40% da população brasileira diz ter problemas para dormir ou classificou o seu sono como de má qualidade. Alguns distúrbios, como bruxismo, síndrome das pernas inquietas e apneia do sono podem ser causadores da dificuldade de dormir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas muitas vezes é o nosso descuido na hora de preparar o quarto para dormir que afeta o nosso sono. "Existem doenças que atrapalham o sono, mas na maioria das vezes basta um pouco de cuidado antes de deitar, para dormir bem e recuperar as energias para o dia seguinte", diz o especialista em sono, Daniel Inoue, diretor do Instituto do Sono do Hospital Santa Cruz. Veja alguns erros bastante comuns que são cometidos na hora de dormir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Luz acesa&lt;br /&gt;Quando o cômodo em que dormimos está muito claro, o nosso corpo não produz a melatonina, o hormônio responsável pelo sono. "A luz consegue chegar ao nosso globo ocular mesmo quando estamos com as pálpebras fechadas. Sob a influência da claridade, a melatonina é bloqueada e não conseguimos ter uma boa noite de sono. Por isso, quanto mais escuro estiver o quarto, mas rápido uma pessoa dorme e melhor é a qualidade do sono", diz o especialista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barulho&lt;br /&gt;Além de interromper a ação da melatonina devido a claridade, a televisão também atrapalha por fazer barulho de forma não contínua. "O nosso sono é dividido em fases: o sono superficial e o sono profundo. É apenas na segunda fase que o corpo consegue recuperar as energias. Quando há uma alternância entre sons altos e baixos, o organismo fica em estado de alerta e não conseguimos passar para a fase profunda do sono", diz Daniel Inoue. O mesmo acontece com quem tem mania de ouvir músicas agitadas na hora do repouso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto negativo da televisão é que, normalmente quando uma pessoa está com insônia, ela vai logo ver um programa na TV."Isso só nos deixa com menos sono ainda", explica o especialista.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temperatura&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.minhavida.com.br/imagensConteudo/13154/dormir%20com%20tv%20ligada_13154_22470.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 250px;" src="http://www.minhavida.com.br/imagensConteudo/13154/dormir%20com%20tv%20ligada_13154_22470.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Deixar o quarto em uma temperatura amena também é importante na hora de dormir. De acordo com Daniel Inoue, o nosso metabolismo fica acelerado quando o cômodo está muito quente e abafado, o que diminui a qualidade do sono. Já um quarto muito frio pode causar tremores e contrações musculares durante a noite, que, assim como a variação do som, faz com que o nosso corpo tenha dificuldade de entrar na fase de sono profundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O ar-condicionado não tem nenhum problema se a pessoa estiver acostumada. Mas ele resseca muito o ambiente. Se realmente for um dia mais seco, em que não houve chuva, aquele lugar vai ter pouca umidade. A dica é colocar alguma vasilha com água ou umidificador e nunca esquecer de que os aparelhos de ar condicionado precisam de manutenção, senão a quantidade de alérgenos e poluentes aumenta", observa o otorrinolaringologista e diretor da Associação Brasileira do Sono, Michel Cahali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A qualidade do ar&lt;br /&gt;A qualidade do ar dentro do ambiente é outro fator crucial para a melhora da noite dormida. Um ar seco, cheio de poluentes, afeta a respiração e prejudica o sono. A não circulação do ar no quarto pode deixar a pessoa com o nariz congestionado e a garganta irritada. Por conta disso, há a possibilidade de o indivíduo acordar no meio do pernoite e não conseguir mais dormir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.minhavida.com.br/imagensConteudo/13154/travesseiro_13154_22472.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 250px;" src="http://www.minhavida.com.br/imagensConteudo/13154/travesseiro_13154_22472.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Travesseiro&lt;br /&gt;Escolha bem seu travesseiro! Além de causar torcicolos, escolher errado um travesseiro também diminui a qualidade do seu sono. "De maneira geral, o travesseiro deve ficar entre cinco e 10 centímetros de altura, para que a coluna de quem está dormindo fique em uma posição confortável", explica o médico.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colchão&lt;br /&gt;Assim como o travesseiro, escolher bem um colchão deve ser prioridade na hora de montar um quarto. "Quando uma pessoa acorda com dores pelo corpo constantemente, é provável que o seu colchão não seja o mais indicado. Pessoas com problemas na coluna devem tomar ainda mais cuidados, já que são mais sensíveis a qualidade do colchão onde dormem", diz o especialista em sono Daniel Inuoe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alimentação&lt;br /&gt;Fazer uma boquinha antes de ir dormir pode ajudar ou atrapalhar o sono, dependendo do que você coloca dentro da boca. De acordo com um estudo feito pela Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, comer alimentos gordurosos pouco antes de dormir, além de engordar mais, diminui bastante a qualidade do sono. Isso acontece porque enquanto digerimos os alimentos, o nosso cérebro continua recebendo estímulos, o que aumenta as chances de pesadelos e insônia. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.minhavida.com.br/imagensConteudo/13154/geladeira_13154_22474.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 250px;" src="http://www.minhavida.com.br/imagensConteudo/13154/geladeira_13154_22474.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o estudo, a própria sensação de peso e o metabolismo funcionando para digerir os alimentos já são motivos suficientes para má qualidade do sono. Comer alimentos leves, como sopas e lanches no mínimo duas horas antes de dormir é o mais indicado.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Animal de estimação&lt;br /&gt;Dormir com o cachorro ou com o gato na mesma cama pode ser um costume para muitas pessoas, mas isso também atrapalha a qualidade do sono. "Os animais de pequeno porte tem um ciclo de sono mais curto que o nosso, de aproximadamente seis horas. Por isso, eles acordam mais cedo e começam a se mexer, prejudicando a qualidade do sono de quem está dormindo com eles", explica Daniel Inoue.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sintéticos&lt;br /&gt; É aconselhável evitar a utilização de muitos produtos sintéticos na própria mobília e confecção do quarto. A madeira é natural e faz melhor ao organismo, pois acumula baixa quantidade de poeira. A cerâmica no piso também é uma recomendação. Na própria cama, a melhor indicação é a de produtos naturais, como o algodão. Eliminar os sintéticos ajuda no sono e tem influência até no bom humor ao despertar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Dormir pouco afeta mais as mulheres do que os homens&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Durante o sono, surgem alterações que aumentam riscos de problemas cardíacos&lt;br /&gt;Pesquisas já comprovaram que poucas horas de sono  aumentam as chances de apresentar problemas cardíacos. A novidade é que esse risco é ainda maior para as mulheres que dormem pouco. Pesquisadores do University College e da Universidade de Warwick, de Londres, concluíram que os níveis dos marcadores inflamatórios, utilizados na identificação de doenças cardiovasculares, variam entre as mulheres no período de sono - o que não acontece com os homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa foi baseada em dados de 4,6 mil funcionários públicos de Londres, com idades entre 35 e 55 anos. Foi diagnosticada uma alteração na molécula interleucina-6 (IL-6), conhecida por desencadear inflamações, nas participantes que dormiam menos de sete horas por noite. As mulheres que dormiam menos de cinco horas apresentaram maiores níveis da proteína C, molécula ligada a problemas cardíacos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, Michelle Miller, pesquisadora da Universidade de Warwick, explica que mais pesquisas são necessárias para verificar a interferência que o sono provoca nas mulheres. "As diferenças nos níveis hormonais podem ser a chave para descobrir esse processo", completa a pesquisadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Dormir mal é um fator de risco para o diabetes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Taxa de glicose sanguínea aumenta quando período de sono é mais curto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter noites de sono mal dormidas pode aumentar as chances para desenvolver o Diabetes sugere um estudo Universidade de Chicago (EUA), publicado no Journal of Clinical Endocrinology &amp; Metabolism. De acordo com o estudo, os resultados indicam que para manter-se longe da doença não basta apenas ter uma alimentação equilibrada e praticar exercícios físicos regularmente, pois dormir o suficiente também é necessário para cuidar da saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo avaliou cinco homens e seis mulheres, com idade na faixa dos 40 anos. Os participantes estavam um pouco acima do peso, não se exercitavam muito e dormiam, em média, oito horas por dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante dois ciclos de 14 dias, os voluntários permaneceram em um laboratório onde tiveram sua alimentação, sono e atividade cuidadosamente monitorados. Eles não foram impedidos de comer nenhum alimento, inclusive junk food, e nem foram obrigados a se exercitar. Na primeira fase do estudo, os voluntários poderiam dormir 8 horas e meia por dia. Enquanto, na segunda etapa dormiram apenas 5 horas e meia por dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados apontaram que os voluntários ganharam quatro quilos independentemente da quantidade de horas dormidas. O diferencial foi a capacidade de controlar o nível de açúcar no sangue. Quando dormiam menos, as taxas de açúcar no sangue eram maiores e o nível do hormônio insulina era menor, fatores que colaboram para o risco do diabetes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Fonte: http://minhavida.uol.com.br&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-7721458949484132026?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/7721458949484132026/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/04/armadilhas-no-quarto-podem-prejudicar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/7721458949484132026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/7721458949484132026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/04/armadilhas-no-quarto-podem-prejudicar.html' title='Armadilhas no quarto podem prejudicar a qualidade do sono'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-8147847640048628499</id><published>2011-04-22T10:10:00.003-03:00</published><updated>2011-04-22T10:17:22.719-03:00</updated><title type='text'>Quatro trocas saudáveis</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.mentesmodernas.com.br/imagens/20-trocas-saudaveis/20-trocas-saudaveis-5.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 334px; height: 384px;" src="http://www.mentesmodernas.com.br/imagens/20-trocas-saudaveis/20-trocas-saudaveis-5.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Novo estilo de vida não precisa ter mudanças radicais. Substituir é a palavra de ordem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernanda Aranda, iG São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Radicalizar &lt;/span&gt;não é palavra imperativa para os hábitos saudáveis passarem a frequentar a vida das pessoas. Por vezes, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;trocar &lt;/span&gt;um alimento por outro até bem parecido já é o suficiente para trazer um pouco mais de saúde e bem-estar para a rotina alimentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O iG Saúde ouviu especialistas e selecionou &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;quatro substitutos eficientes&lt;/span&gt; de alimentos adorados. Veja quais são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Chocolate por chocolate amargo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As pesquisas científicas já encontraram uma série de evidências que acalentam os amantes de chocolates. Além de efeitos mais imediatos, como melhora no humor e os sintomas da tensão pré-menstrual (TPM), os cardiologias descobriram que o alimento pode ser um aliado do coração, desde que seja a versão amarga, consumida com moderação. O tradicional – e o mais encontrado nas prateleiras dos supermercados – é muito gorduroso e calórico, perdendo assim o efeito protetor. Por isso, na hora de escolher prefira o chocolate amargo. Mas não se iluda sobre os limites: um tablete por dia, ou mais ou menos 60g, é mais do que suficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Salgadinhos por castanhas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem um dos dois tipos passa na prova de calorias, mas as castanhas são muito menos nocivas para o coração e para o organismo do que os salgadinhos industrializados. Elas são compostas por um tipo de gordura que é boa para o sistema cardiovascular. Mas atenção: elas também engordam. Entre um e outra, preferia a segunda opção, mas não exagere.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Açúcar por mel&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cardiologistas colocam o açúcar como terceiro vilão branco do organismo (ao lado do sal e da cocaína), mas é possível deixar a vida mais doce sem recorrer ao refinado pó. Uma dica – que não pode ser seguida por diabéticos – é o mel, que também tem frutose e glicose, mas outros adicionais que potencializam o efeito no organismo. Além de ser um forte agente contra infecções, ajuda também para quem tem prisão de ventre e outros problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Refrigerantes por sucos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A indicação dos nutricionistas é consumir de cinco a seis porções de frutas por dia. Para o refrigerante, a ordem é: quanto menos melhor, de preferência nada. Então, a equação de substituição fica clara, desde que o suco substituto seja feito com fruta natural, in natura, aproveitando casca, bagaços e até sementes (quando possível). A quantidade de calorias dos sucos pode até superar a dos refrigerantes, mas os outros nutrientes trazidos pelas frutas, em alguns casos, compensam. A Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), no mês passado, alertou que os refrigerantes dietas e ligths (zero açúcar) têm excesso de sódio, o que também é prejudicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.ig.com.br/saude&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-8147847640048628499?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/8147847640048628499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/04/quatro-trocas-saudaveis.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/8147847640048628499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/8147847640048628499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/04/quatro-trocas-saudaveis.html' title='Quatro trocas saudáveis'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-3650266836670921449</id><published>2011-04-20T21:26:00.005-03:00</published><updated>2011-04-22T09:40:28.247-03:00</updated><title type='text'>Mudança de estilo de vida pode diminuir taxa de gordura no sangue</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Exercícios e alimentação balanceada reduziriam em até 50% os níveis de triglicerídeos, substância associada às doenças cardíacas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;The New York Times | 20/04/2011&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-7VQ9yMHgqp0/Ta97waSZKhI/AAAAAAAAA3s/-bRhoV3LgJo/s1600/exerc%25C3%25ADcios.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 316px; height: 237px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-7VQ9yMHgqp0/Ta97waSZKhI/AAAAAAAAA3s/-bRhoV3LgJo/s320/exerc%25C3%25ADcios.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5597828933465221650" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foto: Getty Images Ampliar &lt;br /&gt;Exercícios: mudança no estilo de vida ajuda a combater doenças do coração&lt;br /&gt;Mudanças saudáveis no estilo de vida podem baixar significantemente a taxa de triglicerídeos, tipo de gordura presente no sangue associada às doenças cardíacas e a outros problemas de saúde, informou a Associação Americana do Coração em um artigo científico publicado esta semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em torno de um terço (31%) dos adultos americanos apresentam taxas elevadas de triglicerídeos, acima de 150 miligramas por decilitro (mg/dL). Tais níveis podem sofrem uma redução de 20% a 50% por meio da substituição de gorduras saturadas por não-saturadas saudáveis, prática de atividades físicas e perda de peso, é o que mostra o artigo dos pesquisadores que analisaram mais de 500 estudos internacionais realizados nos últimos 30 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A boa nova é que a taxa alta de triglicerídeos pode, em grande parte, ser reduzida por importantes mudanças de estilo de vida”, declarou Michael Miller, diretor do Centro de Cardiologia Preventiva da Escola de Medicina da Universidade de Maryland e diretor do comitê de estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clinicamente, as novas diretrizes recomendam a redução da taxa de triglicerídeos para menos de 100 mg/dL, além da realização do teste de triglicerídeos sem jejum como exame inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ao contrário do colesterol, que mesmo sendo afetado por mudanças de estilo de vida não pode ser solucionado com as mesmas, a alta taxa de triglicerídeos geralmente é bem responsiva a tais mudanças – como perda de peso, alterações na alimentação e prática regular de atividades físicas”, disse Miller, que também é professor de epidemiologia e saúde pública da universidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo destaca algumas mudanças na alimentação recomendadas para pessoas com taxa alta de triglicerídeos, limitando o consumo de:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Açúcar adicionado a alimentos a menos de 5% a 10% das calorias consumidas, ou em torno de 100 calorias diárias para as mulheres e 150 para os homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gorduras trans abaixo de 1% do total calórico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Álcool&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frutose de alimentos naturais e processados para menos de 50 a 100 gramas diárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calcular a quantidade de açúcar adicionado aos alimentos é complicado, pois estes dados não são listados na Tabela de Valores Nutricionais na embalagem nos alimentos. Ao observar que a ingestão de açúcares adicionados de grande parte dos americanos é proveniente de refrigerantes, a Associação Americana do Coração recomenda que o consumo de bebidas adoçadas com açúcar se limite a um litro por semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem tem taxa alta de triglicerídeos, uma alimentação saudável deve incluir mais verduras, frutas com baixo teor de frutose – como melão cantaloupe, grapefruit, morangos, pêssegos e bananas – grãos integrais e gorduras não-saturadas saudáveis, como os ácidos graxos Ômega-3, encontrados em peixes gordurosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos adultos com taxa alta de triglicerídeos, recomenda-se pelo menos 150 minutos semanais de atividades físicas de nível moderado, como uma caminhada de ritmo rápido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:www.ig.com.br/saude&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-3650266836670921449?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/3650266836670921449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/04/mudanca-de-estilo-de-vida-pode-diminuir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/3650266836670921449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/3650266836670921449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/04/mudanca-de-estilo-de-vida-pode-diminuir.html' title='Mudança de estilo de vida pode diminuir taxa de gordura no sangue'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-7VQ9yMHgqp0/Ta97waSZKhI/AAAAAAAAA3s/-bRhoV3LgJo/s72-c/exerc%25C3%25ADcios.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-7291152863048225784</id><published>2011-04-07T16:33:00.001-03:00</published><updated>2011-04-07T17:20:35.076-03:00</updated><title type='text'>Estilo de vida atual leva à solidão</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica; font-size: 12px; "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica; font-size: 12px; line-height: normal; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 16px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 18px/22px arial; "&gt;Divórcios, relações virtuais e muita dedicação ao trabalho aumentam a solidão, segundo estudo britânico&lt;/h3&gt;&lt;div class="barra-superior" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; clear: both; height: 21px; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: rgb(238, 238, 238); "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 12px/21px arial !important; float: left; color: rgb(238, 238, 238); "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal bold 12px/normal arial !important; color: rgb(102, 102, 102); "&gt;Camila de Lira, iG São Paulo&lt;/strong&gt; | &lt;cite style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 12px/normal arial !important; color: rgb(102, 102, 102); "&gt;09/06/2010 11:14&lt;/cite&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica; font-size: 12px; line-height: normal; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="foto-legenda" style="margin-top: 0px; margin-right: 20px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; float: left; display: inline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); width: 316px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;img src="http://i0.ig.com/fw/3h/qw/pj/3hqwpjyl86oecpdf7vkz2n9xd.jpg" style="margin-top: 3px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; float: left; " /&gt;&lt;div class="credito" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 3px; padding-right: 10px; padding-bottom: 3px; padding-left: 10px; border-top-width: 1px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; clear: both; border-top-style: solid; border-top-color: rgb(255, 255, 255); height: 14px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(248, 248, 248); background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;cite style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; float: left; font: normal normal normal 11px/normal arial; color: rgb(102, 102, 102); "&gt;Foto: Reprodução&lt;/cite&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="legenda" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 5px; padding-right: 10px; padding-bottom: 5px; padding-left: 10px; border-top-width: 1px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; clear: both; border-top-style: solid; border-top-color: rgb(255, 255, 255); background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(248, 248, 248); width: auto; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal bold 12px/16px arial; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Tema solidão: pintura de Rodrigo Cunha&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; "&gt;Cientistas da &lt;a href="http://www.mentalhealth.org.uk/" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: underline; color: rgb(148, 68, 144); "&gt;Mental Health Foundation&lt;/a&gt;, na Inglaterra, chegaram à conclusão de que uma em cada dez pessoas da população britânica sofre de solidão frequentemente. De acordo com o estudo “The Lonely Society?”, que fez uma enquete com 2256 britânicos adultos, a mudança no estilo de vida da sociedade contribui para o aumento da solidão. Na Inglaterra, o número de divórcios quase dobrou nos últimos 50 anos, assim como o percentual de casas ocupadas por apenas uma pessoa - de 6% em 1972 para 12% em 2008. No Brasil, estim a-se, segundo números do IBGE, que mais de seis milhões de pessoas vivam sozinhas.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; "&gt;Outros dados da pesquisa revelam que as mulheres (38%) são mais propensas do que os homens (30%) a se sentirem solitárias e procuram mais ajuda quando isso acontece (13% em comparação a 10% dos homens). O estudo aponta que a pressão em ser produtivo e alcançar o sucesso no trabalho faz com que as pessoas acabem negligenciando as relações afetivas. As redes sociais, ao contrário do que se imagina, também prejudicam as relações pessoais verdadeiras, segundo os especialistas. Uma em cada cinco pessoas diz gastar muito tempo se comunicando com amigos on-line, quando deveria vê-los pessoalmente.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; "&gt;Sentir solidão por muito tempo pode levar a problemas de saúde, como estresse, depressão, problemas cardiovasculares e no sistema imunológico, além de aumentar o uso de substâncias como álcool e outras drogas, segundo o estudo. Os mais atingidos pela solidão são os idosos, desempregados, pessoas com deficiência e quem está na meia-idade (devido à saíde de casa dos filhos, divórcio e luto). Admitir a solidão é complicado para a maioria das pessoas: uma em cada três declarou ter vergonha de admitir a solidão.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; "&gt;O psicólogo Raymundo de Lima, professor da área de Metodologia da Pesquisa da Universidade Estadual de Maringá, no Paraná, explica que a solidão não acontece necessariamente quando se está fisicamente sozinho. “É um sentimento de estar distante dos outros ou os outros distantes de você. Como se você estivesse numa bolha, e isso pode acontecer em um elevador lotado de pessoas”, diz. Mesmo sendo um sentimento natural do ser humano, Lima percebe um aumento da discussão sobre o tema em obras acadêmicas na atualidade. “Nos escritos gregos, por exemplo, os filósofos não falavam de solidão. Pelo contrário, falavam de amizade”, diz.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="foto-legenda" style="margin-top: 0px; margin-right: 20px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; float: left; display: inline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); width: 316px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;img src="http://i0.ig.com/fw/52/ja/0l/52ja0l4pf5sltntawn6f2nlk4.jpg" style="margin-top: 3px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; float: left; " /&gt;&lt;div class="credito" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 3px; padding-right: 10px; padding-bottom: 3px; padding-left: 10px; border-top-width: 1px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; clear: both; border-top-style: solid; border-top-color: rgb(255, 255, 255); height: 14px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(248, 248, 248); background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;cite style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; float: left; font: normal normal normal 11px/normal arial; color: rgb(102, 102, 102); "&gt;Foto: Reprodução&lt;/cite&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="legenda" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 5px; padding-right: 10px; padding-bottom: 5px; padding-left: 10px; border-top-width: 1px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; clear: both; border-top-style: solid; border-top-color: rgb(255, 255, 255); background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(248, 248, 248); width: auto; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal bold 12px/16px arial; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Homem sozinho na pintura do artista Rodrigo Cunha&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; "&gt;A pesquisa inglesa mostra também que uma em cada três pessoas gostaria de morar mais perto de suas famílias e em cidades menores. Segundo Lima, a superpopulação nas cidades faz com que as pessoas desenvolvam uma proteção para preservar a sua própria identidade, uma espécie de “pele psicológica”. O psicólogo explica que, apesar desta pele ser necessária para a autopreservação, ela pode acabar se tornando uma couraça, uma blindagem e aumentar o isolamento.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; "&gt;Mesmo sendo uma das principais causas de depressão (42% na Inglaterra), a solidão também pode, em alguns casos, ser frutífera. O artista plástico Rodrigo Cunha, de São Paulo, por exemplo, usa-a como tema principal de suas telas. Ele explica que, por ser uma condição inerente ao ser humano, a solidão se transforma em algo fascinante. “Quando mostro aquela figura solitária, coloco dentro dela uma questão sublime: a de como é maravilhoso estar vivo”, completa o pintor.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; "&gt;Raymundo de Lima pontua que nem sempre a solidão precisa vir acompanhada de angústia e desamparo. Ainda assim, se estes sentimentos aparecerem, o psicólogo recomenda tentar aumentar a dose de convivência social e, em casos mais graves, procurar ajuda especializada. &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; "&gt;Fonte: www.ig.com.br/delas&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-7291152863048225784?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/7291152863048225784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/04/estilo-de-vida-atual-leva-solidao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/7291152863048225784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/7291152863048225784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/04/estilo-de-vida-atual-leva-solidao.html' title='Estilo de vida atual leva à solidão'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-3780691526900804279</id><published>2011-04-07T16:11:00.000-03:00</published><updated>2011-04-07T16:13:53.893-03:00</updated><title type='text'>É impossível ser feliz sozinho</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica; font-size: 12px; "&gt;&lt;h3 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 16px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; font: normal normal normal 18px/22px arial; "&gt;O isolamento social pode causar sérios distúrbios. Saiba qual é o limite da introspecção e a importância de se relacionar&lt;/h3&gt;&lt;div class="barra-superior" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; clear: both; height: 21px; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: rgb(238, 238, 238); "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; font: normal normal normal 12px/21px arial !important; float: left; color: rgb(238, 238, 238); "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; font: normal normal bold 12px/normal arial !important; color: rgb(102, 102, 102); "&gt;Simone Cunha, especial para o iG&lt;/strong&gt; | &lt;cite style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; font: normal normal normal 12px/normal arial !important; color: rgb(102, 102, 102); "&gt;07/04/2011 08:19&lt;/cite&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; 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padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; font: normal normal normal 12px/21px arial !important; float: left; color: rgb(238, 238, 238); "&gt;&lt;cite style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; 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width: 316px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;a href="http://i0.ig.com/fw/91/7z/ud/917zudvmgm8fq82sp0yj793oa.jpg" rel="lightbox-foto" title="Interagir com outras pessoas é essencial para o bem-estar, segundo especialistas" credit="Getty Images" class="lightbox-enabled" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: underline; border-style: initial; border-color: initial; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;img src="http://i0.ig.com/fw/ad/hk/o8/adhko8gn7ci4b5ahgfecmmcjw.jpg" style="margin-top: 3px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; 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border-color: initial; clear: both; border-top-style: solid; border-top-color: rgb(255, 255, 255); height: 14px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(248, 248, 248); background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;cite style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; float: left; font: normal normal normal 11px/normal arial; color: rgb(102, 102, 102); "&gt;Foto: Getty Images&lt;/cite&gt;&lt;a href="http://i0.ig.com/fw/91/7z/ud/917zudvmgm8fq82sp0yj793oa.jpg" title="Interagir com outras pessoas é essencial para o bem-estar, segundo especialistas" credit="Getty Images" class="ampliar lightbox-enabled" rel="lightbox-ampliar" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 20px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; color: rgb(102, 102, 102); background-image: url(http://i0.ig.com/css/images/sprite_global.gif); background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: initial; float: right; font: normal normal normal 11px/normal arial; background-position: -160px -135px; background-repeat: no-repeat no-repeat; "&gt;Ampliar&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="legenda" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 5px; padding-right: 10px; padding-bottom: 5px; padding-left: 10px; border-top-width: 1px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; clear: both; border-top-style: solid; border-top-color: rgb(255, 255, 255); background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(248, 248, 248); width: auto; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; font: normal normal bold 12px/16px arial; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Interagir com outras pessoas é essencial para o bem-estar, segundo especialistas&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; font: normal normal normal 14px/20px arial; "&gt;“A dor da solidão é uma ferida profundamente perturbadora”, afirma o pesquisador John Cacioppo, professor de psicologia da Universidade de Chicago e um dos mais renomados pesquisadores sobre solidão dos Estados Unidos. A afirmação consta no livro Solidão, recém lançado pela Editora Record, que traz um amplo estudo sobre um ‘estado’ que causa temor em muita gente: ‘o sentir-se sozinho’. “A solidão remete à angústia da separação e faz parte do ser humano temer o desamparo”, comenta a psicóloga do Hospital Samaritano de São Paulo, Luana Viscardi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o livro, o isolamento social tem um impacto na saúde comparável ao efeito da pressão sanguínea alta, da falta de exercícios, da obesidade e do cigarro. O estudo que deu origem ao livro utilizou exames de ressonância magnética para estudar as conexões entre isolamento social e atividade cerebral. E o resultado é que, em pessoas mais sociáveis, uma região do cérebro conhecida como estriato ventral ficou muito mais ativa quando elas observavam imagens de pessoas em situações agradáveis. O mesmo não ocorreu nos cérebros de pessoas solitárias. Vale destacar que o estriato ventral é uma região importante para o cérebro, em especial para o aprendizado, ativada por estímulos que os especialistas chamam de recompensas primárias (como a comida) e recompensas secundárias (como o dinheiro). A convivência social e o amor também podem ativar a região.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; font: normal normal normal 14px/20px arial; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;A dor da solidão é psíquica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Exagero? Que nada! Para Margareth dos Reis, Doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e psicóloga do Instituto H. Ellis, de São Paulo, a sensação de vazio provocada pela solidão pode desenvolver sintomas sérios. “Depressão, compulsão por comida e alcoolismo podem entrar nessa lista”, confirma Margareth. Já Luana explica que a dor da solidão não é física, e sim psíquica. “Mas, ao se sentir sozinha, a pessoa pode ser levada à angústia e daí ter reações físicas como tontura, sudorese e coração acelerado”, completa. &lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; font: normal normal normal 14px/20px arial; "&gt;Para tratar o problema, em casos mais amenos, o acompanhamento psicológico pode ajudar. Se o individuo já estiver em um nível mais crônico, apresentando um quadro depressivo, por exemplo, pode necessitar de medicamentos. Isso porque, de acordo com a pesquisa apresentada no livro, os seres humanos são muito mais entrelaçados e interdependentes – em termos fisiológicos e psicológicos – do que se supõe. “O ser humano precisa do contato social, pois isso é benéfico para ele perceber seu potencial, aprender, crescer e trocar experiências”, diz Margareth. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;Dificuldade de interagir&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No entanto, cada vez mais a conectividade está sob risco. “Há uma enorme oferta de atividades, porém existe uma superficialidade nos relacionamentos”, alerta Margareth. Para ela, quem vive nas grandes metrópoles sofre ainda mais com isso. “As pessoas não conseguem se identificar com as outras, estão sempre reclamando de falta de tempo, vivem na correria e usam isso para justificar a dificuldade de interagir”, acrescenta a psicóloga. Além disso, segundo ela, existem as redes sociais na Internet que conquistam cada vez mais seguidores e, muitas vezes, criam uma ilusão. “Há pessoas que têm uma rede de contato extensa, mas não têm intimidade com ninguém. Se quiser uma companhia para ir ao cinema, por exemplo, não consegue contar com alguém desta lista virtual”, condena Margareth. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contrapartida, Luana defende que não dá apenas para enxergar os contatos virtuais de forma negativa. “Tudo depende da forma como cada um utiliza essa ferramenta. Enquanto alguns se fecham neste mundo ilusório, outros usam isso para ampliar trocas e reencontrar verdadeiras amizades.” A superficialidade também está fora do virtual. “Nas grandes cidades, por exemplo, estão todos centrados no trabalho e, após o expediente, nem sempre ocorre esta troca”, destaca Luana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;A versão positiva&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;John Cacioppo explica em seu estudo que, para um ser da nossa espécie, a saúde e o bem-estar requerem que o indivíduo esteja satisfeito e seguro em seus laços com outras pessoas. Seria uma forma de ‘não se sentir só’. E Margareth acrescenta que um indivíduo solitário não pode se deixar cair nessa rotina empobrecida, de isolamento e confinamento de vida. “Se não reagir logo, a pessoa pode ficar depressiva e indisposta para reverter o caso”, avalia. “Nada substitui a presença de alguém, o contato”, afirma Margareth.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; font: normal normal normal 14px/20px arial; "&gt;Embora a solidão esteja sempre atrelada a um sentimento negativo, ela também apresenta sua versão positiva. Pelo menos é o que defendem os especialistas. “Se fechar para balanço ou ter um momento de recolhimento é muito positivo para qualquer pessoa”, diz Margareth. Para Luana, este pode até ser um processo doloroso, porém de enorme importância para o crescimento pessoal. “Isso apenas não pode se tornar constante”, lembra Margareth. Segundo a obra, “quase todos sentem as pontadas da solidão em algum momento”. E este sentimento pode ser algo breve e superficial, como ser o último escolhido para uma brincadeira – ou algo agudo e severo -, como a perda de um ente querido. “Este tipo de solidão faz parte da vida de qualquer pessoa”, avalia Margareth. &lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; border-style: initial; border-color: initial; font: normal normal normal 14px/20px arial; "&gt;Fonte: www.ig.com.br/delas&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-3780691526900804279?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/3780691526900804279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/04/e-impossivel-ser-feliz-sozinho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/3780691526900804279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/3780691526900804279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/04/e-impossivel-ser-feliz-sozinho.html' title='É impossível ser feliz sozinho'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-1713989655419568530</id><published>2011-04-01T12:12:00.000-03:00</published><updated>2011-04-01T12:13:38.004-03:00</updated><title type='text'>Especialistas explicam por que a barriga se forma e como eliminá-la</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 12px; "&gt;&lt;div class="materia-titulo" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font-family: inherit; font-size: 12px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 2.5em; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;h1 class="entry-title" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font-family: inherit; font-size: 3.16em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); font-weight: bold; letter-spacing: -0.06em; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h2 style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font-family: inherit; font-size: 1.5em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0.3em; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(146, 146, 146); font-weight: normal; letter-spacing: -0.01em; line-height: 1.2em; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Bem Estar desta 6ª (1º) teve presença do endocrinologista Marcio Mancini.&lt;br /&gt;Preparador físico José Rubens D'Elia ensinou exercícios para o abdômen.&lt;/h2&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="materia-assinatura-letra" style="background-image: initial; 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background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font-family: inherit; font-size: 12px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; position: relative; width: 320px; height: 240px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font-family: inherit; font-size: 1.26em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 1.5em; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;A barriguinha que quase todas as pessoas têm e a maioria encontra dificuldades para perder foi o tema do Bem Estar desta sexta-feira (1º). No estúdio, estiveram presentes o endocrinologista Marcio Mancini e o preparador físico &lt;a class="premium-tip" href="http://g1.globo.com/topico/jose-rubens-delia" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font-family: inherit; font-size: 15px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-decoration: none; color: rgb(78, 159, 207); font-weight: bold; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;José Rubens D'Elia&lt;/a&gt;, que também é consultor e ensinou exercícios para fortalecer o abdômen.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font-family: inherit; font-size: 1.26em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 1.5em; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Essa gordura localizada pode estar relacionada à genética, à alimentação, ao sedentarismo e também à forma de se vestir, já que calças largas contribuem para o aumento da barriga. E essa é uma luta tanto de homens quanto de mulheres, que costumam sofrer mais após a menopausa, em decorrência da baixa produção hormonal.&lt;img alt="Barriga (Foto: Arte/G1)" height="880" id="http://g1.be.globoi.com/photo/427b4571-44d6-49ec-8918-4e7630708583" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/04/01/620x880_barriga.jpg" title="Barriga (Foto: Arte/G1)" width="620" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font-family: inherit; font-size: 15px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; " /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font-family: inherit; font-size: 1.26em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 1.5em; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;No estúdio, Mancini falou sobre o estrogênio, o “hormônio da cintura”, que garante que a gordura das mulheres não se acumule tanto na barriga e se distribua por coxas, nádegas, quadril e seios. Esse é o famoso formato pera, enquanto o sexo masculino apresenta mais o tipo maçã, por uma atuação do hormônio cortisol – que abre caminho para que as células de gordura na barriga fiquem mais receptivas a outras.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font-family: inherit; font-size: 1.26em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 1.5em; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Nas ruas, a repórter Marina Araújo foi conferir por que os “pneuzinhos” incomodam tanto as pessoas. A cabeleireira Elza Santana ela tenta disfarçar a “pochete” depois de já ter procurado uma academia e apelado até para a lipoaspiração. Com a falta de cuidados após a cirurgia, a barriga voltou em três anos.&lt;/p&gt;&lt;div class="video componente_materia" id="1474577" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font-family: inherit; font-size: 12px; margin-top: 0px; margin-right: 1.75em; margin-bottom: 2.5em; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; float: left; width: 320px; height: 308px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;iframe allowtransparency="true" name="globovideos_embed_2" id="globovideos_embed_2" marginheight="0" frameborder="0" marginwidth="0" scrolling="no" src="http://playervideo.globo.com/webmedia/player/embed/GMCAbrePlayer?midiaId=1474577&amp;amp;autoStart=false&amp;amp;idEmbed=2&amp;amp;banda=N&amp;amp;escondeTrocaBanda=true&amp;amp;novoPlayer=true&amp;amp;hostNovoPlayer=s.videos.globo.com&amp;amp;sitePage=g1/bemestar/videos&amp;amp;nocache=1301670601005" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font-family: inherit; font-size: 12px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; position: relative; width: 320px; height: 240px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font-family: inherit; font-size: 1.26em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 1.5em; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Para esconder o excesso, Elza usa cintas, mas sabe que elas são momentâneas e uma “propaganda enganosa”. Também abusa das blusas largas e dos vestidos soltos que não marcam a cintura. Além disso, segundo a cabeleireira – que não se alimenta bem nem faz atividade física – , o bojo do sutiã aumenta os seios e “diminui” a barriga, e a postura reta completa o “disfarce”.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font-family: inherit; font-size: 1.26em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 1.5em; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;A filha de Elza, a manicure Vivian Morais, de 26 anos, sofre do mesmo problema. Ela contou que as amigas também penam para eliminar os centímetros extras do abdômen. “Já fiz dieta, emagreci bastante, mas a barriga é a ultima a sair”, disse. Na hora de sentar, Vivian estica as costas, ajeita a postura e acaba enganando quem está em volta. Pôr o braço em cima do colo também ajuda na “maquiagem”, de acordo com ela.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font-family: inherit; font-size: 1.26em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 1.5em; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Se em cinco anos a situação não melhorar, a manicure pensa em fazer uma cirurgia plástica, porque não gosta de exercícios. E acredita que a barriga, na família, é mesmo herediária.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font-family: inherit; font-size: 1.26em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 1.5em; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Por fim, Marina Araújo foi ver de perto o dilema dos homens que também têm barriga saliente, cujos efeitos passam pela autoestima. Para o aposentado Manoel Sobrinho, o problema prejudicou a prática esportiva. “Quando eu ainda não tinha essa barriga, jogava um futebolzinho de salão, agora não dá mais”, lamentou.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; font-family: inherit; font-size: 1.26em; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 1.5em; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Fonte: www.globo.com&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-1713989655419568530?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/1713989655419568530/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/04/especialistas-explicam-por-que-barriga.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/1713989655419568530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/1713989655419568530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/04/especialistas-explicam-por-que-barriga.html' title='Especialistas explicam por que a barriga se forma e como eliminá-la'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-2113975817758340121</id><published>2011-04-01T10:55:00.003-03:00</published><updated>2011-04-01T16:22:41.007-03:00</updated><title type='text'>Jovens e a bebida</title><content type='html'>&lt;img src="http://admhomolog.band.com.br/admin/files/olho/01df568c-42b3-4b67-a169-e2b84753d3d9/aliga_big.jpg" alt="desc imagem" /&gt;&lt;div&gt;Assista os videos do programa: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;http://www.band.com.br/aliga/conteudo.asp?id=100000415417&amp;amp;m=2c9f94b42efd8a9b012f03708de403f7#Episodio&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte: www.eband.com.br&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;script src="http://player.sambatech.com.br/current/samba-player.js?playerWidth=441&amp;amp;playerHeight=381&amp;amp;ph=3db7396dce64ca63cb5e8dc2e92d1151&amp;amp;m=2c9f94b42efd8a9b012f03708de403f7"&gt;&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-2113975817758340121?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/2113975817758340121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/04/jovens-e-bebida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2113975817758340121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2113975817758340121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/04/jovens-e-bebida.html' title='Jovens e a bebida'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-953939988455573649</id><published>2011-03-23T09:12:00.002-03:00</published><updated>2011-03-23T09:14:32.844-03:00</updated><title type='text'>Estudo indica que religião pode acabar em 9 países ricos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTNBAETUxqQbEfWi01bUyV8obM8yDkVyr4uqS6nEK0wAWsA3Tyk"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 137px;" src="http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTNBAETUxqQbEfWi01bUyV8obM8yDkVyr4uqS6nEK0wAWsA3Tyk" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; "&gt;DA BBC BRASIL&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;&lt;p&gt;Dados de censos colhidos desde o século 19 indicam que a religião pode ser extinta em nove nações ricas que foram analisadas em um estudo científico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A pesquisa identificou uma tendência de aumento no número de pessoas que afirmam não ter religião na Austrália, Áustria, Canadá, Finlândia, Irlanda, Holanda, Nova Zelândia, Suíça e República Tcheca --o país com o índice mais elevado, com 60%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Usando um modelo de progressão matemática, o levantamento --divulgado durante um encontro da American Physical Society-- mostra que as pessoas que seguem alguma religião vão praticamente deixar de existir nestes países.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na Holanda, por exemplo, 70% dos holandeses não terão religião alguma até 2050. Hoje, esse grupo é de 40% da população.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Em muitas democracias seculares modernas, há uma tendência maior de as pessoas se identificarem como sem uma religião", afirma Richard Wiener, que trabalha em um centro de pesquisa em ciência avançada, subordinado ao departamento de física da Universidade do Arizona.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A pesquisa seguiu um modelo de dinâmica não-linear que leva em conta fatores sociais e a influência que exercem em uma pessoa a fazer parte de um grupo não-religioso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os parâmetros se mostraram semelhantes em vários países pesquisados, indicando que a religião está a caminho da extinção nessas nações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: www.folha.com/bbcbrasil&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-953939988455573649?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/953939988455573649/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/03/estudo-indica-que-religiao-pode-acabar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/953939988455573649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/953939988455573649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/03/estudo-indica-que-religiao-pode-acabar.html' title='Estudo indica que religião pode acabar em 9 países ricos'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-339800598334604096</id><published>2011-03-21T11:47:00.001-03:00</published><updated>2011-03-21T11:47:50.984-03:00</updated><title type='text'>Entenda por que o sono é importante para o desenvolvimento das crianças</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial; "&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" id="conteudo_tb_princ" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; border-collapse: separate; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; width: 672px; height: 1080px; "&gt;&lt;tbody style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; "&gt;&lt;tr style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; "&gt;&lt;td height="18" colspan="2" style="font-size: 16px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: normal; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; "&gt;&lt;td valign="top" style="font-size: 16px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: normal; "&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" id="conteudo_tb_princ2" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; border-collapse: separate; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; width: 637px; "&gt;&lt;tbody style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; "&gt;&lt;tr style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; "&gt;&lt;td style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; "&gt;&lt;td style="font-size: 16px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: normal; "&gt;&lt;img src="http://maisvoce.globo.com/Portal/maisvoce/img/sep.gif" width="1" height="38" alt="" border="0" style="border-width: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; " /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; "&gt;&lt;td style="font-size: 16px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: normal; "&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" id="conteudo_tb_princ3" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; border-collapse: separate; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; width: 637px; "&gt;&lt;tbody style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; "&gt;&lt;tr style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; "&gt;&lt;td style="font-size: 16px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: normal; "&gt;&lt;img src="http://maisvoce.globo.com/Portal/maisvoce/img/sep.gif" width="15" height="1" alt="" border="0" style="border-width: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; " /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="font-size: 16px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: normal; "&gt;&lt;div class="fotoMateria box320" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; 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margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; position: relative; width: 320px; height: 240px; "&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; "&gt;Se seu filho ou sua filha já voltou às aulas e não consegue dormir cedo, essa matéria é para você. O programa desta quarta-feira, 9 de fevereiro, falou sobre a importância de dormir bem para o desenvolvimento e os estudos das crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma tarefa bem difícil convencer a garotada a dormir mais cedo. Para ajudar você em casa, nossa equipe acompanhou a rotina de uma família em São Paulo, com dois filhos pequenos. O médico neuropediatra Rubens Wajnsztejn, companhou essa experiência de perto para analisar e mostrar por que um bom sono faz toda a diferença. Depois, esteve pessoalmente no estúdio do &lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; "&gt;Mais Você&lt;/strong&gt; para tirar duvidas de muitos pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o médico, o importante é que você possa ter uma rotina, e que a criança já fique sabendo que isso vai terminar no momento de colocá-la para dormir. Essa sequência é importante e a criança precisa identificar dessa forma: eu vou comer, brincar um pouquinho, depois tem o banho e o momento da cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por que o sono é tão importante? Na infância, você tem praticamente 90% da síntese do hormônio do crescimento durante a noite, principalmente na fase do sono mais profundo. O hormônio do crescimento é produzido pela hipófise, uma pequena glândula que fica na parte de baixo do cérebro. Como o próprio nome diz, ele é responsável pelo crescimento físico das pessoas. Até o início da adolescência é a mais importante, é onde vai ter os dois estirões, depois vai ter uma estabilização do crescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; "&gt;Dicas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;- A criança que fica agitada durante a noite, depois de jogar muito videogame ou assistir muita TV, pode até acabar dormindo o número de horas adequadas, mas ela não dormirá bem.&lt;br /&gt;- Alimentos estimulantes, como todos aqueles derivados de cafeína (refrigerantes, alguns tipos de chá), tendem a fazer com que a criança tenha um sono superficial.&lt;br /&gt;- Evitar computador à noite&lt;br /&gt;- Não dormir com a televisão ligada&lt;br /&gt;- Acostumar a tomar um bom café da manhã&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; "&gt;Horas de sono&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;- Recém nascidos chegam a dormir 16 horas por dia.&lt;br /&gt;- Com 2 anos elas já dormem por volta de 12h, justamente porque passam a ter mais atividades (começam a falar, andar, interagir com o ambiente)&lt;br /&gt;- Para uma criança de 5 anos o ideal é que ela durma bem por 10 horas por noite.&lt;br /&gt;- De 7 a 10 anos, o ideal são pelo menos 9 boas horas.&lt;br /&gt;- A partir dos 10 anos de idade, já se pode falar em 8 horas de sono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; "&gt;Dados do hormônio do crescimento&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Um bom sono é muito importante para o estímulo da produção do GH, o chamado hormônio do crescimento. Durante a noite, há um estimulo maior para a produção do GH, que, juntamente com outros hormônios, faz a criança crescer. A síntese desse hormônio é feita a partir de estímulos cerebrais feitas pelo sistema nervoso principalmente enquanto a criança dorme. O hipotálamo, parte do sistema nervoso, estimula as glândulas hormonais que produzirão hormônios de todos os tipos em todo o corpo. A criança que dorme mal, que tem uma alimentação irregular, vai ter o metabolismo geral dela diretamente impactado.&lt;/p&gt;&lt;div class="fotoMateria box320" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; "&gt;&lt;img class="foto" height="200" alt="Mais Você" width="320" src="http://maisvoce.globo.com/MaisVoce/foto/0,,46041946,00.jpg" style="border-width: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; width: 146px; height: 21px; " /&gt;&lt;div class="descricao" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; "&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style="font-size: 16px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: normal; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; "&gt;&lt;td style="font-size: 16px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-weight: normal; "&gt;&lt;img src="http://maisvoce.globo.com/Portal/maisvoce/img/sep.gif" width="1" height="38" alt="" border="0" style="border-width: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-family: Arial; border-style: initial; border-color: initial; font-size: 16px; " /&gt;Fonte: www.globo.com/maisvoce&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-339800598334604096?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/339800598334604096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/03/entenda-por-que-o-sono-e-importante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/339800598334604096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/339800598334604096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/03/entenda-por-que-o-sono-e-importante.html' title='Entenda por que o sono é importante para o desenvolvimento das crianças'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-2341538463201171073</id><published>2011-03-16T17:37:00.001-03:00</published><updated>2011-03-16T17:40:21.677-03:00</updated><title type='text'>Megaestudo desmente teses sobre longevidade</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; "&gt;&lt;b&gt;IARA BIDERMAN&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;DE SÃO PAULO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;&lt;p&gt;Comer vegetais, fazer esportes, não ter muitas preocupações e estar sempre sorrindo podem fazer bem para a saúde. Mas não são indicativos de que você vá viver mais tempo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A afirmação é dos autores do mais longo estudo já feito sobre a relação entre personalidade e expectativa de vida, o "Longevity Project", da Universidade da Califórnia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante 20 anos, Howard Friedman e Leslie Martin, professores de psicologia da universidade, estudaram os dados de 1.500 pessoas que participaram de uma pesquisa iniciada em 1921, por um psicólogo da Universidade Stanford.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eles revisaram todos os dados sobre personalidade, estilo de vida, estado de saúde e causa de morte dessas pessoas. E separaram as características prevalentes entre os mais longevos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os resultados estão no livro "The Longevity Project: Surprising Discoveries for Health and Long Live from Landmark Eight-Decade Study" (ed. Penguim), que acaba de ser publicado nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O livro derruba várias hipóteses sobre comportamentos que aumentariam a expectativa de vida. Não foi achada relação entre hábitos alimentares e vida mais longa, por exemplo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"O mais surpreendente foi descobrirmos que as pessoas mais felizes e extrovertidas na infância morreram mais cedo. É o oposto do senso comum sobre longevidade", disse à &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; Leslie Martin.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além da sabedoria popular, estudos científicos também associam a felicidade à boa saúde. "A questão é que esses estudos são de curto prazo. O nosso trabalho é o primeiro que relaciona dados por um período tão longo."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a psicóloga, a característica predominante na infância dos que viveram mais tempo com saúde foi o senso de responsabilidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Eram crianças mais sérias e mantiveram essa característica de forma consistente durante a vida. Nossa hipótese é de que elas evitavam comportamentos de risco e cuidavam mais de seu bem-estar e o do próximo", explica a psicóloga.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ela acrescenta que essa personalidade não significa vida "certinha" sem graça. "Os registros mostram que foram pessoas criativas, intelectualmente ativas e que construíram carreiras e redes de relacionamento muito interessantes."&lt;/p&gt;&lt;table class="articleGraphic" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-collapse: collapse; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; width: 639px; clear: both; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td rowspan="3" class="articleGraphicSpace" style="width: 0px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="articleGraphicCredit" style="font: normal normal normal 10px/normal arial, helvetica, sans-serif; line-height: 13px; text-align: right; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Editoria de Arte / Folhapress&lt;/td&gt;&lt;td rowspan="3" class="articleGraphicSpace" style="width: 0px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="articleGraphicImage" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: center; "&gt;&lt;img src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11074464.gif" alt="" border="0" style="display: block; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(204, 204, 204); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; " /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;FELIZES SOZINHOS&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro resultado intrigante do estudo foi o peso do casamento na expectativa de vida. Algumas pesquisas mostram que pessoas casadas são mais saudáveis e, teoricamente, vivem mais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Em nossa pesquisa, isso foi verdade para os homens. Para mulheres, o casamento não aumentou nem diminuiu a expectativa de vida", afirma Martin.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O divórcio também não influenciou o tempo de vida das mulheres, independentemente de elas terem ou não encarado outro casamento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Martin explica que vínculos afetivos influenciam positivamente a saúde, mas o principal é a qualidade dos relacionamentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"As pessoas que viveram mais não foram as que tiveram mais amigos. E mulheres que terminaram um casamento que não estava indo bem tiveram uma ótima e longa vida após o divórcio."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: www.folha.com&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-2341538463201171073?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/2341538463201171073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/03/megaestudo-desmente-teses-sobre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2341538463201171073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2341538463201171073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/03/megaestudo-desmente-teses-sobre.html' title='Megaestudo desmente teses sobre longevidade'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-2931867472386009379</id><published>2011-03-16T17:27:00.001-03:00</published><updated>2011-03-16T17:29:05.697-03:00</updated><title type='text'>Coleira para crianças inspira olhares críticos e reflexões</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;&lt;h1 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; font: normal normal bold 27px/32px tahoma, helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; font-weight: normal; "&gt;&lt;b&gt;MARIANA VERSOLATO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div id="articleBy" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 12px/normal Verdana, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px; "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;DE SÃO PAULO&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Parece coleira de cachorro, mas é uma mochilinha com alça, que prende a criança à mãe. A cena, que começa a ficar mais comum em capitais do país, gera olhares tortos e também curiosidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A mochila-coleira é usada há décadas nos EUA, na Europa e no Japão. Aqui, ainda é novidade, embora seja vendida em grandes lojas para bebês há cerca de dois anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/889137-fui-encoleirada-quando-pequena-e-sobrevivi-conta-reporter.shtml" style="text-decoration: underline !important; color: rgb(0, 0, 102); "&gt;"Fui 'encoleirada' quando pequena e sobrevivi", conta repórter&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;table class="articleGraphic" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-collapse: collapse; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; width: 635px; clear: both; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td rowspan="3" class="articleGraphicSpace" style="width: 40px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="articleGraphicCredit" style="font: normal normal normal 10px/normal arial, helvetica, sans-serif; line-height: 13px; text-align: right; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Letícia Moreira/Folhapress&lt;/td&gt;&lt;td rowspan="3" class="articleGraphicSpace" style="width: 41px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="articleGraphicImage" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: center; "&gt;&lt;img src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11074259.jpeg" alt="Larissa Lieders com a filha Olivia, que usa uma espécie de &amp;quot;mochila coleira&amp;quot;" border="0" style="display: block; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(204, 204, 204); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; " /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="articleGraphicCaption" style="font: normal normal normal 11px/normal arial, helvetica, sans-serif; line-height: 14px; padding-top: 3px; padding-right: 0px; padding-bottom: 3px; padding-left: 0px; border-bottom-width: 3px; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: rgb(0, 185, 241); border-top-color: rgb(0, 185, 241); border-right-color: rgb(0, 185, 241); border-left-color: rgb(0, 185, 241); "&gt;Larissa Lieders com a filha Olivia, que usa uma espécie de "mochila coleira"&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;A culinarista Marisa Abeid, 32, de Sorocaba, admite que, à primeira vista, o acessório parece "estranho".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas conta que usou um modelo de braço (ligando o pulso da criança ao do adulto) no filho Pedro, de três anos, quando ele tinha um ano e meio. "Num piscar de olhos, ele sumia", diz a mãe, que se sentia mais segura assim. Ela pretende usar o mesmo artifício com o mais novo, João, de sete meses.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O instrumento só causa polêmica por falta de hábito, para a pediatra Maria Aurora Brandão, 63, do Hospital São Luiz. Ela "encoleirou" os filhos 40 anos atrás, em uma viagem a Portugal. "É uma questão de segurança."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A arquiteta Larissa Lieders, 32, comprou a mochila para sair sossegada com a filha Olivia, de quatro anos. "Ela corre pela rua, em supermercados e lojas. Se estou carregando sacolas, tenho que largar tudo e ir atrás."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Às vezes, segundo a mãe, Olivia fica irritada com a coleira. Na semana passada, aprendeu a se livrar dela.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A publicitária Lica Ribeiro, 30, ouviu coisas como "Parece cachorro" e "Só falta dar ossinho", ao circular com o filho Pedro, de três anos e meio, "acorrentado" a ela. "A primeira reação das pessoas é criticar. Mas criança não quer pegar na mão, quer explorar as coisas. A mochila é segurança para a gente e liberdade para eles."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com Ricardo Halpern, presidente do departamento de pediatria do comportamento e desenvolvimento da Sociedade Brasileira de Pediatria, o acessório só vale para lugares com aglomeração. "Não causa nenhum prejuízo à criança se usado de forma adequada."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já a psicóloga e colunista da Folha Rosely Sayão diz que a guia é uma comodidade para pais que querem olhar outras coisas que não os filhos. "Querem ter filhos, mas agir como se não tivessem. Alguns podem perceber, depois, que passou o tempo de dar as mãos aos filhos, e não aproveitaram."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Roseli Caldas, professora de psicologia da Universidade Mackenzie, concorda. "Para sermos práticos, deixamos de lado a afetividade."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Caldas, a criança precisa mais do toque da mãe do que de fita que a prenda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Esse limite que depende de uma "coleira" não prepara para o desenvolvimento. A voz de comando da mãe tem que valer. Se a criança não construiu essa noção de autoridade, como será no futuro? Que fita a mãe usará na adolescência?", pergunta.&lt;/p&gt;&lt;div id="articleEnd" style="clear: both; "&gt;&lt;p style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-top-style: solid; border-top-width: 3px; border-top-color: rgb(0, 185, 241); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-bottom-color: rgb(0, 185, 241); padding-top: 3px; padding-right: 0px; padding-bottom: 3px; padding-left: 0px; font: normal normal bold 13px/normal verdana, sans-serif; text-transform: uppercase; border-right-color: rgb(0, 185, 241); border-left-color: rgb(0, 185, 241); color: rgb(0, 185, 241); "&gt;&lt;b&gt;Fonte: www.folha.com&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-2931867472386009379?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/2931867472386009379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/03/coleira-para-criancas-inspira-olhares.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2931867472386009379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2931867472386009379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/03/coleira-para-criancas-inspira-olhares.html' title='Coleira para crianças inspira olhares críticos e reflexões'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-7034490914636091382</id><published>2011-03-09T15:48:00.001-03:00</published><updated>2011-03-09T15:51:22.697-03:00</updated><title type='text'>As lições de uma família saudável</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 16px; "&gt;&lt;div class="materiaTitulo" id="materiaTitulo" style="font-family: tahoma; font-size: 2.4em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; line-height: 30px; letter-spacing: -1px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: georgia; font-size: 12px; line-height: 16px; letter-spacing: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(152, 152, 152); font-family: tahoma; font-size: 11px; text-transform: uppercase; "&gt;LUCIANA VICÁRIA&lt;/span&gt;Com uma mistura de exemplo, disciplina e criatividade, o casal Zardetto conseguiu transmitir bons hábitos alimentares aos filhos. Descubra o que é possível aprender com eles&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="materiaContainer" style="font-family: arial; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); margin-top: 25px; "&gt;&lt;div class="fotoMateria box280" style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); margin-top: 0px; margin-right: 16px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; width: 280px; float: left; clear: both; "&gt;&lt;img class="foto" alt="Filipe Redondo/ÉPOCA" width="280" height="400" src="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,46176845,00.jpg" style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; display: block; " /&gt;&lt;div class="descricao" style="font-family: tahoma; font-size: 0.9em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); padding-top: 7px; padding-right: 10px; padding-bottom: 7px; padding-left: 10px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(246, 246, 246); background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;strong style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(201, 18, 20); "&gt;GELADEIRA CHEIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A mãe, Cristina, o pai, Ruy, e os filhos, Rafael&lt;em style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt; (à esq.)&lt;/em&gt; e Marco&lt;em style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt; (à dir.)&lt;/em&gt;, exibem o conteúdo da geladeira. A família evita guloseimas&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Os irmãos Marco, de 11 anos, e Rafael Zardetto, de 7, são daquelas crianças que a professora pega como exemplo. Não pelas notas – apesar de elas estarem acima da média –, mas pelo que levam na mochila: tomate-cereja, cenouras cruas, sanduíches naturais, frutas e até salada. No almoço, comem uma variedade de verduras e legumes de dar inveja a professoras de ioga. Como os pais, Cristina, uma dentista de 39 anos, e Ruy Zardetto, de 46, dono de uma oficina mecânica, conseguiram a façanha?&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Calma. Eles não são de outro planeta. A família Zardetto come carne, há cookies no armário da cozinha, ketchup na geladeira e sorvete no freezer. As crianças sabem o que é pizza e sanduíche do McDonald’s – e adoram. Rafael gosta de bala. Marco não rejeita chocolate. O que os torna diferentes da maioria é a predileção por alimentos saudáveis. Marco já levou cenouras e salada de alface para a festa de Halloween da escola. Rafael, o mais novo, também se habituou aos comentários surpresos dos amigos. Ele devora ao menos quatro tipos de fruta por dia. “Acho gostoso e estou acostumado”, afirma.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Na casa dos Zardettos, fritura é exceção. A mãe não compra biscoito recheado nem refrigerante. Evita embutidos, congelados e temperos prontos. Há opções de grãos integrais, frutas secas, tudo à mão. O exercício da alimentação saudável começou cedo. Cristina fazia a papinha dos meninos sem misturar os legumes. “Eu queria que eles sentissem o sabor de cada um”, diz. Com pouco mais de 6 meses, Marco e Rafael eram estimulados a comer legumes e frutas com as mãos. Os meninos faziam sujeira, lembra a mãe, mas aprenderam a brincar e gostar dos alimentos. Até quando foi possível, Cristina evitou salgados fritos, balas e doces em geral. A exposição tardia a esses alimentos, acredita, pode ter influenciado o paladar dos filhos. Marco pediu refrigerante pela primeira vez aos 5 anos. Rafael provou o primeiro brigadeiro mais cedo, com 1,5 ano. Cristina nunca os proibiu de comer nada. Mas não ter esses alimentos em casa contribui para que sejam exceção na dieta.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;A família inteira costuma ir ao sacolão. As crianças experimentam tudo o que é comprado. Quando decidem passar o dia no parque, levam lanche de casa. Na cozinha há um quadro branco com algumas regras de convivência. Elas foram escritas em caneta preta por Rafael: não gritar pela janela e só dizer palavras bonitas. Além dessas, a mãe exige outras: horários para as refeições e alimentos certos para cada uma delas. O ketchup, a pizza e os doces são regulados.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Como boa parte das crianças, os meninos passaram por fases de resistência alimentar, recusando novidades e alimentos saudáveis. Ainda hoje acontece de torcerem o nariz para algo a que não estão habituados. São crianças, afinal. Diante disso, Cristina e Ruy tentam de novo no dia seguinte ou renovam a receita. Também pedem ajuda das crianças na cozinha. Rafael conta orgulhoso de sua obra recente. “Criei um bolo chamado bacanela”, afirma, sobre um doce que leva banana e canela. Estimular as crianças, no entanto, tem limites. Firmeza e autoridade também são parte importante da dieta. “Se não comer, vai ter de esperar a próxima refeição”, diz o pai. “Não tem negócio.”&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;/p&gt;&lt;table border="1" cellspacing="1" summary="" cellpadding="1" width="650" align="center" style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); border-collapse: collapse; "&gt;&lt;tbody style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;tr style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;td style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); padding-top: 5px; padding-right: 7px; padding-bottom: 5px; padding-left: 7px; border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-color: rgb(255, 255, 255); border-right-color: rgb(255, 255, 255); border-bottom-color: rgb(255, 255, 255); border-left-color: rgb(255, 255, 255); background-color: rgb(246, 246, 246); "&gt;&lt;div class="subTitulo" style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="font-family: georgia; font-size: 1.3em; text-align: left; color: rgb(201, 18, 20); font-weight: bold; "&gt;Todos na linha&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;td style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); padding-top: 5px; padding-right: 7px; padding-bottom: 5px; padding-left: 7px; border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-color: rgb(255, 255, 255); border-right-color: rgb(255, 255, 255); border-bottom-color: rgb(255, 255, 255); border-left-color: rgb(255, 255, 255); background-color: rgb(246, 246, 246); "&gt;&lt;p style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;strong style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;em style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Os 10 bons hábitos da família Zardetto&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;td style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); padding-top: 5px; padding-right: 7px; padding-bottom: 5px; padding-left: 7px; border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-color: rgb(255, 255, 255); border-right-color: rgb(255, 255, 255); border-bottom-color: rgb(255, 255, 255); border-left-color: rgb(255, 255, 255); background-color: rgb(246, 246, 246); "&gt;&lt;div class="subTitulo" style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="font-family: georgia; font-size: 1.3em; text-align: left; color: rgb(201, 18, 20); font-weight: bold; "&gt;1.&lt;/span&gt;A refeição sempre acontece com a presença de um adulto. Quando a mãe não acompanha, a avó é escalada para almoçar com eles&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="subTitulo" style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="font-family: georgia; font-size: 1.3em; text-align: left; color: rgb(201, 18, 20); font-weight: bold; "&gt;2.&lt;/span&gt;As crianças fazem o supermercado com os pais e são estimuladas a escolher novidades para experimentar, como uma nova espécie de uva&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="subTitulo" style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="font-family: georgia; font-size: 1.3em; text-align: left; color: rgb(201, 18, 20); font-weight: bold; "&gt;3. &lt;/span&gt;Não há biscoitos recheados, balas ou salgadinhos no armário. Esses alimentos só são consumidos fora de casa, em aniversários&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="subTitulo" style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="font-family: georgia; font-size: 1.3em; text-align: left; color: rgb(201, 18, 20); font-weight: bold; "&gt;4.&lt;/span&gt;Há um quadro de aviso na cozinha com regras de boa convivência, como falar palavras bonitas e não gritar pela janela&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="subTitulo" style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="font-family: georgia; font-size: 1.3em; text-align: left; color: rgb(201, 18, 20); font-weight: bold; "&gt;5.&lt;/span&gt;A fruta da sobremesa sempre está na mesa, com o arroz, o feijão e os demais acompanhamentos. Isso evita que as crianças peçam uma guloseima&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="subTitulo" style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="font-family: georgia; font-size: 1.3em; text-align: left; color: rgb(201, 18, 20); font-weight: bold; "&gt;6. &lt;/span&gt;Eles só comem fora de vez em quando. Uma ou duas vezes por mês vão ao restaurante ou comem pizza em casa&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="subTitulo" style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="font-family: georgia; font-size: 1.3em; text-align: left; color: rgb(201, 18, 20); font-weight: bold; "&gt;7. &lt;/span&gt;As crianças costumam preparar receitas com a mãe. Já inventaram receitas de bolo com banana e canela&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="subTitulo" style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="font-family: georgia; font-size: 1.3em; text-align: left; color: rgb(201, 18, 20); font-weight: bold; "&gt;8.&lt;/span&gt;Ninguém é obrigado a comer o que não gosta. Mas a mãe não prepara alimentos especiais para cada filho nem pergunta o que eles desejam comer&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="subTitulo" style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="font-family: georgia; font-size: 1.3em; text-align: left; color: rgb(201, 18, 20); font-weight: bold; "&gt;9.&lt;/span&gt;Os pais exigem postura das crianças à mesa. A mãe chama a atenção se elas estão debruçadas à mesa ou não se sentam corretamente para comer&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="subTitulo" style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="font-family: georgia; font-size: 1.3em; text-align: left; color: rgb(201, 18, 20); font-weight: bold; "&gt;10.&lt;/span&gt;Levam lanche de casa quando vão para a escola ou saem a passeio. É uma forma de evitar alimentos pouco nutritivos&lt;/div&gt;&lt;div class="subTitulo" style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="subTitulo" style="font-family: tahoma; font-size: 1em; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Fonte: www.revistaÉpoca.com.br&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-7034490914636091382?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/7034490914636091382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/03/as-licoes-de-uma-familia-saudavel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/7034490914636091382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/7034490914636091382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/03/as-licoes-de-uma-familia-saudavel.html' title='As lições de uma família saudável'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-1078441308336335719</id><published>2011-03-02T18:34:00.002-03:00</published><updated>2011-03-02T18:37:23.505-03:00</updated><title type='text'>Casos de derrame cerebral aumentam entre os jovens</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTUSEeD8pdLWgcMHEUebBhaVx-B-La4CyFKk5-JpT5xmXXgV6iL"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 192px; height: 262px;" src="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTUSEeD8pdLWgcMHEUebBhaVx-B-La4CyFKk5-JpT5xmXXgV6iL" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;&lt;b style="font-size: medium; "&gt;Internações de homens com até 34 anos cresceram 51% em 13 anos, nos EUA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, números também saltaram; mais novos têm estilo de vida parecido com o dos idosos, dizem médicos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="font-size: medium; "&gt;GUILHERME GENESTRETI&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: medium; "&gt;DE SÃO PAULO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Casos de derrame aumentam entre os jovens, mostra levantamento dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, ligados ao Departamento de Saúde dos EUA.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Em pouco mais de uma década, houve crescimento de 51% nas internações por acidente vascular cerebral isquêmico entre homens de 15 a 34 anos. Nas mulheres dessa faixa, a alta foi de 17%.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Os pesquisadores acessaram dados sobre a internação de pacientes em cerca de mil hospitais americanos entre os anos de 1994 e 2007.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;No Brasil, as doenças cerebrovasculares também tiveram aumento expressivo entre os jovens, segundo números do Datasus, banco de dados do Ministério da Saúde.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Entre 1998 e 2007, houve crescimento de 64% nas internações por AVC entre homens, e de 41% entre mulheres na faixa de 15 a 34 anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O AVC isquêmico representa cerca de 90% dos casos e é causado pela obstrução das artérias cerebrais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Se não for contida a tempo, a doença pode lesionar áreas do cérebro e causar sequelas nos movimentos e em funções como a fala.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Só em 2007 houve um total de 7.599 internações por doenças cerebrovasculares no Brasil, nessa faixa etária.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Para a neurologista Sheila Martins, presidente da ONG Rede Brasil AVC, o aumento maior dos casos entre os brasileiros deve-se ao menor controle dos fatores de risco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="font-size: medium; "&gt;MAIS SAL&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Hipertensão, diabetes e colesterol alto são fatores de risco de derrame.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;"O AVC isquêmico é comum em idades mais avançadas, mas o jovem passa a ter os mesmos riscos se é mais sedentário e obeso", diz o neurologista Luiz Alberto Bacheschi, presidente do Conselho Regional de Medicina de São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;"Pensam que é doença de velho, mas cada vez mais jovens chegam aos hospitais com perda de força nos membros, tonturas, sinais que antes só víamos entre pessoas de mais idade", diz Martins.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O jovem, segundo ela, está ingerindo mais sal, bebendo mais álcool e comendo mal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O uso de álcool e drogas pode causar lesões arteriais, tornando o adolescente e o jovem predispostos ao problema, diz Bacheschi.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O neurologista Santino Lacanna, da Unifesp, não descarta a possibilidade de que nos últimos anos os diagnósticos tenham ficado mais precisos, o que pode explicar parte do aumento dos casos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Mas acrescenta que fatores como o estresse também podem ser uma hipótese válida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;"Com a competitividade, não dá para jogar o estresse pela janela, mas dá para controlar a alimentação e praticar exercícios físicos."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="font-size: medium; "&gt;SINAIS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Dor de cabeça, dificuldade para falar ou enxergar e dormência nos membros são sinais. "As pessoas não sabem reconhecê-los e demoram a chegar aos hospitais", diz Sheila Martins.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Para Bacheschi, "faltam campanhas mostrando que o jovem está levando uma vida comparável à de um idoso".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Fonte: www.folha.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-1078441308336335719?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/1078441308336335719/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/03/casos-de-derrame-cerebral-aumentam.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/1078441308336335719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/1078441308336335719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/03/casos-de-derrame-cerebral-aumentam.html' title='Casos de derrame cerebral aumentam entre os jovens'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-8436599146575134269</id><published>2011-02-10T07:55:00.001-02:00</published><updated>2011-02-10T07:57:16.705-02:00</updated><title type='text'>Estudo relaciona dieta de 'junk food' a Q.I. baixo</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 17px; "&gt;DA FRANCE PRESSE&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;&lt;p&gt;Crianças com dieta rica em comida processada podem apresentar Q.I. ligeiramente mais baixo, de acordo com um amplo estudo divulgado no "Journal of Epidemiology and Community Health" da BMA (British Medical Association) e que já está sendo aclamado como o mais abrangente do tipo.&lt;/p&gt;&lt;table class="fe270" style="width: 270px; margin-top: 0px; margin-right: 20px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; float: left; border-collapse: collapse; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="fo1c" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 10px/normal arial, helvetica, sans-serif; line-height: 13px; text-align: right; vertical-align: top; "&gt;SXC&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: top; "&gt;&lt;img src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11039270.jpeg" alt="Crianças com dieta rica em comida processada podem apresentar Q.I. ligeiramente mais baixo, diz estudo" border="0" style="display: block; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(204, 204, 204); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; " /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="fo1l" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 11px/normal arial, helvetica, sans-serif; line-height: 16px; border-bottom-width: 3px; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: rgb(0, 185, 241); vertical-align: top; border-top-color: rgb(0, 185, 241); border-right-color: rgb(0, 185, 241); border-left-color: rgb(0, 185, 241); "&gt;Crianças com dieta rica em comida processada podem apresentar Q.I. ligeiramente mais baixo, diz estudo&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;A conclusão da pesquisa é o resultado do acompanhamento de 14.000 pessoas nascidas na Inglaterra entre 1991 e 1992, que tiveram a saúde e o bem-estar foram monitorados aos três, quatro, sete e oito anos e meio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os pais das crianças foram orientados a preencher questionários que perguntavam, entre outras coisas, o que seus filhos comiam e bebiam.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Três padrões de dieta foram então identificados: o primeiro, rico em gorduras processadas e açúcar; o segundo, uma dieta "tradicional" com base em carne e vegetais; e o terceiro, considerado "saudável", com muita salada, frutas e vegetais, além de macarrão e arroz.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando as crianças chegaram aos oito anos e meio, seu Q.I. (sigla para quociente de inteligência) foi medido através de uma ferramenta padrão conhecida como Escala de Inteligência de Wechsler.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre as 4.000 crianças cujos dados estão completos, é possível perceber uma diferença significativa de Q.I. daquelas que consumiam comida processada em relação às submetidas a uma dieta saudável nos primeiros anos da infância.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao todo, 20% das crianças participantes consumiam grande quantidade de comida processada, e o Q.I. médio aferido entre elas é 101. Já entre os 20% alimentados de maneira saudável, o Q.I. médio é 106.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"É uma diferença muito pequena, não é uma diferença vasta", admite Pauline Emmett, uma das autoras do estudo, que pertence à Escola de Medicina Social e Comunitária da Universidade de Bristol.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"No entanto, ela as torna menos capazes de lidar com a educação, menos capazes de lidar com algumas coisas na vida", acrescenta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A associação entre nível de Q.I. e nutrição é um ponto polêmico e exaustivamente debatido, uma vez que pode ser influenciada por inúmeros fatores como o contexto social e econômico de cada indivíduo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É possível argumentar, por exemplo, que uma família de classe média tem mais interesse (ou mais condições) de servir uma refeição saudável aos filhos, além de dar mais estímulo à criança para que consuma alimentos saudáveis, em comparação com famílias mais pobres.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Emmett explica que sua equipe dedicou especial cuidado para neutralizar este tipo de fator na aferição dos dados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Temos todo o controle do nível educacional da mãe, da classe social da mãe, sua idade, se vive em casa própria, o que aconteceu em sua vida, qualquer coisa errada, o ambiente da casa, se há livros ou se assiste muita televisão, coisas assim", diz a pesquisadora.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, afirma, o tamanho do estudo não tem precedentes na área.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"É uma amostra gigantesca, é muito maior do que qualquer coisa que alguém já tenha feito", acrescentou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Emmett enfatiza, entretanto, que ainda são necessários mais trabalhos para descobrir se este impacto no Q.I. das crianças continua à medida que envelhecem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sobre por que uma dieta rica em "junk food" teria esta influência sobre a inteligência, a pesquisadora sugere que a falta de vitaminas e minerais vitais para o desenvolvimento do cérebro, adquiridos em pouca quantidade em alimentos processados, em um momento fundamental da infância, pode ser responsável pela diferença.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Uma dieta de 'junk food' não proporciona um bom desenvolvimento do cérebro", conclui.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: www.folha.com/equilibrioesaude&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-8436599146575134269?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/8436599146575134269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/02/estudo-relaciona-dieta-de-junk-food-qi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/8436599146575134269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/8436599146575134269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/02/estudo-relaciona-dieta-de-junk-food-qi.html' title='Estudo relaciona dieta de &apos;junk food&apos; a Q.I. baixo'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-7687578338052590487</id><published>2011-02-02T16:34:00.000-02:00</published><updated>2011-02-02T16:35:44.647-02:00</updated><title type='text'>Estilo de educação das 'mães tigresas' da China causa polêmica</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, helvetica, arial, sans-serif; font-size: 13px; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 13px; "&gt;&lt;div class="g-container story-body" style="font-size: 1em; padding-left: 80px; padding-right: 80px; "&gt;&lt;div class="bodytext" style="font-size: 1em; "&gt;&lt;div class="module " style="font-size: 1em; float: right; width: 226px; margin-left: 14px; margin-right: 0px; "&gt;&lt;div class="image img-w226" style="font-size: 1em; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;img width="226" height="170" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2011/01/10/110110133714_sp_kids1_china_r_226x170.jpg" alt="Livro de americana relata a tentativa de criar suas filhas à &amp;quot;moda chinesa&amp;quot;." style="border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; " /&gt;&lt;p class="caption" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 0.85em; line-height: 1.38; color: rgb(102, 102, 102); "&gt;Segundo repórter da BBC, rigidez chinesa com crianças já é consagrada&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="ingress" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; color: rgb(102, 102, 102); font-weight: bold; "&gt;Um livro gerou polêmica nos Estados Unidos e na Europa por sugerir que os chineses têm mais sucesso na criação de seus filhos do que povos ocidentais por serem muito mais rígidos.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; "&gt;A professora de direito americana Amy Chua, filha de imigrantes chineses, é a autora de &lt;em&gt;Battle Hymn of the Tiger Mother&lt;/em&gt; (“Hino de Batalha da Mãe Tigresa”, em tradução livre), livro em que relata a tentativa de criar suas filhas à "moda chinesa".&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; "&gt;Amy impôs várias restrições às suas filhas para que tivessem um desempenho escolar excepcional. Entre outras coisas, as meninas eram proibidas de ver TV, jogar videogame e escolher suas próprias atividades extracurriculares.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; "&gt;Além disto, eram obrigadas a tocar piano ou violino e a ser as melhores alunas em todas as disciplinas da escola, exceto em Educação Física e Drama.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; "&gt;"Mesmo quando os pais ocidentais pensam que estão sendo rígidos, eles normalmente não chegam perto de ser mães chinesas", disse a professora, em artigo publicado no &lt;em&gt;Wall Street Journal&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; "&gt;"Para ser bom em algo, é preciso trabalhar, e as crianças nunca querem fazer isso por conta própria", afirmou Amy. "Os chineses acham que a melhor maneira de proteger os seus filhos é prepará-los para o futuro, fazendo-os ver do que elas são capazes."&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; "&gt;O texto causou polêmica entre leitores e especialistas. Muitos viram nas opiniões de Amy a defesa de uma "superioridade" de pais chineses sobre os ocidentais, além de condenarem a falta de liberdade dada às crianças.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; "&gt;A professora se defendeu, afirmando que seu livro "não é um guia de como fazer as coisas; é uma memória, a história da jornada da nossa família em duas culturas" (o pai das filhas de Amy é judeu).&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; "&gt;&lt;strong style="font-weight: bold; "&gt;Prática consagrada&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; "&gt;Segundo o correspondente da BBC em Pequim Michael Bristow, ser extremamente rígido com crianças, determinando o que elas podem e não podem fazer em seu tempo livre, é uma prática consagrada e dificilmente contestada na China.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; "&gt;Muitos pais chineses acreditam que, sem esta filosofia, seus filhos não conseguirão entrar em uma boa universidade, o que eles veem como algo vital para garantir um emprego bem remunerado, afirma Bristow.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; "&gt;"Nós temos que nos adaptar ao sistema, o sistema não se adapta a indivíduos", disse à BBC a chinesa Meng Xiangyi, mãe de Ni Tianhao, um menino de 7 anos.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; "&gt;Ela afirma que largou o emprego para supervisionar a educação de seu filho, com o objetivo de colocá-lo na Zhongguancun Nº 2, uma das mais prestigiadas escolas primárias de Pequim.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; "&gt;Meng e sua família se mudaram para uma área mais próxima do colégio. Ela diz que se obrigou a fazer contatos com funcionários da escola, além de pagar cerca de 100 mil yuans (R$ 25 mil) à instituição em taxas extras.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; "&gt;Todo este esforço teve resultado: Ni conseguiu ingressar no Zhongguancun Nº 2, considerado uma porta de entrada para as principais universidades chinesas.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; "&gt;Embora pareça se enquadrar no estilo "mãe tigresa", Meng não se considera muito rigorosa. "Eu não o faço chegar a 100%. Se ele alcançar 90% ou acima disto, estou satisfeita."&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; "&gt;&lt;strong style="font-weight: bold; "&gt;Felicidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; "&gt;"O maior problema na China é que os pais estão cada vez menos dispostos a permitir que seus filhos sejam crianças", disse à BBC o professor e especialista em comportamento de pais Yang Dongping, do Instituto de Tecnologia de Pequim.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; "&gt;"Elas (as crianças) não têm uma infância feliz - tudo se trata de estudar, fazer provas e ter aulas particulares."&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; "&gt;Yang afirma que este estilo de lidar com os filhos se desenvolveu em parte devido à tradição chinesa de enfatizar o aprendizado acadêmico. Para ele, esta filosofia limita a criatividade e a imaginação dos jovens.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; "&gt;Além disto, a política do país em permitir apenas um filho por casal - para conter o crescimento demográfico excessivo - também é considerada um problema, por colocar muita pressão sobre filhos únicos.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.92em; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1em; line-height: 1.38; "&gt;Fonte: www.bbcbrasil.com&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-7687578338052590487?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/7687578338052590487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/02/estilo-de-educacao-das-maes-tigresas-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/7687578338052590487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/7687578338052590487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/02/estilo-de-educacao-das-maes-tigresas-da.html' title='Estilo de educação das &apos;mães tigresas&apos; da China causa polêmica'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-8475987110387608606</id><published>2011-01-30T13:04:00.001-02:00</published><updated>2011-01-30T13:06:21.897-02:00</updated><title type='text'>Meditação muda estrutura do cérebro</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "&gt;&lt;b style="font-size: medium; "&gt;Estudo de Harvard mostra, pela primeira vez, que a prática pode aumentar a concentração de massa cinzenta&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="font-size: medium; "&gt;Ressonância magnética exibiu variações em áreas ligadas a estresse, aprendizagem e à regulação de emoções &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table width="320" style="font-size: medium; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span &gt;Paula Giolito/Folhapress&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/h3001201101.jpg" border="0" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td valign="bottom"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-size: medium; "&gt;&lt;i&gt;A gerente administrativa Bia Farah, 51, em aula de meditação na escola Ciymam&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="font-size: medium; "&gt;MARIANA VERSOLATO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: medium; "&gt;DE SÃO PAULO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;De olhos fechados, em silêncio e, de preferência, sentados, os praticantes da meditação de atenção plena devem se concentrar em apenas uma coisa: a respiração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;A técnica é antiga, da tradição budista, mas começou a ser mais difundida depois de ter sido usada em um curso não religioso de redução de estresse, criado em 1979 por Jon Kabat-Zinn, professor da Escola Médica da Universidade de Massachussets.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Os benefícios da técnica, conhecida também como "mindfulness", já foram relatados em vários estudos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;A lista vai da melhora de sintomas de esclerose múltipla (como diz estudo publicado na "Neurology") à prevenção de novos episódios de depressão (demonstrada em artigo na "Archives of General Psychiatry").&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Mas, agora, um estudo mostra, pela primeira vez, os efeitos provocados por essa meditação no cérebro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;A pesquisa, publicada hoje na "Psychiatry Research: Neuroimaging", foi feita pela Harvard Medical School, nos EUA, em conjunto com um instituto de neuroimagem da Alemanha e a Universidade de Massachussets.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;E o mais importante: as mudanças ocorreram em apenas oito semanas de meditação em praticantes adultos iniciantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;As conclusões foram feitas após comparações entre as ressonâncias magnéticas dos que praticaram a meditação e de um grupo-controle que não fez as aulas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Outros estudos já haviam sugerido que a meditação causa mudanças no cérebro. Mas eles não excluíam a possibilidade de haver diferenças preexistentes entre os grupos de meditadores experientes e não meditadores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Ou seja, não era possível afirmar se os efeitos eram causados pela prática.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="font-size: medium; "&gt;MENOS ESTRESSE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Todos os 16 participantes da pesquisa, com idades de 25 a 55 anos, deveriam obedecer a um critério: não ter feito nenhuma aula de meditação "mindfulness" nos últimos seis meses ou mais de dez aulas em toda a vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Eles frequentaram oito encontros semanais, com duração de duas horas e meia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Também foram instruídos a fazer 45 minutos de exercícios diários e a praticar os ensinamentos da meditação em atividades do dia a dia, como andar, comer e tomar banho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Para avaliar as mudanças, todos os participantes e o grupo-controle fizeram ressonâncias magnéticas antes e depois do período de aulas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Os exames iniciais não indicaram diferenças entre grupos, mas as ressonâncias feitas após o curso mostraram um aumento na concentração de massa cinzenta no hipocampo esquerdo naqueles que haviam meditado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Análises do cérebro todo revelaram mais quatro aumentos de massa cinzenta: no córtex cingulado posterior, na junção temporo-parietal e mais dois no cerebelo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="font-size: medium; "&gt;BENEFÍCIOS&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Britta Hölzel, pesquisadora da Harvard Medical School e uma das autoras do estudo, disse à &lt;/span&gt;&lt;b style="font-size: medium; "&gt;Folha&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt; que isso pode significar uma melhora em regiões envolvidas com aprendizagem, memória, emoções e estresse.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O aumento da massa cinzenta no hipocampo é benéfico porque ali há uma maior concentração de neurônios, afirma Sonia Brucki, do departamento científico de neurologia cognitiva e do envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;"Antes, acreditava-se que a pessoa só perdia neurônios durante a vida. Agora, vemos que podem brotar em qualquer fase da vida, e determinadas atividades fazem a estrutura do cérebro mudar."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Isso significa que o cérebro adulto também é plástico, capaz de ser moldado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;No ano passado, um estudo dos mesmos pesquisadores já mostrava redução da massa cinzenta na amígdala cerebral, uma região relacionada à ansiedade e ao estresse, em pessoas que fizeram meditação por oito semanas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Mas qualquer um que começar a meditar amanhã terá esses mesmos efeitos benéficos em algumas semanas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;"Provavelmente sim", diz a neurologista Sonia Brucki.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Ela ressalta, no entanto, que a idade média dos participantes da pesquisa é baixa e, por isso, não dá para afirmar com certeza que isso acontecerá com pessoas de todas as idades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Agora, a pesquisadora Britta Hölzel quer entender como essas mudanças no cérebro estão relacionadas diretamente à melhora da vidas das pessoas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;"Essa é uma área nova, e pouco se sabe sobre o cérebro e os mecanismos psicológicos relacionados a ele. Mas os resultados até agora são animadores."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Fonte: www.folha.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-8475987110387608606?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/8475987110387608606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/01/meditacao-muda-estrutura-do-cerebro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/8475987110387608606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/8475987110387608606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/01/meditacao-muda-estrutura-do-cerebro.html' title='Meditação muda estrutura do cérebro'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-2545868510860704497</id><published>2011-01-15T02:30:00.000-02:00</published><updated>2011-01-15T02:30:10.623-02:00</updated><title type='text'>Portal Ciência &amp; Vida - Filosofia, História, Psicologia e Sociologia - Editora Escala.</title><content type='html'>&lt;a href="http://portalcienciaevida.uol.com.br/esps/edicoes/61/artigo206401-1.asp?sms_ss=blogger&amp;amp;at_xt=4d31229f01985574%2C0"&gt;Portal Ciência &amp;amp; Vida - Filosofia, História, Psicologia e Sociologia - Editora Escala.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-2545868510860704497?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://portalcienciaevida.uol.com.br/esps/edicoes/61/artigo206401-1.asp?sms_ss=blogger&amp;at_xt=4d31229f01985574%2C0' title='Portal Ciência &amp; Vida - Filosofia, História, Psicologia e Sociologia - Editora Escala.'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/2545868510860704497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/01/portal-ciencia-vida-filosofia-historia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2545868510860704497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2545868510860704497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/01/portal-ciencia-vida-filosofia-historia.html' title='Portal Ciência &amp; Vida - Filosofia, História, Psicologia e Sociologia - Editora Escala.'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-2588972865564630071</id><published>2011-01-10T17:40:00.001-02:00</published><updated>2011-01-10T17:41:05.342-02:00</updated><title type='text'>Sinais químicos nas lágrimas femininas diminuem excitação sexual</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; "&gt;&lt;h1 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 10px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font-size: 1.8em; font: normal normal bolder 1.8em/normal Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: 20px; "&gt;&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/tnyt/" style="text-decoration: underline; color: rgb(0, 0, 0); font: normal normal normal 14px/normal arial; "&gt;&lt;img src="http://n.i.uol.com.br/jornais/selos/tnyt.gif" alt="The New York Times" title="The New York Times" border="0" style="border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;span class="autor" style="font: normal normal normal 0.8em/normal Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Pam Belluck&lt;/span&gt;&lt;div class="modfoto modulos center grande fix" style="font-size: 10px; width: auto; "&gt;&lt;div class="conteudo" style="border-top-width: 0.1em; border-right-width: 0.1em; border-bottom-width: 0.1em; border-left-width: 0.1em; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-color: rgb(239, 239, 239); border-right-color: rgb(239, 239, 239); border-bottom-color: rgb(239, 239, 239); border-left-color: rgb(239, 239, 239); margin-top: 1.5em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;ul style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 1em; padding-right: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 1em; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; "&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;img border="0" class="imagem" src="http://w3.i.uol.com.br/Wap/2010/04/13/midia-indoor-mulher-sozinha-solidao-depressao-triste-tristeza-choro-chorar-psicologo-psiquiatra-remedio-medicamento-comportamento-estresse-desemprego-doenca-desespero-suicidio-1271196146856_615x300.jpg" title="Shutterstock" alt="Pesquisa sugere um novo papel funcional para o choro" style="border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; max-width: 560px; width: 560px; height: 273px; " /&gt;&lt;p style="margin-top: 0px !important; margin-right: 0px !important; margin-bottom: 0px !important; margin-left: 0px !important; padding-top: 0.6em; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font-size: 12px !important; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(102, 102, 102); "&gt;Pesquisa sugere "um novo papel funcional para o choro"&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Quando choramos, podemos estar fazendo mais do que simplesmente expressar nossas emoções. Nossas lágrimas, de acordo com uma nova pesquisa surpreendente, podem estar enviando sinais químicos que influenciam o comportamento das outras pessoas.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;A pesquisa, publicada na quinta-feira na revista “Science”, pode começar a explicar algo que deixa os cientistas perplexos há gerações: por que os humanos, aparentemente de um jeito diferente de qualquer outra espécie, choram por motivos emocionais?&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Em vários experimentos, os pesquisadores descobriram que os homens que sentiam o cheiro das lágrimas emocionais de uma mulher se tornavam menos excitados sexualmente do que quando cheiravam uma solução salina neutra que escorria pelo rosto das mulheres. Embora os estudos não tenham sido extensos, as descobertas apareceram sob várias formas, inclusive nos níveis de testosterona, nas respostas da pele, na imagem cerebral e nas descrições que os homens fizeram sobre sua excitação.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;“Os sinais químicos são uma forma de linguagem”, diz um dos pesquisadores, Noam Sobel, professor de neurobiologia no Instituto Weizmann em Israel. “Basicamente o que descobrimos foi o sinalizador químico para a palavra 'não' – ou pelo menos 'não agora'.”&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Os pesquisadores estão estudando atualmente o choro emocional nos homens, então as implicações das lágrimas do novo porta-voz da Câmara, John A. Boehner, por exemplo, ainda são uma questão em aberto. Mas Sobel disse acreditar que o choro do homem também deve transmitir sinais químicos, talvez servindo para reduzir a agressividade nos outros homens.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Sobel disse que os pesquisadores começaram com as mulheres porque quando pediram “voluntários que pudessem chorar com facilidade”, não encontraram homens que tivessem o “choro fácil” e pudessem preencher os vidros de coleta facilmente. Felizmente, diz ele, “agora temos um homem que chora.”&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Vários especialistas disseram que as descobertas – embora possam acrescentar significado às músicas chorosas ao longo das décadas, desde Roy Orbison aos Rolling Stones – podem ser um primeiro passo na direção de uma grande revelação nesse assunto misterioso.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;A descoberta de um sinal químico nas lágrimas sugere “um novo papel funcional para o choro”, diz Martha K. McClintock, professora de psicologia na Universidade de Chicago que é conhecida por seu trabalho sobre os feromônios e o comportamento. “Isso de fato amplia as possibilidades de origem dos sinais.”&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Robert R. Provine, psicólogo e neurocientista na Universidade de Maryland, Baltimore County, que estudou o choro, disse que a descoberta era “verdadeiramente importante” porque “o choro emocional é um desenvolvimento evolucionário muito importante nos humanos enquanto espécie social”, e que isso “possa ser uma evidência de outro feromônio humano.”&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Mas o motivo pelo qual o choro das mulheres enviaria uma mensagem de “hoje à noite não, querido”, é intrigante. Alguns especialistas sugerem que as lágrimas evoluíram para reduzir a agressividade dos homens em relação às mulheres que estão fragilizadas pelo estresse emocional. Os estudos não medem o efeito sobre a agressividade, embora as próximas pesquisas possam fazê-lo, diz Sobel.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Outra ideia, diz ele, é que o efeito das lágrimas evoluiu em parte para coincidir com os ciclos menstruais. “Há várias linhas de evidências de que as mulheres choram muito mais durante a menstruação, e do ponto de vista biológico este não é um período muito eficiente para fazer sexo, então reduzir a excitação sexual no parceiro nessa época é muito conveniente”, diz ele.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;McClintock, que há 40 anos reportou que as mulheres que vivem juntas tendem a sincronizar seus períodos menstruais, rejeitou essa teoria.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;“Ah, por favor”, disse ela. “Nós sabemos que as mulheres choram mais durante a menstruação?”&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Ela disse que era “prematura especular sobre a função evolucionária” dos sinais químicos das lágrimas, acrescentando: “não tenho dúvidas de que elas afetam a sexualidade como foi relatado, mas eu ficaria muito surpresa se a pesquisa não revelar que elas afetam outras emoções em outros contextos. Talvez elas afetem algum processo psicológico mais fundamental e profundo que leva ao efeito que eles estão relatando.”&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Os pesquisadores acidentalmente descobriram que as lágrimas das mulheres dizem aos homens para tomarem um banho frio. Eles assumiram que os sinais químicos das lágrimas desencadearia a tristeza ou a empatia nos outros. Mas os experimentos iniciais descobriram que sentir o cheiro das lágrimas das mulheres não afeta o humor ou a empatia dos homens, mas “tinha uma influência pronunciada sobre a excitação sexual, uma surpresa”, disse Sobel.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Decidindo investigar mais rigorosamente, os pesquisadores enviaram folhetos para vários campi de faculdades de Israel buscando pessoas que choravam com facilidade. Setenta mulheres se voluntariaram, junto com um homem. Mas das 70 mulheres, havia apenas seis que “eram muito boas” em se debulhar em lágrimas, disse Sobel. Elas se tornaram o “banco de carpideiras” dos pesquisadores; uma série de “carpideiras substitutas” ficou na reserva.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;“Temos de usar lágrimas frescas”, com menos de duas horas após a coleta, diz Sobel, então as voluntárias eram chamadas com frequência para chorar mais, um mililitro cada vez. As mulheres, que tinham entre vinte e poucos e trinta e poucos anos, assistiram cenas de filmes hollywoodianos como “Uma Prova de Amor” e “Quando um Homem Ama uma Mulher” e de um filme israelita, “Broken Wings”, disse Yaara Yeshurun, estudante de medicina da equipe.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Yeshurun também estava entre as voluntárias, e chorou com “Laços de Ternura”.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Como controle, os pesquisadores derramaram solução salina no rosto das mulheres e também a coletaram em vidros. As lágrimas e solução salina eram derramadas em um material absorvente que depois era fixado sob as narinas dos homens para aproximar a sensação de um abraço com uma mulher em prantos. Os homens, com quase trinta anos, sentiram o cheiro das lágrimas num dia e da solução salina no outro, sem saber qual era qual.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Em um experimento, sentir o cheiro de lágrimas aumentou as chances de os homens classificarem as mulheres que viam em fotos como menos atraentes. Em outro, para estabelecer um contexto de tristeza, os homens assistiram a uma cena do filme “O Campeão” depois de inalar lágrimas ou solução salina. Os homens ficaram igualmente tristes com as lágrimas e a solução salina, mas aqueles que sentiram o cheiro das lágrimas mostraram menos excitação sexual e níveis mais baixos de testosterona.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Por fim, os pesquisadores usaram as imagens do cérebro. Eles mostraram aos homens cenas do filme “9 ½ Semanas de Amor” - especificamente da versão mais explícita que foi exibida na Europa, que, segundo Sobel, “foi provado ser especialmente excitante”. Ressonâncias magnéticas funcionais identificaram a excitação dos homens em áreas específicas do cérebro. Então eles sentiram o cheiro de lágrimas ou de solução salina e assistiram a filmes tristes. Os que haviam cheirado lágrimas mostraram menos atividades nas regiões cerebrais que mostravam excitação.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Os estudos foram financiados pela Fundação Minerva, um grupo sediado na Alemanha que apoia pesquisas envolvendo cientistas israelenses e alemães, em geral com dinheiro do governo alemão.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Ainda existem muitas questões, incluindo se os resultados podem ser replicados por outros cientistas, qual substância deve estar presente no sinal químico e se ele é percebido pelo nariz ou de outra forma.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Sobel, que também planeja estudar as lágrimas das crianças, disse que a substância pode ser uma proteína ou um esteróide, e é mais provável que seja percebida pelo nariz. Ele também se pergunta se as lágrimas de animais podem ter efeitos de sinalização química; e citou um estudo que mostra que quando os ratos-toupeira cegos lavam seus rostos com lágrimas, isso reduz a agressividade em outros machos.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;William H. Frey II, bioquímico que provou que a composição química das lágrimas emocionais é diferente da das lágrimas de reflexo, por exemplo ao cortar cebola, diz que ele “estava morrendo de curiosidade de ver alguém fazer algum trabalho sobre a química do choro emocional”. Ele disse que os resultados podem ser compatíveis com sua teoria de que chorar elimina toxinas relacionadas ao estresse.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Mas Frey, diretor do Centro de Pesquisa sobre Alzheimer no Regions Hospital em St. Paul, Minnesota, disse que é preciso entender mais coisas, inclusive por que diminui a excitação sexual. A evolução deve favorecer menos assertividade sexual para com um parceiro que chora, diz ele, mas se as lágrimas de uma mulher são provocadas por um ataque, “será que um marido com menos testosterona ficará mais ou menos agressivo ao defender sua família?”&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Ainda assim, Provine diz que as descobertas foram “coerentes com os outros papéis propostos para as lágrimas, incluindo a solicitação de cuidado e a redução da agressão”. Ele acrescentou: “o fato de que o choro é desestimulante sexualmente não deve ser uma surpresa para a maioria dos homens. Não consigo pensar em nada que eu gostaria menos de fazer do que ir encontrar uma chorona ou um chorão.”&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;Sobel disse que qualquer que seja a origem evolucionária do choro emocional, ele não está afirmando que suas descobertas têm modernas aplicações românticas.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;“Eu não recomendaria a qualquer mulher que chore para mandar uma mensagem”, diz ele. “Seria bem melhor simplesmente dizer não.”&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;em&gt;Tradução: Eloise De Vylder&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1em/20px Arial, Helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;em&gt;Fonte: www.uol.com.br/noticias/internacional&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-2588972865564630071?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/2588972865564630071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/01/sinais-quimicos-nas-lagrimas-femininas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2588972865564630071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2588972865564630071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/01/sinais-quimicos-nas-lagrimas-femininas.html' title='Sinais químicos nas lágrimas femininas diminuem excitação sexual'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-3143829050314509935</id><published>2011-01-09T18:24:00.000-02:00</published><updated>2011-01-09T18:25:45.700-02:00</updated><title type='text'>Cérebro sabota promessas de Ano-Novo</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;&lt;div id="articleBy" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 12px/normal Verdana, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px; "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;b&gt;GUILHERME GENESTRETI&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;DE SÃO PAULO&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Economizar dinheiro, largar o cigarro, emagrecer. A primeira semana do ano ainda nem acabou e muita gente pode estar se perguntando por que é tão difícil manter as promessas feitas na virada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A resolução da cabeleireira Cristiane de Oliveira, 32, de São Paulo, foi emagrecer 15 kg o mais rápido possível, cortando doces e gordura.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não durou. A primeira sobremesa do ano foi pavê de chocolate; no jantar, mais pavê e panetone. "Sempre digo "amanhã eu começo", mas esse dia nunca vem."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A culpa é da dopamina, dizem os especialistas. O neurotransmissor, relacionado à sensação de bem-estar no cérebro, é liberado sempre que a pessoa faz compras, fuma ou come guloseimas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso atrapalha os planos de longo prazo, aqueles cuja recompensa virá só depois de sacrifícios, como dieta ou alguns meses na academia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Quando comemos muito chocolate há uma sensação de prazer intenso e imediato", explica o neurologista Paulo Caramelli.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já numa dieta, a situação muda: "O prazer vai se manifestar de forma diluída e só depois de algum tempo."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O historiador Marcos Florence, 35, queria parar de fumar assim que começasse o ano. A promessa durou seis horas. "Amanheceu e eu já estava com cigarro na mão."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora, em vez dos 20 cigarros por dia, Marcos reduziu para 15. "Tem que ser homeopático, radical não dá."&lt;/p&gt;&lt;table class="articleGraphic" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-collapse: collapse; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; width: 639px; clear: both; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td rowspan="3" class="articleGraphicSpace" style="width: 0px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="articleGraphicCredit" style="font: normal normal normal 10px/normal arial, helvetica, sans-serif; line-height: 13px; text-align: right; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;editoria de arte/folha press/editoria de arte/folha press&lt;/td&gt;&lt;td rowspan="3" class="articleGraphicSpace" style="width: 0px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="articleGraphicImage" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: center; "&gt;&lt;img src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11007372.gif" alt="" border="0" style="display: block; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(204, 204, 204); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; " /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;EXCESSO DE CONFIANÇA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em um experimento da Universidade Northwestern, EUA, o psicólogo Loran Nordgren pediu que 53 fumantes assistissem ao filme "Sobre Café e Cigarros" (2003) em uma de quatro situações: com o maço em outra sala, com o maço numa mesa próxima, com o cigarro na mão ou apagado na boca.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quem acreditava ser mais capaz de resistir à tentação de fumar acabou escolhendo a terceira opção (cigarro na mão). Mas um terço deles falhou e cedeu ao impulso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre aqueles que escolheram assistir ao filme com o maço na mesa, só 11% caíram na tentação de fumar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"As pessoas têm essa crença de que conseguem se controlar mais do que realmente podem", afirma Nordgren.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Faz parte da nossa natureza acreditar que venceremos todos os obstáculos", diz Caramelli.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O psiquiatra Geraldo Massaro, do Hospital das Clínicas, atribui parte da culpa pelo não cumprimento de promessas à falta de planejamento na hora de fazê-las.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"As pessoas não medem com clareza seus objetivos e fazem resoluções muito além de suas capacidades."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo ele, o plano deve ser concretizado aos poucos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Quando a pessoa vê que cumpriu uma parte da meta, isso funciona como reforço positivo e pode criar um novo hábito", completa Caramelli.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma atividade física, por exemplo, deve ser praticada sempre na mesma hora, para que a rotina faça do exercício algo quase automatizado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outra medida que ajuda é reconhecer os próprios avanços, presenteando-se com algo prazeroso a cada meta atingida. Vale ir a um bom restaurante ou comprar aquele disco que está faltando na coleção.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Se a pessoa está fazendo algo que vai contra o seu desejo, precisará de uma compensação para criar um desejo substituto", diz Massaro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: www.folha.com/equilibrioesaude&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-3143829050314509935?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/3143829050314509935/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/01/cerebro-sabota-promessas-de-ano-novo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/3143829050314509935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/3143829050314509935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/01/cerebro-sabota-promessas-de-ano-novo.html' title='Cérebro sabota promessas de Ano-Novo'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-2985948706519071525</id><published>2011-01-09T16:53:00.003-02:00</published><updated>2011-01-09T16:57:43.166-02:00</updated><title type='text'>Depressão tem sintomas diferentes em crianças e adultos</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px; line-height: 17px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px; line-height: 17px;"&gt;&lt;b&gt;JULIANA VINES&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;DE SÃO PAULO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;Sintomas de adulto não servem para diagnosticar depressão em crianças. O alerta é dos pesquisadores Mara Lúcia Cordeiro e Antônio Carlos de Farias, do Hospital Infantil Pequeno Príncipe, de Curitiba.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;Eles são autores do livro "Transtornos Mentais em Crianças e Adolescentes -Mitos e Fatos", recém-publicado pelo hospital.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;Para Farias, que é neuropediatra, pais podem pensar que os filhos têm depressão, quando, na verdade, a criança está normal.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;"Há uma valorização do sintoma. É muito comum crianças saírem com antidepressivos dos consultórios."&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;De acordo com Cordeiro, neurocientista, é preciso diferenciar o transtorno da tristeza passageira. "Toda criança fica triste quando perde um animal de estimação ou vai mal na escola. Os sintomas de depressão são diferentes e devem persistir por mais de dois meses", afirma.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;Os principais sinais são agitação, irritabilidade e desânimo para atividades corriqueiras ou divertidas. Estima-se que 2% das crianças de até 12 anos tenham o transtorno. Em adultos, a incidência chega a 10%.&lt;/p&gt;&lt;table class="articleGraphic" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-collapse: collapse; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; width: 639px; clear: both; font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td rowspan="3" class="articleGraphicSpace" style="width: 0px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="articleGraphicCredit" style="font: normal normal normal 10px/normal arial, helvetica, sans-serif; line-height: 13px; text-align: right; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;editoria de Arte/folha press/editoria de Arte/Folha press&lt;/td&gt;&lt;td rowspan="3" class="articleGraphicSpace" style="width: 0px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="articleGraphicImage" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: center; "&gt;&lt;img src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11007373.gif" alt="" border="0" style="display: block; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(204, 204, 204); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; " /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;&lt;b&gt;DIAGNÓSTICO DE ADULTO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;Paulo*, 10, sempre foi tímido, segundo sua mãe, Cristina. Depois que seus pais se separaram, o desempenho na escola piorou.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;A mãe, que já teve depressão, viu os mesmos sintomas no filho: falta de autoestima, desânimo e isolamento. E pensou que ele também tivesse o transtorno.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;Para sua surpresa, o menino foi diagnosticado como superdotado. Cristina mudou o filho de escola e passou a acompanhar suas tarefas.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;"As notas melhoraram e estão boas até nas disciplinas com as quais ele nunca teve contato", diz.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;Para a psiquiatra Maria Conceição do Rosário, da Unifesp, quanto mais nova a criança, mais difícil é o diagnóstico do transtorno.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;"A criança não consegue dizer o que está sentindo. Corre o risco de a depressão passar despercebida ou então de os sintomas serem supervalorizados."&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;Muitas vezes, são necessárias várias consultas para saber se a criança tem mesmo algum problema.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;O tratamento nem sempre é com antidepressivos. Pelo contrário, segundo o psiquiatra Fábio Barbirato, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A longo prazo, a terapia é mais eficaz.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;"O remédio recupera mais rápido, mas causa mais recaídas", diz o médico.&lt;/p&gt;&lt;p class="tagline" style="font: normal normal normal 10px/normal verdana, helvetica, sans-serif; margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;*Os nomes foram trocados a pedido dos entrevistados&lt;/p&gt;&lt;p class="tagline" style="font: normal normal normal 10px/normal verdana, helvetica, sans-serif; margin-top: 14px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;Fonte: www.folha.com/equilibrioesaude&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-2985948706519071525?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/2985948706519071525/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/01/depressao-tem-sintomas-diferentes-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2985948706519071525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/2985948706519071525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2011/01/depressao-tem-sintomas-diferentes-em.html' title='Depressão tem sintomas diferentes em crianças e adultos'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-8589768296839125060</id><published>2010-12-30T10:47:00.002-02:00</published><updated>2010-12-30T14:56:56.738-02:00</updated><title type='text'>Grupo desmente dicas de saúde feitas por celebridades</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div class="page fontsize p1 printing" id="SearchKey_Text1" style="margin-top: auto; margin-right: auto; margin-bottom: 17px; margin-left: auto; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: left; display: block; "&gt;&lt;p style="margin-top: 16px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; line-height: 17px; font-size: 12px; "&gt;DA REUTERS&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;Uma organização revelou nesta quarta-feira a verdade sobre algumas das mais duvidosas dicas de saúde e boa forma feitas por artistas, pondo fim a ideias como a reabsorção de esperma e o uso de braceletes de plástico para aumentar a energia do organismo.&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;Em lista anual de abusos contra a ciência, o Sense About Science (SAS) desmentiu sugestões feitas por atores, estrelas do pop e outras pessoas famosas sobre dieta e exercícios, um esforço "para ajudar as celebridades a perceber onde estão errando e para ajudar o público a entender as alegações de celebridades".&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;Na seção de saúde e fitness, o SAS notou que o jogador de futebol David Beckham e a noiva do príncipe William, Kate Middleton, foram vistos usando braceletes com hologramas (do tipo Power Balance) que, segundo os fabricantes, podem melhorar a energia da pessoa.&lt;/p&gt;&lt;table class="fe270" style="width: 270px; margin-top: 0px; margin-right: 20px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; float: left; border-collapse: collapse; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="fo1c" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 10px/normal arial, helvetica, sans-serif; line-height: 13px; text-align: right; vertical-align: top; "&gt;Evan Agostini/AP&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: top; "&gt;&lt;img src="http://f.i.uol.com.br/folha/ilustrada/images/10140475.jpeg" alt="A modelo Naomi Campbell, em Nova York" border="0" style="display: block; border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(204, 204, 204); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; " /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="fo1l" style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font: normal normal normal 11px/normal arial, helvetica, sans-serif; line-height: 16px; border-bottom-width: 3px; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: rgb(0, 185, 241); vertical-align: top; border-top-color: rgb(0, 185, 241); border-right-color: rgb(0, 185, 241); border-left-color: rgb(0, 185, 241); "&gt;A modelo Naomi Campbell, em Nova York&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;O grupo também mencionou uma dieta usada pela top model Naomi Campbell e os atores Ashton Kutcher e Demi Moore. Na rotina da dieta, os seguidores sobrevivem apenas com maple syrup (xarope de bordo), limão e pimenta por duas semanas. Em entrevista concedida à apresentadora norte-americana Oprah Winfrey, em maio, Campbell disse: "É bom limpar seu corpo de vez em quando."&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;"Muitas dessas alegações promovem teorias, terapias e campanhas que não fazem sentido científico", disse o SAS.&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;A pop star Sarah Harding, que era do grupo Girls Aloud, disse à revista "Now" que ela polvilha carvão vegetal na comida, declarando: "Não tem gosto de nada e aparentemente absorve todas as coisas ruins e prejudiciais do corpo."&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;John Elmsley, cientista da área de química e escritor, disse que o carvão vegetal absorve moléculas tóxicas quando usado em máscaras de gás e tratamento de esgoto, mas que é "desnecessário quando se trata de uma dieta, porque o corpo já é bem capaz de remover qualquer 'coisa ruim e prejudicial'."&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;Um dos destaques do SAS foi a dica do lutador de vale-tudo Alex Reid, que disse ao tabloide "The Sun" que costuma "reabsorver" seu esperma para se preparar para uma luta importante.&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;"É muito bom para um homem ter sexo sem proteção desde que não ejacule. Porque eu acredito que todo aquele sêmen tem muita nutrição. Uma colher de sopa de sêmen tem o equivalente de bife, ovos, limões e laranjas. Eu estou reabsorvendo isso no meu corpo, isso me faz gritar 'raaaaah'", disse Reid.&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;John Aplin, cientista que pesquisa reprodução da Universidade de Manchester, disse que o esperma não pode ser reabsorvido quando já se formou nos testículos.&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;"Na verdade, o esperma morre após alguns dias, e o conteúdo nutricional da ejaculação é realmente pequeno", disse Aplin ao grupo SAS.&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;Para tentar combater os efeitos de algumas das mais ousadas dicas de saúde, o grupo de campanha SAS publicou suas próprias "sugestões fáceis de lembrar para comentários de celebridades":&lt;/p&gt;&lt;ul style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 15px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: square; list-style-position: inside; list-style-image: none; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: square; list-style-position: outside; list-style-image: url(http://f.i.uol.com.br/folha/images/bullet.gif); "&gt;Nada está livre de componentes químicos: tudo é feito com substâncias químicas, é só uma questão de elementos&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 15px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: square; list-style-position: inside; list-style-image: none; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: square; list-style-position: outside; list-style-image: url(http://f.i.uol.com.br/folha/images/bullet.gif); "&gt;Desintoxicação é um mito de marketing: nosso corpo se basta sem poções caras e dietas desintoxicantes&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 15px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: square; list-style-position: inside; list-style-image: none; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: square; list-style-position: outside; list-style-image: url(http://f.i.uol.com.br/folha/images/bullet.gif); "&gt;As funções do organismo ocorrem sem estímulos externos&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 15px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: square; list-style-position: inside; list-style-image: none; color: rgb(0, 0, 0); font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 18px; "&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; list-style-type: square; list-style-position: outside; list-style-image: url(http://f.i.uol.com.br/folha/images/bullet.gif); "&gt;Energia e boa forma vêm de alimentos e exercícios: não há atalhos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 16px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px; line-height: 18px;"&gt;Fonte: www.folha.com/equilibrioesaude&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-8589768296839125060?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/8589768296839125060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2010/12/grupo-desmente-dicas-de-saude-feitas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/8589768296839125060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/8589768296839125060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2010/12/grupo-desmente-dicas-de-saude-feitas.html' title='Grupo desmente dicas de saúde feitas por celebridades'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-5524322820536572396</id><published>2010-12-28T10:49:00.002-02:00</published><updated>2010-12-28T10:53:49.417-02:00</updated><title type='text'>Quatro faxinas que você precisa fazer antes de acabar o ano</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana, arial, sans-serif; font-size: 10px; "&gt;&lt;div id="titulo" style="margin-top: 1.5em; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; "&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="div1"&gt;&lt;div class="div2"&gt;&lt;div class="div3"&gt;&lt;div class="conteudo"&gt;&lt;h1 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 1.8em; font-family: arial; font-weight: normal; font: normal normal bold 2.6em/normal Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; "&gt;HELOÍSA NORONHA&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div id="credito-texto" style="font: normal normal bold 1.1em/normal Arial, Helvetica, sans-serif; margin-top: 1em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;div id="autor"&gt;Colaboração para o UOL&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="texto" style="font: normal normal normal 1.3em/normal Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(0, 0, 0); line-height: 1.5; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 1.1em; padding-right: 0px; padding-bottom: 1.1em; padding-left: 0px; clear: both; "&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;Os dias que antecedem a chegada de um novo ano são um excelente momento para reavaliar todas as áreas de atividade em que atuamos e identificar o que está funcionando, o que não está, o que nos é útil e o que não nos serve mais. Assim, ficamos livres para criar novas metas e gerar espaço para construir o que esperamos de nossas vidas. Isso vale não só para a tradicional organização da casa, mas também para realizarmos uma faxina em nosso corpo, nossa mente e nosso coração. Siga as dicas a seguir e dê boas-vindas a 2011 com, literalmente, tudo em ordem!&lt;/p&gt;&lt;div class="modfoto right modulos medio" style="font-size: 10px; float: right; "&gt;&lt;div class="conteudo" style="border-top-width: 0.1em; border-right-width: 0.1em; border-bottom-width: 0.1em; border-left-width: 0.1em; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-color: rgb(239, 239, 239); border-right-color: rgb(239, 239, 239); border-bottom-color: rgb(239, 239, 239); border-left-color: rgb(239, 239, 239); margin-top: 2em; margin-right: 0px; margin-bottom: 2em; margin-left: 2em; width: 32em; "&gt;&lt;ul style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 1em; padding-right: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 1em; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; "&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;img alt="Getty Images/Thinkstock" border="0" class="imagem" src="http://m.i.uol.com.br/estilo/2010/12/20/homem-fazendo-meditacao-1292869284495_300x250.jpg" title="Getty Images/Thinkstock" style="border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; max-width: 30em; " /&gt;&lt;p style="margin-top: 0px !important; margin-right: 0px !important; margin-bottom: 0px !important; margin-left: 0px !important; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1.3em/normal Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(102, 102, 102); "&gt;Meditar acalma a ansiedade e dá equilíbrio&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;strong&gt;MENTE&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Aprimore a qualidade de seus pensamentos, afugentando os pessimistas que criam obstáculos para seu sucesso e felicidade. Procure ter apenas pensamentos positivos.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Pratique meditação. Esse exercício, além de acalmar a ansiedade e equilibrar seus pensamentos, propicia autoconhecimento, essencial para que se façam melhores escolhas.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Elimine crenças negativas sobre si mesmo (a) e pare de tentar ser outra pessoa. Aprimore o que você já é.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Dê fim ao hábito de tentar agradar os outros. Seja fiel a si mesmo (a) e coloque-se em primeiro lugar.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Há quem viva do “lixo” de outras pessoas: gente que gosta de ler notícias terríveis de crimes hediondos, saber os podres dos artistas da TV, vasculhar detalhes dos problemas alheios... Para que encher a cabeça com tanta energia negativa?&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- A nossa mente é quem governa nossas vontades e ações. Se queremos fazer o melhor por nossa vida, não vai ser numa cabeça poluída por pensamentos ansiosos e bagunçados que vamos conseguir criar o que sonhamos.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Diga não. Perceba o que é prioridade para você nesse momento e recuse qualquer outra atividade, pedido ou tentação que vier desviar do que vai fazê-lo (a) feliz e satisfeito (a) ou impedi-lo (a) de cumprir uma promessa consigo mesmo (a). Pratique essa habilidade determinando limites que você quer estabelecer para si e comece o ano em saldo positivo com você.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;strong&gt;CORAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="modfoto right modulos medio" style="font-size: 10px; float: right; "&gt;&lt;div class="conteudo" style="border-top-width: 0.1em; border-right-width: 0.1em; border-bottom-width: 0.1em; border-left-width: 0.1em; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-color: rgb(239, 239, 239); border-right-color: rgb(239, 239, 239); border-bottom-color: rgb(239, 239, 239); border-left-color: rgb(239, 239, 239); margin-top: 2em; margin-right: 0px; margin-bottom: 2em; margin-left: 2em; width: 32em; "&gt;&lt;ul style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 1em; padding-right: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 1em; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; "&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;img alt="Getty Images/Thinkstock" border="0" class="imagem" src="http://m.i.uol.com.br/estilo/2010/12/20/mulher-segurando-um-coracao-1292870460689_300x250.jpg" title="Getty Images/Thinkstock" style="border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; max-width: 30em; " /&gt;&lt;p style="margin-top: 0px !important; margin-right: 0px !important; margin-bottom: 0px !important; margin-left: 0px !important; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1.3em/normal Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(102, 102, 102); "&gt;Alimente relacionamentos que tragam crescimento&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Alimente os relacionamentos que geram crescimento e aqueles com os quais você se sente energizado (a). Corte todos os outros aqueles que o (a) sugam e o (a) deixam fraco (a).&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Não se contente com aquilo que não está bom. Mas acredite que o primeiro coração que deve estar forte, nutrido e ser amado é o seu. Assim, invista no seu amor-próprio.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Solte o verbo e reclame. Por mais que doa, sempre coloque os devidos limites de dentro para fora e de fora para dentro. Suportar situações adversas tem limites e, passados esses limites, abre-se a porta para as mais diversas doenças.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Livre-se dos preconceitos e dos mitos que atrapalham sua vida. Invista no seu prazer, naquilo que promova sua alegria e não esqueça a sua libido. Invista mais nas preliminares e deixe para fora do quarto a vergonha ou o receio de falar do que gosta. Masturbe-se, pois é uma ótima forma de descobrir onde está o seu prazer.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Há quem aprecie não só carregar as próprias “tranqueiras”, mas também depositá-las nas costas dos outros: culpas, dureza, amargura... Jogue fora sentimentos que já deveriam estar no lixo há muitos anos.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Deixe de lado alimentos que podem comprometer sua saúde e, consequentemente, sua vida sexual, como carboidratos, doces, refrigerantes e álcool em excesso. Tudo isso afeta a libido e pode até comprometer o desempenho sexual - uma das causas da impotência masculina é o diabetes.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Tenha compaixão com a raiva. Não será muito melhor começar um novo ano sem carregar toda essa bagagem nas costas? Todos nós sentimos raiva, frustração, irritação, isso é humano. Vá para a frente do espelho e veja a sua cara quando você está no auge desse sofrimento. É uma cara horrível, não? Ria, faça palhaçadas para si mesmo (a). Sentir raiva é legítimo, mas não é necessário ficar preso a ela e concretizá-la em seu corpo. Isso só gera mais sofrimento.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;strong&gt;CORPO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="modfoto right modulos medio" style="font-size: 10px; float: right; "&gt;&lt;div class="conteudo" style="border-top-width: 0.1em; border-right-width: 0.1em; border-bottom-width: 0.1em; border-left-width: 0.1em; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-color: rgb(239, 239, 239); border-right-color: rgb(239, 239, 239); border-bottom-color: rgb(239, 239, 239); border-left-color: rgb(239, 239, 239); margin-top: 2em; margin-right: 0px; margin-bottom: 2em; margin-left: 2em; width: 32em; "&gt;&lt;ul style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 1em; padding-right: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 1em; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; "&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;img alt="Getty Images/Thinkstock" border="0" class="imagem" src="http://m.i.uol.com.br/estilo/2010/12/20/mulher-em-momento-de-beleza-1292870681919_300x250.jpg" title="Getty Images/Thinkstock" style="border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; max-width: 30em; " /&gt;&lt;p style="margin-top: 0px !important; margin-right: 0px !important; margin-bottom: 0px !important; margin-left: 0px !important; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1.3em/normal Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(102, 102, 102); "&gt;Cuide do corpo e da alimentação&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- A atividade física manda embora o estresse e a tensão acumulados. Nesse fim de ano, aproveite para caminhar no parque ou nadar na piscina do clube ou do condomínio.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Se for passar o Réveillon na praia, tente tomar um banho de mar antes de soar a meia-noite do dia 31. Purificadora, a água do mar leva embora todas as energias negativas e o cansaço acumulados em 2010.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Que tal abolir a açúcar branco da alimentação? Isso pode ser feito de maneira gradativa, é claro. A sacarose, fruto do beneficiamento da cana-de-açúcar, cobra um preço muito alto para entrar no organismo, retirando cálcio e fósforo de nossas reservas, que estão principalmente nos ossos.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Mais um bom motivo para dizer adeus ao açúcar? Ele perturba o metabolismo impedindo um bom funcionamento, gerando fermentação e acidez, o que acaba predispondo a inflamações e inchaços, impedindo também qualquer tentativa de redução de peso.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Varra o sedentarismo para fora da sua vida. Se a ideia de frequentar uma academia não o (a) empolga, tente caminhar pelo menos três vezes por semana por 40 minutos no mínimo. Isso ativa a circulação e o pensamento, abrindo novas perspectivas.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Faça uma limpeza na pele do rosto e uma esfoliação corporal para retirar as impurezas e as células mortas. Além de ganhar uma pele novinha em folha, você ainda vai deixá-la preparada para conquistar um bronzeado bonito e uniforme neste verão.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Fazer uma faxina no corpo significa promover uma mudança nos hábitos: esquecer aquilo que sabemos que é ruim e adotarmos uma nova consciência.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Coma peixe. Sua carne é rica em ômega 3, substância que proporciona diversos benefícios ao organismo, como a diminuição do colesterol ruim (LDL) e o aumento do bom (HDL), a proteção contra doenças cardíacas e o estímulo ao desenvolvimento da atividade cerebral.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Beba chá de alecrim. A bebida ajuda a combater o estresse físico e mental, condições de depressão, a gota, o reumatismo, colesterol, dores de dente, estômago preguiçoso e até enxaquecas. A folha também pode ser usada como tempero para carnes de porco, carneiro e peixe, além de aromatizar vinagres e óleos.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Acrescente alface em suas refeições. A verdura é ótima para quem quer mandar o mau humor para bem longe. Ela é rica em folato, cuja falta pode ocasionar quadros de depressão, confusão mental e cansaço. No talo é possível encontrar a lactucina, que atua como um calmante natural.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Dê preferência ao arroz integral. Em comparação com o arroz branco, o integral só apresenta vantagens. Como ele tem os grãos intactos, que preservam a película e o gérmen, possui maior concentração de nutrientes. Seu consumo regular diminui os problemas intestinais, como a constipação, melhora o metabolismo da glicose nos diabéticos, protege o sistema nervoso devido à presença da vitamina B1 e melhora o metabolismo da contração muscular.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Consuma limão. A fruta é rica em vitamina C e ajuda a regular o organismo, otimiza a ação do sistema excretor e melhora a eliminação de toxinas do corpo. Assim, fica mais fácil o controle do diabetes, do colesterol, dos triglicerídeos e de substâncias que geram estresse, ansiedade e depressão.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Beba muita água. Deve ser a primeira coisa que você precisa colocar no seu corpo pela manhã para limpar as toxinas acumuladas durante o sono, literalmente lavando seu corpo por dentro. Tome de 250 a 500 ml logo após acordar, todos os dias.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Coma bastante vegetais folhosos verde-escuros, como couve, salsinha, rúcula, espinafre e outros. Eles ajudam o fígado a processar as toxinas, como comidas gordurosas, excesso de proteínas e álcool.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Movimente-se. Esse item é essencial para livrar o corpo de tensões, estresse e exageros. Ioga é especialmente boa para ajudar o corpo num processo de limpeza. Invista em asanas (posturas) de torção, que “espremem” os órgãos internos no abdome e incentivam a eliminação de toxinas.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;strong&gt;CASA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="modfoto right modulos medio" style="font-size: 10px; float: right; "&gt;&lt;div class="conteudo" style="border-top-width: 0.1em; border-right-width: 0.1em; border-bottom-width: 0.1em; border-left-width: 0.1em; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-color: rgb(239, 239, 239); border-right-color: rgb(239, 239, 239); border-bottom-color: rgb(239, 239, 239); border-left-color: rgb(239, 239, 239); margin-top: 2em; margin-right: 0px; margin-bottom: 2em; margin-left: 2em; width: 32em; "&gt;&lt;ul style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 1em; padding-right: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 1em; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; "&gt;&lt;li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;img alt="Getty Images/Thinkstock" border="0" class="imagem" src="http://m.i.uol.com.br/estilo/2010/12/20/closet-organizado-1292870860926_300x250.jpg" title="Getty Images/Thinkstock" style="border-top-style: none; border-right-style: none; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; max-width: 30em; " /&gt;&lt;p style="margin-top: 0px !important; margin-right: 0px !important; margin-bottom: 0px !important; margin-left: 0px !important; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; font: normal normal normal 1.3em/normal Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(102, 102, 102); "&gt;Organização evita a estagnação de energia&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Jogue fora, venda ou doe objetos que não têm mais nenhuma razão para permanecer na sua casa e em sua vida.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Remova a estagnação de energia eliminando os excessos. Guarde apenas o que você usa e aprecia realmente.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Retire tudo aquilo que não usa há mais de um ano de seus armários – roupas, acessórios, sapatos e até peças íntimas – e doe para alguma instituição de caridade. Desse modo, além de criar mais espaço, você também renovará as energias e fará uma boa ação.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Para que conservar (ou pior, usar) louças lascadas, panelas sem cabo, vasilhas de plástico sem tampa e afins? Doe tudo isso.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Aliás, jogue fora a mania (lastimável!) de usar louça e copos velhos e lascados no dia a dia e retirar do armário as peças especiais de porcelana ou prata somente quando recebe visitas. Sua família – ou você mesmo (a), se morar só – é o seu bem mais precioso e merece o melhor. Lembre-se: todos os dias são especiais, tudo depende de como os encaramos.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Sabe aquele eletrodoméstico que você deixou no armário há tempos para mandar consertar e nunca tomou uma atitude? Doe também para uma instituição de caridade. Esses locais sempre contam com um setor de manutenção, onde poderão consertar e vender. O valor apurado costuma ser revertido para a instituição.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Espante o mau humor e organize todos os armários da casa, jogando fora o que não presta mais – inclusive documentos antigos e canhotos de cheque que não servem para mais nada. A bagunça produz alguns efeitos na nossa vida: traz sentimentos de desorganização, irritação, tensão e até mesmo depressão. Em contrapartida, a organização nos traz maior domínio sobre a vida, mais leveza e melhora os relacionamentos.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Livre-se daquele cheiro de “guardado”. Lave edredons, cobertores e blusas de lã e guarde-os em embalagens a vácuo. A embalagem a vácuo faz com que suas roupas permaneçam cheirosas, sem mofo ou odores desagradáveis, até a próxima vez de usar.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Limpe e organize a sua despensa e geladeira, você vai se surpreender com a quantidade de produtos fora da validade.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Troque as fotos dos porta-retratos. Vai ser um momento prazeroso olhar álbuns de fotografia para escolher as novas imagens. Se tiver crianças, chame-as para ajudar – elas vão adorar!&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Ajude uma biblioteca. Quem não tem livros guardando poeira dentro de armários e em estantes? Sejam clássicos, contemporâneos ou técnicos, há sempre espaço para mais livros em bibliotecas públicas, desde universidades e escolas, até em terminais de ônibus. Você ganha espaço e um obrigada.  &lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Seja verde. Aproveite que os produtos ecológicos e orgânicos de higiene e limpeza estão aparecendo no mercado e livre-se dos produtos químicos que intoxicam seu lar e seu corpo. Assim tudo fica limpo de verdade.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;- Recicle a energia e os materiais. Papéis guardados não acumulam só sujeira, mas também criam um ponto de estagnação de energia na casa. Organize-os em pastas ou sacos plásticos e elimine o que não tem mais serventia, para serem reciclados por entidades apropriadas&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 6px; padding-right: 0px; padding-bottom: 6px; padding-left: 0px; "&gt;Fonte: www.uol.com.br.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-5524322820536572396?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/5524322820536572396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2010/12/heloisa-noronha-colaboracao-para-o-uol.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/5524322820536572396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/5524322820536572396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2010/12/heloisa-noronha-colaboracao-para-o-uol.html' title='Quatro faxinas que você precisa fazer antes de acabar o ano'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-7942686107734328770</id><published>2010-12-23T12:12:00.000-02:00</published><updated>2010-12-23T12:13:24.845-02:00</updated><title type='text'>Educar sem bater é possível</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px; "&gt;&lt;h2 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal bold 32px/36px arial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 22px; font-size: 18px; "&gt;Especialistas diferenciam autoridade de autoritarismo e explicam os princípios para ter – e manter – a autoridade com seu filho&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="barra-superior" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; clear: both; height: 21px; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: rgb(238, 238, 238); "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 12px/21px arial !important; float: left; color: rgb(238, 238, 238); font-family: arial, helvetica; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal bold 12px/normal arial !important; color: rgb(102, 102, 102); "&gt;Tariana Hackradt, especial para o iG São Paulo&lt;/strong&gt; | &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="foto-legenda" style="margin-top: 0px; margin-right: 20px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; float: left; display: inline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); width: 316px; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica; "&gt;&lt;a href="http://i0.ig.com/fw/dy/lf/4i/dylf4iw1wb5m3yx6czd6be8c4.jpg" rel="lightbox-foto" title="Autoridade: imposição de limites é parte do processo de educar" credit="Getty Images" class="lightbox-enabled" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;img src="http://i0.ig.com/fw/5o/23/xq/5o23xqniobj31fqyxwuljwzro.jpg" style="margin-top: 3px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; float: left; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="credito" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 3px; padding-right: 10px; padding-bottom: 3px; padding-left: 10px; border-top-width: 1px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; clear: both; border-top-style: solid; border-top-color: rgb(255, 255, 255); height: 14px; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(248, 248, 248); background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;cite style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; float: left; font: normal normal normal 11px/normal arial; color: rgb(102, 102, 102); "&gt;Foto: Getty Images&lt;/cite&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="legenda" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 5px; padding-right: 10px; padding-bottom: 5px; padding-left: 10px; border-top-width: 1px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; clear: both; border-top-style: solid; border-top-color: rgb(255, 255, 255); background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(248, 248, 248); width: auto; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal bold 12px/16px arial; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Autoridade: imposição de limites é parte do processo de educar&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica; "&gt;Impor limites não é tarefa fácil para pai algum. Muitos têm medo de perder o amor dos filhos por serem severos demais. Porém, a autoridade parental é indispensável para educar, criar consciência e, consequentemente, começar a construir o caráter das crianças. O importante é não confundir “criar regras” com “impor vontades”. E é possível fazer isso tudo sem bater.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica; "&gt;Adela Stoppel de Gueller, psicóloga e coordenadora do setor de Clínica e Pesquisa do Departamento de Psicanálise da Criança do Instituto Sedes Sapientae, chama atenção para o fato de que os pais são, inicialmente, a referência mais importante de autoridade de uma criança – e não devem se esquecer disso nem quando são enfrentados pelos filhos. “À medida em que as crianças crescem e vão ganhando autonomia, elas questionam a autoridade parental e as leis da sociedade. Nesse momento, é importante que os pais mostrem aos filhos que a autoridade que eles detêm não é arbitrária, que não é um capricho”, recomenda.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica; "&gt;A psicóloga explica que discutir as decisões tomadas pode desgastar a autoridade dos pais. “É importante que os pais, quando devem dizer não, não tenham que ficar se justificando. Não é a explicação do ‘não’ que coloca as crianças para pensar, é o ‘não’ puro e simples que faz com que elas reflitam pela lei e pelos limites”, defende Adela. A educadora Cris Poli reforça o argumento da psicóloga e afirma que, desde pequenos, temos que aprender que vivemos em uma sociedade que tem limites. “Pais não podem temer deixar os filhos frustrados porque vão negar algum pedido deles. Ensinar, colocando regras, é educar”, fala a apresentadora do programa “Supernanny” (SBT).&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; "&gt;Autoridade x autoritarismo &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A linha entre autoridade e autoritarismo parece tênue. Porém, os dois conceitos são bastante distintos. Enquanto autoridade significa impor regras necessárias para um bom convívio, autoritarismo é sinônimo de imposição, uso excessivo de poder. Mara Pusch, psicóloga da Unifesp, diz que autoridade parental não deixa criança alguma retraída ou traumatizada. “Os pais precisam entender que autoridade é mostrar que você tem o poder de decisão sobre o seu filho. O problema é que, quando dessa decisão não é bem exposta às crianças, vira autoritarismo. O filho precisa enxergar que tem autonomia para escolher o que quer, mas que o seu desejo pode ser ou não realizado”.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; "&gt;&lt;br /&gt;O fim da palmada&lt;/strong&gt;Uma criança se sente acuada quando sofre uma vigilância constante, quando há controle em demasia sobre as suas ações. Adela destaca que, ao notarmos crianças retraídas ou sufocadas, é preciso pensar que ela está sentido o peso da autoridade como excessivo e que pode não ter forças para suportá-lo. “O retraimento é como um refúgio para os filhos que se sentem assim. É importante que os pais repensem seu lugar e escutem a criança. Às vezes, em alguns desses casos, é a criança quem cria uma imagem de um pai extremamente autoritário e isso não corresponde à realidade. Nessas horas, pode ser importante consultar um especialista”, afirma a psicóloga.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica; "&gt;Um &lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/governo+quer+proibir+pais+de+dar+palmada+em+criancas/n1237715082074.html" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: underline; color: rgb(148, 68, 144); "&gt;projeto de lei do governo federal&lt;/a&gt; que prevê punição para quem aplicar castigos corporais em crianças e adolescentes está tramitando no Congresso Nacional. Sua aprovação, que é bastante provável, marcaria o fim da era das palmadas e dos beliscões, tão conhecidos pelos adultos de hoje. A discussão, que gera muita polêmica, é tratada por Cris Poli com naturalidade. A educadora defende, desde sempre, que para educar não é preciso bater. “Métodos de disciplina é que ensinam o que é certo e errado. Palmadas e puxões de orelha são usados apenas pelos pais que não conseguem se impor e perdem a paciência com os filhos”, fala. “Eu sequer vejo necessidade de uma lei para proibir isso. O que precisamos é de uma campanha de conscientização disciplinar”, acrescenta a educadora.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica; "&gt;Mara defende o castigo como uma boa forma de punição para os filhos que descumprem as regras da casa. Para a psicóloga, o castigo tem que ser algo que tanto a criança quanto o adulto consigam cumprir. Não pode ser uma atitude drástica. “Não adianta o pai ameaçar e não dar conta do recado. Se a criança só fica tranquila com o videogame, e o pai tira isso completamente dela, não vai funcionar. Não defendo castigos assustadores, pois isso gera medo”.&lt;br /&gt;Adela complementa o argumento da psicóloga dizendo que os pais devem refletir sobre os castigos que impõem e admitir quando foram severos demais na hora de aplicá-los. “Admitir um erro não implica em perder autoridade, ao contrário, é algo que pode fortalecer os pais porque a criança vê ali um ser racional, que reflete sobre suas ações”, diz.&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; "&gt;&lt;br /&gt;Recuperando a autoridade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica; "&gt;Nunca é tarde demais para recuperar a autoridade com o seu filho. Pelo menos é o que dizem as três especialistas. Para Adela, antes de tentar resgatar o controle da situação em casa, os pais têm que olhar para si mesmos e recuperar a confiança em si. “Se conseguirem isso, os filhos vão perceber e passar a confiar na palavra deles”, explica.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica; "&gt;Para os casos mais graves, quando as crianças já não respondem às regras e fazem birra por qualquer coisa, Mara sugere terapia familiar. “Pode ser bom para o pai entender por que perdeu a autoridade e visualizar a dinâmica da casa. Normalmente, quem está dentro da situação não consegue enxergar direito. É importante também perceber como a criança age em outros ambientes, se é sem limites fora de casa”, recomenda.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica; "&gt;Cris Poli afirma que o mais importante é que os pais se convençam de que a autoridade está com eles e que educar é uma responsabilidade, não uma escolha. “A minha experiência indica que o primeiro passo é assumir o papel de educador dentro de casa e se posicionar com firmeza. A partir daí, o pai ou a mãe tem que rever sua postura e tentar mudar o que está errado”, finaliza.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica; "&gt;Fonte: www.ig.com.br/delas/filhos&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9177648654872240764-7942686107734328770?l=wlameirajr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wlameirajr.blogspot.com/feeds/7942686107734328770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2010/12/educar-sem-bater-e-possivel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/7942686107734328770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9177648654872240764/posts/default/7942686107734328770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wlameirajr.blogspot.com/2010/12/educar-sem-bater-e-possivel.html' title='Educar sem bater é possível'/><author><name>Walter Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12950677177578346405</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_f9x3P5IOmmw/S8D_LDQtf_I/AAAAAAAAAps/JpVMlMbCT4k/S220/WalterBlog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9177648654872240764.post-6035329423694946375</id><published>2010-12-23T12:07:00.002-02:00</published><updated>2010-12-25T19:04:33.408-02:00</updated><title type='text'>Experts em comportamento infantil explicam a origem da birra e como controlá-la</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px; "&gt;&lt;h3 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 16px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 18px/22px arial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(238, 238, 238); font-family: arial; line-height: 21px; font-size: 12px; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal bold 12px/normal arial !important; color: rgb(102, 102, 102); "&gt;Cáren Nakashima e Livia Valim, especial para o iG São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="foto-legenda" style="margin-top: 0px; margin-right: 20px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; float: left; display: inline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: rgb(255, 255, 255); width: 316px; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica; "&gt;&lt;img src="http://i0.ig.com/fw/e4/8s/9x/e48s9xexixu9cnu5dsw350vjn.jpg" style="margin-top: 3px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; 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background-clip: initial; background-color: rgb(248, 248, 248); background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;cite style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; float: left; font: normal normal normal 11px/normal arial; color: rgb(102, 102, 102); "&gt;Foto: Divulgação&lt;/cite&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="legenda" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 5px; padding-right: 10px; padding-bottom: 5px; padding-left: 10px; border-top-width: 1px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; 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text-decoration: none; font: normal normal bold 12px/16px arial; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Jo Frost auxilia os pais a imporem limites nas manhas e birras dos filhos&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 14px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; list-style-position: initial; list-style-image: initial; text-decoration: none; font: normal normal normal 14px/20px arial; color: rgb(51, 51, 51); font-family: arial, helvetica; "&gt;Segundo a educadora
